Nos próximos dias, vereadores da Câmara Municipal de Marabá (CMM) e representantes dos três sindicatos que defendem os servidores públicos municipais sentaram à mesa para debater pautas que dizem respeito a direitos desses trabalhadores que ainda não foram devidamente quitados pela prefeitura de Marabá.

Durante a reunião será discutido o pagamento do salário de dezembro de 2016, plantões, hora-extras, vale alimentação e pagamento do retroativo do salário do nível médio, já que eles não receberam o aumento negociado na Mesa.

Além disso, será elaborado um projeto de lei para que haja uma data base de reajuste do servidor em janeiro de cada ano, além da implantação do instituto de saúde e assistência do servidor.

Essas pautas foram definidas no último dia 26, durante sessão da Câmara em que estiveram presentes representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do estado do Pará (Sintesp) Subsede-Marabá, Sindicato dos Servidores da Educação Pública do Pará (Sintepp) Subsede-Marabá e Sindicato dos Servidores Municipais de Marabá (Servimmar).

Durante essa reunião, o vereador Pedro Corrêa, presidente da Câmara, falou que o Legislativo municipal sempre esteve aberto para o diálogo e debatendo o interesse do servidor público. Frisou que em todos os momentos que os trabalhadores do município recorrem ao Poder Legislativo, os encaminhamentos e as decisões são tomados.

Pedrinho, como é conhecido o presidente da Câmara, destacou que todos os vereadores têm se posicionado e participado das discussões sobre o PCCR.  “Todos os vereadores se manifestaram na Casa por unanimidade para que o Executivo voltasse atrás e revisse alguns pontos do projeto original do PCCR. Pela a ação da Câmara, o Executivo cedeu em vários pontos”.

Pedro Correa disse que sempre zelou pelo direito do trabalhador e o equilíbrio financeiro. Para ele, há algumas dívidas que o governo não pode protelar, como salários atrasados, hora-extras, entre outros. Pedrinho sugeriu para que se forme uma comissão para dialogar com o Poder Executivo, para que este possa dar a resposta sobre o pagamento e montar um cronograma de recebimento dos atrasados.

 

Por fim, o vereador Pedro Corrêa parabenizou a forma ordeira com que os servidores têm se comportado e lutado durante esse período. Disse que a Câmara vai procurar o prefeito para agendar uma reunião com os representantes dos sindicatos e os vereadores.

O deputado federal Beto Salame (PP/PA) tem como um das prioridades do seu mandato trazer para as regiões mais distantes do Estado os equipamentos públicos disponibilizados pelo Governo Federal, a fim de melhor atender essas populações. Diante disso, ele esteve em audiência com a presidência da Caixa Econômica Federal (CEF), em Brasília (DF), quando solicitou a instalação de agências nas cidades de Santana do Araguaia, São Félix do Xingu e ainda para os bairros de Morada Nova e São Félix, em Marabá.

Beto argumentou que tanto Santana quanto São Félix são municípios em crescente desenvolvimento, onde o agronegócio, com pecuária forte e a produção de soja em alta, atraem investidores de outras regiões do País, precisam de agências da Caixa, uma vez que muitos desses empreendedores mantêm contas e fazem negócios com nesse banco estatal.

“O município de Santana do Araguaia, com mais de 68 mil habitantes, cresce como um dos maiores produtores de soja no Pará. E São Félix do Xingu, com mais 120 mil habitantes, tem uma pecuária forte, sendo considerado um dos maiores produtores de gado do país”, informou Beto Salame ao presidente da Caixa, Gilberto Magalhães Occhi, que prometeu autorizar a realização de estudos de viabilidade para a implantação de agências nessas duas importantes cidades do sul do Estado.

Para Marabá, onde a Caixa já mantém três grandes agências e uma Superintendência Regional, Beto Salame solicitou a expansão dessa rede, com a instalação de mais uma agência para atender aos moradores e comerciantes dos bairros Morada Nova e São Félix, ambos com comércio muito forte. Gilberto Occhi determinou que uma equipe técnica faça o levantamento desses duas regiões visando atender à demanda solicitada pelo deputado marabaense.

Também preocupado com as políticas habitacionais para a região, Beto Salame aproveitou a reunião com o presidente da Caixa para se reportar sobre a conclusão dos Residenciais Magalhães Barata I e II, no Bairro São Félix, onde estão em construção 3 mil unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida, 1.500 financiadas pela CEF e as demais pelo Banco do Brasil.

 

O presidente informou que as pendências entre a Caixa e a HF Engenharia, responsável pela execução da obra, estão solucionadas e os trabalhos já foram retomados. Quanto à outra parte com obras paralisadas, Beto Salame vai agendar audiência com a presidência do Banco do Brasil para tratar do assunto. (Com informações da Assessoria Parlamentar)

 

Depois de se concentrarem em frente ao prédio do INSS, em Marabá, na entrada do Núcleo Cidade Nova, manifestantes marcharam pela Rodovia Transamazônica e de lá seguiram pelo aterro que dá acesso à Marabá Pioneira. Universitários, sindicalistas, servidores públicos e principalmente integrantes de movimentos sociais encabeçaram a greve geral desta sexta-feira (28), cujo objetivo principal é protestar contra a reforma da Previdência e as mudanças nas leis trabalhistas propostas pelo governo de Michel Temer.

O protesto de Marabá, que aderiu ao calendário nacional de paralisação é encabeçado pelo Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas, para o qual o presidente Michel Temer é ilegítimo e, atendendo a interesses de banqueiros e grandes corporações, quer fazer o trabalhador pobre pagar a fatura da crise.

“As reformas significam acabar com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) fazendo com que não exista mais direitos básicos como a jornada de trabalho e salário mínimo. Além disso, a aposentadoria ficará cada vez mais distante e a previdência social será desmontada”, diz nota do Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas.

(Chagas Filho)

 

 

O deputado federal Beto Salame (PP/PA) tem visitado várias regiões do Estado do Pará, reforçando compromisso com essas comunidades. Recentemente, acompanhado do ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto, Beto esteve na região nordeste do Estado, onde manteve reuniões com prefeitos, vereadores e lideranças políticas de vários municípios. As visitas visam fortalecer alianças e ouvir reivindicações que possam, pela intermediação dele, ser atendidas pelo governo federal.

“Nem sempre os prefeitos e lideranças podem ir a Brasília, em busca de melhorias em ministérios e secretarias especiais. Por isso, como um dos representantes do Pará no Congresso, venho até eles, ouvi-los e levar suas demandas ao poder central”, explica Beto Salame.

Em Tomé-Açu, ele participou de reunião do Partido Progressista (PP), com a presença da prefeita em exercício Aurenice Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, para tratar das eleições suplementares de 4 junho próximo, quando será escolhido o novo prefeito do município, já que o prefeito eleito em outubro último, José Hildo Alves, foi cassado pelo TSE.

Nessa reunião, cujo objetivo foi debater a participação do PP no pleito, estiveram presentes também os ex-prefeitos José Alves e Gedeão Chaves, este também ex-deputado estadual, e o vereador Gedeão Chaves Jr.

Em Capanema, Beto Salame ouviu reivindicações da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) e participou de reunião política com a presença do prefeito Chico Neto.

“Quero, neste momento, reconhecer a sensibilidade e manifestar minha gratidão pela preocupação do deputado Beto Salame para com a saúde púbica de Capanema”, disse o prefeito Chico Neto, destacando ainda que, de todas as emendas parlamentares destinadas ao município, a de Beto “é uma das três maiores em benefício do povo”.

Em São Domingos do Capim. Ao lado do prefeito Paulo Elson da Silva e Silva – Elsinho – e do ex-prefeito de Bujaru, Emanoel Muniz, Beto discursou e disse que estava ali naquele momento para reafirmar os compromissos assumidos em campanha e confirmar a destinação de uma emenda de R$ 700 mil para investimentos no setor da saúde. “Vamos continuar trabalhando para ajudar o povo batalhador deste município. Quero dizer também que conseguimos ainda um caminhão basculante para a Secretaria de Obras e que continuaremos à disposição do povo de São Domingos do Capim, em Brasília”, manifestou-se Salame.

Eltinho, por seu turno, agradeceu ao apoio do deputado e lembrou de outros políticos que, em época de eleição, se dirigem ao município para pedir votos, depois desaparecem, “ao contrário do deputado Beto Salame, que sempre esteve de mãos dadas com São Domingos do Capim”.

Beto e João Salame também estiveram em Santa Maria do Pará, onde se reuniram ainda com o prefeito de Ourém, além de políticos e militantes do partido.

Na ocasião, o deputado disse que estava ali para refirmar seu compromisso de poder ajudar esses municípios. “Já destinei emenda parlamentar para a aquisição de uma retroescavadeira, a fim de ajudar na infraestrutura de Santa Maria”, afirmou Salame, que ouviu palavras de apoio e agradecimento, em seguida.

O deputado federal e o ex-prefeito de Marabá estiveram também em Concórdia do Pará, onde cumpriram a mesma rotina, de reforçar os laços político-partidários e declarar a apoio às demandas da população.

 

(Por Eleutério Gomes)

 

Depois de se concentrarem em frente ao prédio do INSS, em Marabá, na entrada do Núcleo Cidade Nova, manifestantes marcharam pela Rodovia Transamazônica e de lá seguiram pelo aterro que dá acesso à Marabá Pioneira. Universitários, sindicalistas, servidores públicos e principalmente integrantes de movimentos sociais encabeçaram a greve geral desta sexta-feira (28), que ocorre em todo o Brasil e cujo objetivo principal é protestar contra a reforma da Previdência e as mudanças nas leis trabalhistas propostas pelo governo de Michel Temer.

O protesto de Marabá, que aderiu ao calendário nacional de paralisação é encabeçado pelo Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas, para o qual o presidente Michel Temer é ilegítimo e, atendendo a interesses de banqueiros e grandes corporações, quer fazer o trabalhador pobre pagar a fatura da crise.

“As reformas significam acabar com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) fazendo com que não exista mais direitos básicos como a jornada de trabalho e salário mínimo. Além disso, a aposentadoria ficará cada vez mais distante e a previdência social será desmontada”, diz nota do Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas.

(Chagas Filho)