O total de 418 jovens capacitados em Canaã pelo programa de trainees de nível médio e técnico acaba de ser efetivado pela Vale para trabalhar no Complexo S11D Eliezer Batista. Entre eles, Romildo Queiroz da Silva, 20 anos, morador da Vila Planalto, zona rural da cidade, é uma das mais novas contratações da unidade de mineração de ferro, que entrou em operação no município em dezembro do ano passado.

A turma de capacitação começou há dois anos e fez parte dos programas ofertados pela Vale voltados para a formação de mão de obra local para atividades na mina, usina e manutenção. A oportunidade de contratação veio com a abertura de vagas e após avaliação da competência demonstrada pelos alunos nas fases teórica e prática.

Entrevistado ainda na primeira aula da turma, Romildo disse que iria se empenhar e que para o futuro desejava fazer o curso e crescer junto com a empresa. O esforço valeu a pena. Após cerca de dois anos de treinamento, ele foi contratado como laboratorista e comemora a contratação. "Para mim representa um desafio vencido, me dediquei, sinto felicidade e meus pais também de ver seu filho crescer na vida na região", revela Romildo.

Além dos programas de formação profissional, um conjunto de iniciativas foi executado pela Vale, por meio do Complexo S11D em Canaã, em apoio ao desenvolvimento do município, como construção de escolas.  "Esta ação demonstra mais uma vez nosso compromisso com o crescimento da cidade, por meio das obras realizadas e da nossa contribuição na capacitação de profissionais para iniciarem suas atividades com maior competividade, na geração de trabalho e renda e no aumento na arrecadação municipal", conclui o Diretor de Operações Ferros Serra Sul, Josimar Pires.

Portas de Entrada

A Vale desenvolve programas chamados Porta de Entrada. O objetivo é desenvolver  mão de obra qualificada por meio do acesso ao ensino. O Programa de Formação Profissional (PFP trainees) é um dos principais, para preenchimento das posições operacionais e técnicas da Vale e é voltado para a formação de jovens, com no mínimo 18 anos, moradores de comunidades próximas às áreas onde a Vale atua.

Na formação teórica, o trainee tem vínculo com a instituição de ensino, no caso o parceiro é o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Na prática, cuja duração máxima é um ano, ele possuí um contrato com a empresa.  A preparação poder ser operacional ou técnica, para jovens com ensino médio completo ou ensino técnico completo, respectivamente.

Vagas

 

A Vale disponibiliza no seu site as vagas em aberto na empresa. Os interessados podem cadastrar o curriculum no  www.vale.com/oportunidades e conferir as oportunidades.

 

O CONJOVE – Conselho de Jovens Empresários de Marabá -, em conjunto com a ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá -, realiza mais uma campanha promocional na cidade. Trata-se do 1° Saldão de Aniversário de Marabá, que ocorre nos dias 7 e 8 de abril. Nessa primeira edição, já foram contatadas as 75 empresas que aderiram ao Liquida Geral em Outubro do ano passado e ao todo as entidades esperam fazer a adesão de 100 empresas. As empresas terão até o dia 18/03 (Sábado) para fazer a adesão a campanha.

O apoio institucional para o evento será do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa, do SINDICOM – Sindicato Patronal do Comercio Varejista de Marabá, do CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas de Marabá e da SICOM – Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Mineração, Ciência e Tecnologia de Marabá.

A campanha começa a ganhar corpo e adesões de muitas empresas de Marabá. Semana passada, foram realizadas duas reuniões na própria ACIM com as empresas que aderiram em 2016 à campanha do Liquida Geral. Na visão de Caetano Reis, presidente do CONJOVE, a campanha vem para fortalecer ainda mais o comercio local, a união das entidades e o aquecimento da economia local, “aproveitando o aniversário de 104 anos de Marabá”.

Caetano Reis lembra ainda que com a previsão de uma enorme atração de empregos gerados pelos novos empreendimentos do setor varejista/atacadista, de dois grandes grupos empresariais até o final deste primeiro semestre, o comercio local precisa estar unido para não sentir os meses iniciais de abertura desses dois empreendimentos.

“Entendendo o momento de recuperação da economia, mais uma vez as entidades do setor produtivo se uniram: o CONJOVE, a ACIM, a participação de suma importância do SEBRAE de Marabá, do SINDICOM, CDL e SICOM, propiciam além da união, engajamento e respaldo para a realização do evento, mostrando para as empresas participantes o compromisso de que esse evento se torne parte do calendário anual de eventos que as entidades realizam ao longo do ano em Marabá, no caso do Conjove, por exemplo, o Liquida Geral, que foi um sucesso de Vendas para maioria das empresas participantes, superando até as vendas de Natal de 2015 e 2016, no mês de Outubro, e o mais conhecido caso de sucesso, o Feirão do Imposto, que o Conjove vem realizando como o maior do Brasil desde 2013”, argumenta Caetano.

“O projeto está em fase conclusiva”. A afirmação é de Olavo das Neves, presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec), durante reunião esta semana promovida pela Codec, referindo-se à implantação da Zona de Processamento e Exportação (ZPE) de Marabá.

Uma Zona de Processamento de Exportação é um distrito industrial onde empresas nele localizada operam com suspensão de impostos, liberdade cambial (não são obrigadas a converter em reais as divisas obtidas nas exportações) e gozam de procedimentos administrativos simplificados.

Com a presença de representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e da Secretaria Executiva do Conselho das ZPEs, órgão ligado ao ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o encontro foi pautado pelos aspectos técnicos do projeto, que terá como empresa âncora a Aços do Pará, da multinacional argelina Cevital.

De acordo com Thaíse Dutra, secretária executiva do Conselho das ZPEs, a reunião teve por objetivo alinhar a proposta de criação da ZPE Marabá às especificações técnicas. “Neste momento de análises técnicas estamos conversando com Sedeme e Codec e buscando entender a realidade do Estado e da cidade de Marabá, observando também a importância do diálogo com a sociedade por meio de entidades representativas da região", afirmou.

“Estamos reunindo com a Secretaria Executiva do CZPE para fazer os ajustes técnicos necessários para finalização. A proposta de criação do distrito industrial também está avançando, o que nos possibilita somar os dois projetos que levarão benefícios para a cidade”, frisou Olavo das Neves. A proposta central da reunião, segundo ele, foi fornecer informações importantes por parte do Governo do Estado, com o objetivo de dar celeridade ao projeto junto ao governo federal.

Após a fase técnica, o projeto segue para análise do Conselho das ZPEs, formado pelos ministérios da Fazenda, Planejamento, Integração Nacional, Meio Ambiente e Casa Civil e presidido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, para, então ser publicado o decreto presidencial que cria a ZPE Marabá.

(Com informações da Agência Pará)

 

Com a participação de mais de 30 mulheres, a reunião contou com a presença do secretário da Indústria, Comércio e Mineração, Ricardo Pugliese, que foi um dos palestrantes do encontro e também reforçou o apoio técnico da Secretaria ao projeto. Também foi palestrante Nadia Julian Rodrigues, da unidade do Sebrae Marabá, informando sobre o Prêmio Mulher de Negócio do Sebrae Estadual. O Encontro mensal é uma das dinâmicas da Rede de Negócios, que congrega mais de 120 mulheres cadastradas só em Marabá.

A Rede Mulher de Negócios inicia com o foco na Gestão de Resultados e no lançamento do Programa de Mulher de Futuro da Rede. Este programa terá a parceria do SEBRAE, através do projeto DET Carajás e terá como meta a melhoria no desenvolvimento especifico das empreendedoras, identificar suas dificuldades e definir os objetivos no alcance de sucesso no seu negócio. A partir daí será lançando o Prêmio Municipal Mulher de Negócios ainda este ano.

Além disso, esta capacitação poderá habilitar este segmento para Compras Governamentais, além de manter permanente a  Sala do Empreendedor (palestras e dinâmicas com as empreendedoras) e envolve-las no processo da importância da desburocratização além de ações de empreendedorismo social e de sustentabilidade e o agronegócio

 

 

O superintendente regional do Incra Sul do Pará, Asdrúbal Bentes, recebeu em seu Gabinete, o prefeito de Floresta do Araguaia, Adélio dos Santos Sousa, para discutir os ajustes finais da implantação da agroindústria de beneficiamento de frutas do Projeto de Assentamento (PA) Juassama, localizado na zona rural do município de Floresta do Araguaia.

Existe um convênio assinado em 2014 entre o Incra e a Prefeitura Municipal de Floresta do Araguaia para a implantação da Unidade Agroindustrial de Beneficiamento de Frutas no PA Juassama. Este convênio prevê um repasse de R$1.469.276,16 por parte do Incra. O projeto está aprovado e a licitação para a construção da Unidade foi autorizada. O superintendente Asdrúbal firmou compromisso de acompanhar o processo para agilizar os repasses financeiros e garantir a instalação da fábrica neste ano.

Durante a reunião no Incra, estavam também presentes, o vice-prefeito Claudinei Borges e o controlador do município, Francisco Aquino. Claudinei Borges falou da importância do empreendimento. “É uma iniciativa fomentada pelo Incra, através do Programa Terra Sol. Este programa tem dois objetivos gerais: a industrialização e a comercialização da produção oriunda dos assentamentos da reforma agrária. Será muito importante para Floresta do Araguaia, que produz frutos em grande escala, pois agora poderemos industrializar esses frutos no próprio município.”

Os agricultores assentados no PA Juassama estão organizados na Cooperativa dos Agricultores São Francisco (COOASAFRA), que agrega 156 famílias. Mas estima-se que serão beneficiadas mais de mil famílias, moradoras da área de influência do empreendimento.

O município de Floresta do Araguaia é o segundo maior produtor de abacaxi do Brasil, com uma estimativa de produção de 208 milhões de frutos ao ano, gerando uma média de 3 mil empregos diretos e indiretos.

(Fonte: Incra)