O deputado federal Beto Salame (PP/PA) tem visitado várias regiões do Estado do Pará, reforçando compromisso com essas comunidades. Recentemente, acompanhado do ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto, Beto esteve na região nordeste do Estado, onde manteve reuniões com prefeitos, vereadores e lideranças políticas de vários municípios. As visitas visam fortalecer alianças e ouvir reivindicações que possam, pela intermediação dele, ser atendidas pelo governo federal.

“Nem sempre os prefeitos e lideranças podem ir a Brasília, em busca de melhorias em ministérios e secretarias especiais. Por isso, como um dos representantes do Pará no Congresso, venho até eles, ouvi-los e levar suas demandas ao poder central”, explica Beto Salame.

Em Tomé-Açu, ele participou de reunião do Partido Progressista (PP), com a presença da prefeita em exercício Aurenice Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, para tratar das eleições suplementares de 4 junho próximo, quando será escolhido o novo prefeito do município, já que o prefeito eleito em outubro último, José Hildo Alves, foi cassado pelo TSE.

Nessa reunião, cujo objetivo foi debater a participação do PP no pleito, estiveram presentes também os ex-prefeitos José Alves e Gedeão Chaves, este também ex-deputado estadual, e o vereador Gedeão Chaves Jr.

Em Capanema, Beto Salame ouviu reivindicações da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) e participou de reunião política com a presença do prefeito Chico Neto.

“Quero, neste momento, reconhecer a sensibilidade e manifestar minha gratidão pela preocupação do deputado Beto Salame para com a saúde púbica de Capanema”, disse o prefeito Chico Neto, destacando ainda que, de todas as emendas parlamentares destinadas ao município, a de Beto “é uma das três maiores em benefício do povo”.

Em São Domingos do Capim. Ao lado do prefeito Paulo Elson da Silva e Silva – Elsinho – e do ex-prefeito de Bujaru, Emanoel Muniz, Beto discursou e disse que estava ali naquele momento para reafirmar os compromissos assumidos em campanha e confirmar a destinação de uma emenda de R$ 700 mil para investimentos no setor da saúde. “Vamos continuar trabalhando para ajudar o povo batalhador deste município. Quero dizer também que conseguimos ainda um caminhão basculante para a Secretaria de Obras e que continuaremos à disposição do povo de São Domingos do Capim, em Brasília”, manifestou-se Salame.

Eltinho, por seu turno, agradeceu ao apoio do deputado e lembrou de outros políticos que, em época de eleição, se dirigem ao município para pedir votos, depois desaparecem, “ao contrário do deputado Beto Salame, que sempre esteve de mãos dadas com São Domingos do Capim”.

Beto e João Salame também estiveram em Santa Maria do Pará, onde se reuniram ainda com o prefeito de Ourém, além de políticos e militantes do partido.

Na ocasião, o deputado disse que estava ali para refirmar seu compromisso de poder ajudar esses municípios. “Já destinei emenda parlamentar para a aquisição de uma retroescavadeira, a fim de ajudar na infraestrutura de Santa Maria”, afirmou Salame, que ouviu palavras de apoio e agradecimento, em seguida.

O deputado federal e o ex-prefeito de Marabá estiveram também em Concórdia do Pará, onde cumpriram a mesma rotina, de reforçar os laços político-partidários e declarar a apoio às demandas da população.

 

(Por Eleutério Gomes)

 

Depois de se concentrarem em frente ao prédio do INSS, em Marabá, na entrada do Núcleo Cidade Nova, manifestantes marcharam pela Rodovia Transamazônica e de lá seguiram pelo aterro que dá acesso à Marabá Pioneira. Universitários, sindicalistas, servidores públicos e principalmente integrantes de movimentos sociais encabeçaram a greve geral desta sexta-feira (28), cujo objetivo principal é protestar contra a reforma da Previdência e as mudanças nas leis trabalhistas propostas pelo governo de Michel Temer.

O protesto de Marabá, que aderiu ao calendário nacional de paralisação é encabeçado pelo Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas, para o qual o presidente Michel Temer é ilegítimo e, atendendo a interesses de banqueiros e grandes corporações, quer fazer o trabalhador pobre pagar a fatura da crise.

“As reformas significam acabar com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) fazendo com que não exista mais direitos básicos como a jornada de trabalho e salário mínimo. Além disso, a aposentadoria ficará cada vez mais distante e a previdência social será desmontada”, diz nota do Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas.

(Chagas Filho)

 

 

 

Organizações, movimentos sociais, instituições e pessoas do povo estão se articulando para uma reunião de construção do Fórum de Defesa da Educação Pública, que ocorre nesta quinta-feira (27), às 16h, no Auditório do Campus I da Unifesspa – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará -, na Folha 31, Nova Marabá.

O Fórum de Defesa da Educação Pública é um espaço em construção e pretende ser uma rede de articulação de atores públicos e sociais do campo educacional do sul e sudeste do Pará.

A mobilização desse espaço assume uma perspectiva de luta em defesa da Educação Pública como direito do povo brasileiro e assentada nos princípios constitucionais de uma sociedade plural e democrática, frente a imposição de uma agenda autoritária de reformas neoliberais e antirrepublicanas no país. Nesse sentido, ele pretende ser um espaço de reflexão, diálogo crítico e horizontal que fortaleça relações entre universidades, institutos de educação, movimentos estudantis, sociais e sindicais, povos tradicionais, secretarias de educação, escolas públicas, no debate dos desafios e construção de estratégias de resistência e ações que fortaleçam a atuação dessas instituições e atores sociais.

Em reunião realizada no último dia 4, com a participação de membros de movimentos (estudantis, sindicais) e militantes sociais, de educadores de escola pública e da Unifesspa, avaliou-se a necessidade de uma reunião com mais participação para discutir a organização do Fórum. Naquele debate, destacou-se que nessa rede cada ator participante é protagonista de práticas, reflexões e demandas que, dialógica e horizontalmente, deverão referenciar as possíveis pautas e agendas do Fórum. Alguns elementos de reflexão e/ou apontamento que contribuem para os próximos passos:

•          Que o Fórum consistirá num espaço político de resistência e deverá ter caráter regional, aberto e não institucionalizado, com planejamento e execução de uma agenda de ações contínuas.

•          Que deverá ter uma pauta de interesse comum que possibilite o debate de questões e execução de ações unificadas (Reformas, terceirização, privatização, desmonte de planos de carreiras, questões orçamentárias e de financiamento, entre outros).

•          Que o planejamento das diretrizes e ações para a organização do Fórum, definição dos objetivos, estratégias e agenda de ações deverá ser pensado pelo conjunto de sujeitos que o constituirão.

•          Que a existência desse Fórum nos remeterá à luta contra as reformas neoliberais e pela defesa dos direitos, na afirmação das soluções já existentes e buscas de novas possibilidades de realização nos âmbitos local, regional e nacional.

•          Que a relação orgânica entre universidade, educação básica pública e movimentos sociais deverá se constituir numa das diretrizes de ação.

Portanto, para fazer avançar a mobilização e o diálogo na construção do Fórum de Defesa da Educação Pública, os participantes abaixo relacionados, convidam para essa próxima reunião, com a seguinte pauta:

1-         Discussão de construção do Fórum: Justificativa (por que criar esse fórum?); Objetivos (para fazer o que?); Forma de Organização (Comissão Provisória ou Coordenação Executiva/atribuições? Grupos de Trabalho? Plenárias? Reuniões? etc.); Composição; Agenda.

2-         Discussão de uma primeira agenda do Fórum: Seminário “Universidade, Educação Básica e Formação de Professores” (apresentação da proposta preliminar; composição de comissão organizadora)

Participantes da 1ª reunião:

Adrilene Carvalho Gonçalves (discente)

Ana Clédina Rodrigues Gomes (Grupo de Estudo Universidade e Educação Básica /Unifesspa)

Eric de Belém Oliveira

Fábio dos Reis Ribeiro de Araújo (PROEX/ Unifesspa)

Gabriel Renan Neves Barros (SINTEPP Marabá)

Idelma Santiago da Silva (Reitoria /Vice-Reitoria da Unifesspa)

Igor Vinicius de Oliveira (Taes)

Jerônimo da Silva (Grupo de Estudos Interculturais das Amazônias /Unifesspa)

José Pedro de Azevedo Martins (NEAM – Núcleo de Educação Ambiental /Unifesspa)

Maria Célia Vieira da Silva (Fecampo/ Unifesspa)

Marizete Fonseca da Silva (ICH/ Unifesspa)

Milena dos Reis Rabelo (Emancipa Cursinho Popular)

Naara Fernanda da Silva Mendes

Naurinete Fernandes

Rigler Aragão (SINDUNIFESSPA)

Tayllon Saraiva Fonteneles (DCE /Unifesspa)

 

Vanda Melo dos Santos (Grupo de Ação Cultural – São Félix)

 

Depois de se concentrarem em frente ao prédio do INSS, em Marabá, na entrada do Núcleo Cidade Nova, manifestantes marcharam pela Rodovia Transamazônica e de lá seguiram pelo aterro que dá acesso à Marabá Pioneira. Universitários, sindicalistas, servidores públicos e principalmente integrantes de movimentos sociais encabeçaram a greve geral desta sexta-feira (28), que ocorre em todo o Brasil e cujo objetivo principal é protestar contra a reforma da Previdência e as mudanças nas leis trabalhistas propostas pelo governo de Michel Temer.

O protesto de Marabá, que aderiu ao calendário nacional de paralisação é encabeçado pelo Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas, para o qual o presidente Michel Temer é ilegítimo e, atendendo a interesses de banqueiros e grandes corporações, quer fazer o trabalhador pobre pagar a fatura da crise.

“As reformas significam acabar com a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) fazendo com que não exista mais direitos básicos como a jornada de trabalho e salário mínimo. Além disso, a aposentadoria ficará cada vez mais distante e a previdência social será desmontada”, diz nota do Fórum em Defesa da Previdência e dos Direitos Trabalhistas.

(Chagas Filho)

 

 

O Instituto de Terras do Pará (Iterpa) criou cinco novos projetos estaduais de assentamento para beneficiar 664 famílias de pequenos produtores rurais em vários municípios do Estado: Deus é fiel, em Rondon do Pará; Mamuru, em Juruti e Aveiro; Assimpex, em Portel; Lourival Santana, em Eldorado dos Carajás, e Bacabal Grande, em Bom Jesus do Tocantins.

A documentação já foi assinada pelo presidente Daniel Lopes e agora segue para homologação do governador. "A criação desses projetos assegura a regularização dessas áreas em favor de pequenos produtores que efetivamente exploram essa terra", afirmou o dirigente do órgão fundiário.

Muitas dessas famílias já aguardavam há anos a regularização de suas terras, mas uma força tarefa implementada pelo Iterpa viabilizou o andamento dos processos de criação dos assentamentos. Em Rondon do Pará, por exemplo, a Deus é fiel já foi alvo de conflito causado pela disputa da posse da área.

Em 1990, José Dutra da Costa, conhecido por Dezinho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará, foi assassinado por causa dessa disputa. "Destinar essa área aos pequenos produtores é um compromisso de governo", reforçou Lopes. A área é de 3.947 hectares, beneficiando 73 famílias.

A área do Mamuru, com 133.850 hectares, é destinada a um Projeto Estadual de Assentamento Agroflorestal, onde 300 famílias já desenvolvem atividades agrossustentáveis. Na área de 18.040 hectares da Associação dos Moradores do Rio Piarim para o Extrativismo (Assimpex) serão beneficiadas 51 famílias. A Lourival Santana vai beneficiar 167 famílias de pequenos produtores e a Bacabal Grande 73.

"Com a criação desses projetos de assentamento, o Iterpa cumpre sua missão fundamental de garantir o direito à terra a essas famílias, assim como contribui para a melhoria da qualidade de vida de cada uma delas", ressalta o assessor chefe do Iterpa, Celso Trierweiler, que também acompanha o processo de criação desses assentamentos.

Após a homologação do ato pelo governador Simão Jatene, o Iterpa vai buscar junto ao Instituto Nacional de Reforma e Colonização Agrária (Incra), o reconhecimento da área como assentamento agrário, para que as famílias possam ter acesso a créditos da reforma agrária, do governo federal. "A criação desses assentamentos garante às famílias a segurança jurídica de suas terras, além de viabilizar o acesso às diversos políticas públicas em benefício dos pequenos produtores", frisa o presidente do Iterpa, Daniel Lopes.

 

(Fonte: Agência Pará)