Considerado o maior evento da cadeia sidero-metalúrgica no Brasil, o Congresso Brasileiro do Aço terá uma novidade em sua 26ª edição, que acontecerá de 12 a 14 de julho, em São Paulo: o Espaço Conhecimento. A área, com capacidade para 100 pessoas, será o local onde os expositores da Expoaço, feira de negócios realizada paralela ao Congresso, poderão oferecer palestras gratuitas para os visitantes.

Entre os temas já definidos para o evento, destacam-se "Impactos da Crise de Água - Caminhos e Soluções" e "A Cadeia Produtiva como Motor da Reindustrialização". A SINOBRAS é uma das participantes da Expoaço e a Diretoria da empresa já confirmou presença no congresso.

As inscrições para as palestras, que terão duração de 45 minutos cada uma, devem ser feitas no site do evento (www.acobrasil.org.br/congresso2015 ). No final do processo de preenchimento o interessado pode selecionar até duas palestras para assistir. Na última edição, mais de 3.500 pessoas circularam pelos estandes, com mais de 45 expositores entre empresas e entidades de classe.

Programação de palestras no Espaço Conhecimento:

13 de julho

11h - Paulo Silva Sobrinho - ICZ - A Galvanização a Fogo Enaltecendo as Qualidades do Aço

12h - Rogério Ruiz - Jenike & Johanson - Método analítico para evitar ou resolver problemas onerosos de entupimento de chutes e silos de minérios e outros sólidos a granel

13h - Edson Kater - Odebrecht - Construção Predial em Estrutura Metálica

14h - Daniele Pestelli - Sicetel - A Cadeia Produtiva como Motor da Reindustrialização

15h - Patricia Boson - FIEMG - Impactos da Crise de Água - Caminhos e Soluções

16h - Márcio Sequeira - Engenheiro - Modelo Estrutural Mola - Uma nova maneira de estudar e ensinar o comportamento de estruturas.

14 de julho

10h - Philippe Blostein - Air Liquide - Soluções de redução de custos para a indústria siderúrgica

11h - Roberto Inaba - Arquiteto - Sustentabilidade da construção em aço

 

 

Em 2014, a Fundação Vale impulsionou sua contribuição para o desenvolvimento territorial das áreas de influência da Vale, dando continuidade a iniciativas com base no conceito pioneiro de Parceria Social Público-Privada (PSPP), que busca a união de esforços do poder público, setor privado e da sociedade civil.  De acordo com os dados do novo Relatório de Sustentabilidade da Vale, é possível destacar a concretização de novas parcerias e investimentos sociais para o fortalecimento de políticas públicas em Canaã dos Carajás, no Sudeste do Pará, entre outros territórios.

"A ação coletiva aumenta a capacidade dos governos locais para aproveitar suas próprias capacidades de acessar, gerenciar e captar recursos públicos, de modo que possam atender às necessidades mais essenciais de seus territórios. Um exemplo é o projeto-piloto de desenvolvimento urbano de Canaã dos Carajás", explica Vania Somavilla, diretora executiva de Sustentabilidade da Vale.

Localizado na área de influência direta do Projeto Ferro Carajás S11D, o maior projeto de minério de ferro em construção no mundo, o município de Canaã dos Carajás vive um momento de crescimento urbano acelerado que gera, ao mesmo tempo, oportunidades de desenvolvimento e desafios socioeconômicos significativos, entre eles educação, saúde e desenvolvimento urbano.

Em 2014, em Canaã dos Carajás, foi acordada cooperação técnica com o Ministério da Cidades para atuação nas frentes de habitação, saneamento, regularização fundiária e mobilidade urbana. Algumas das iniciativas dessa cooperação foram cursos regionalizados sobre Política e Gestão dos Serviços de Saneamento Básico.  O material desenvolvido foi adaptado para ser aplicado como ensino à distância e está disponível no Portal Capacidades, do Ministério das Cidades, ampliando sua aplicação para outros municípios brasileiros.

Outro exemplo de articulação em Canaã é o apoio para a revisão do Plano Diretor do município e desenvolvimento de projeto-piloto de regularização fundiária, com o apoio da Universidade Federal do Pará (UFPA). Com esse apoio, é favorecido o desenvolvimento da cidade com mais qualidade de vida para a população.

Para apoiar os serviços de saúde no município, foi fechado acordo entre a Fundação Vale e o Ministério da Saúde para capacitação dos profissionais da área e para instrumentalização de todas as Unidades Básicas de Saúde locais (UBS) com equipamentos necessários ao atendimento adequado à comunidade.

Outros destaques são a participação no Pacto Pela Educação no Pará, que tem como objetivo aumentar em 30% o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Estado nos próximos cinco anos e a cooperação com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para a implantação de um modelo referencial de Conselho Tutelar.

"As diversas parcerias articuladas para esse e outros territórios incentivam a melhoria gradual de indicadores de desenvolvimento humano, estimulando o estabelecimento de prosperidade sustentável", finaliza Vânia Somavilla.

Transparência

A Vale manteve, pelo sexto ano consecutivo, o nível de aplicação A+ e apresenta seu desempenho nas dimensões econômica, ambiental e social, seguindo a metodologia da Global Reporting Initiative (GRI). Com base no resultado do novo processo de materialidade conduzido pela empresa, no Relatório de Sustentabilidade 2014, a Vale reportou 57 indicadores, incluindo os indicadores do Suplemento Setorial de Mineração e Metais, com o relato dos itens de perfil e dados sobre gestão.

O documento passou por verificação externa independente e também apresenta o progresso na aplicação dos princípios do Pacto Global das Nações Unidas, do qual a Vale é signatária desde 2007.

"Para nós, transparência é prioridade, portanto é um grande orgulho mantermos o nível de aplicação A+ da GRI por seis anos consecutivos. Isso demonstra o comprometimento e o envolvimento da Vale nas questões que permeiam a sustentabilidade em cada um dos seus processos", afirma Gleuza Jesué, gerente executiva de Meio Ambiente da Vale.

 

 

Na manhã deste sábado (25), a partir das 8h da manhã, na Praça Duque de Caxias, centro da cidade, se inicia uma carreata que pretende percorrer os três principais núcleos urbanos de Marabá e pode se estender até o outro lado da ponte (São Félix e Morada Nova).

O evento faz parte da promoção “Sacode Marabá”, realizada pelo Sindicato do Comércio de Marabá (Sindicom). A carreata visa chamar atenção dos comerciantes locais que ainda não aderiram à promoção e também mostrar ao consumidor marabaense que se ele comprar produtos nas lojas cadastradas terá direito a participar de sorteios de brindes.

A campanha prevê sorteios de brindes em cinco datas especiais: Dia das Mães (10 de maio), Dia dos Namorados (12 de junho), Dia dos Pais (9 de agosto), Dia da Criança (12 de outubro) e Dia de Natal e ano novo. Todos os sorteios de brindes serão feitos pela loteria federal.

O último sorteio, relativo às compras de Natal, será realizado em praça pública, no dia 16 de janeiro do ano que vem, numa grande festa que marcará o encerramento da programação.

As lojas do comércio local que participam da campanha estarão devidamente identificadas a partir do final deste mês, com banners na fachada da empresa.

Os brindes a serem sorteados são máquinas de lavar, notebooks, bicicletas, fritadeira elétrica, tablets, aparelhos televisores, micro-ondas e até motocicletas.

Cada cliente que fizer compras em lojas credenciadas pode concorrer duas vezes, pois caso ele seja sorteado em alguma das primeiras quatro datas especiais, ainda concorre ao último e principal prêmio que será sorteado em janeiro de 2016.

 

Matéria publicada no portal “expressomt.com.br”, do Estado do Mato Grosso, faz um relato sobre a missão Arco Norte, realizada entre os dias 29 de março e 2 de abril, pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Essa missão comprovou a viabilidade do escoamento dos grãos produzidos em Mato Grosso para portos dos Estados do Pará e também do Maranhão.

O diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, é quem dá o veredicto sobre o assunto. “Algum tempo atrás nós não tínhamos portos, portanto, a gente não conseguia levar a produção. Agora, nós chegamos à conclusão que existem portos e outros estão sendo construídos. Em um horizonte muito próximo, de cinco anos, vamos ter uma capacidade muito grande de escoamento via Arco Norte”, declarou.

A equipe, composta ainda pelo coordenador da comissão de Logística da Aprosoja, José Rezende, o vice-presidente da Região Leste, Endrigo Dalcin, e o segundo vice-presidente da Região Norte, Antônio Galvan, esteve no dia 30 de março no porto de Vila do Conde, região metropolitana de Belém (PA).

No local, segundo a notícia do portal, foram visitadas, tanto por via aquática como terrestre, a obra da empresa Hidrovias do Brasil, que tem a expectativa de iniciar as atividades portuárias em 2016, e portos já em funcionamento da Bunge, da Companhia Docas do Pará (CDP) e do Terminal de Uso Privado da Archer Daniels Midland (ADM).

O desafio, no entanto, segundo avaliação dos participantes da missão, é a logística em Mato Grosso. “Muitas coisas já estão acontecendo, como nós pudemos ver na ADM e Bunge, por exemplo, e outras, como as obras das Hidrovias do Brasil, estão muito adiantadas. Agora, aguardamos que a nossa logística em Mato Grosso, nas áreas produtoras, aconteça. Hoje ela está bastante lenta. Precisamos, por exemplo, terminar a BR-163 e a BR-158, principais canais para fazer a soja chegar”, avaliou Galvan.

No segundo dia, a Aprosoja esteve em Marabá para conhecer obras do futuro terminal da Rio Marabá Logística (RML), às margens do Rio Tocantins. No terceiro e quarto dias as visitas ocorreram na sede da Vale e VLI, no Porto Madeira, e no Porto de Itaqui, onde está o Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM).

“No Maranhão nós vimos a estrutura recém-montada de quatro imensos armazéns, que formam o consórcio TEGRAM, e acompanhamos, por exemplo, o carregamento de um navio. Mais uma vez, foi comprovado que estamos certos, a saída principal da nossa soja vai ser realizada pelo Norte do país, com mais eficiência, e um custo menor para que a soja chegue no ponto final. A missão Arco Norte atingiu o objetivo e consolidou nossas ideias e projeções”, afirmou Endrigo Dalcin.

 

Neste sábado (25), a partir das 8h, a Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim) promove o I Seminário de Empreendedores e Perspectivas de Mercado. O evento tem o apoio do Sindicato do Comércio de Marabá (Sindicom), do Conselho de Jovens Empresários de Marabá (Conjove) e também do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em cujo auditório, na Nova Marabá, será realizado o evento.

O início do credenciamento dos participantes interessados está agendado para as 8h da manhã e a primeira palestra, às 9h, será sobre tendências econômicas e perspectivas de mercado, com a palestrante Zeina Latif, que é doutora em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

A Palestra 2, programada para começar às 10h15, terá como tema o empreendedorismo e novos negócios, com Batista Salgado Giglioti, mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).

Depois de uma pausa para o coffee break, as palestras serão retomadas com o tema proteção patrimonial, planejamento sucessório, cujo palestrante será Rodrigo Fiszman, economista formado pela Pontífice Universidade Católica (PUC-RJ).