A produção da Vale S.A. (Vale) no primeiro trimestre de 2015, o chamado 1T15, foi marcada pela forte performance operacional do minério de ferro de 74,5 Mt - excluindo o minério de ferro adquirido de terceiros e a produção atribuível à Samarco - atingindo o seu melhor desempenho para um primeiro trimestre, em particular para Carajás, que produziu 27,5 Mt e também atingiu um novo recorde para um primeiro trimestre.

Em dezembro de 2014, a Vale iniciou a operação da mina de N4WS, que não só vai levar a aumentos de produção adicionais, mas também à redução da relação estéril-minério e das distâncias médias de transporte em Carajás. N4WS faz parte do corpo de minério N4W, um ativo de classe mundial, com 1,346 bilhão de toneladas métricas de reservas provadas e prováveis e um teor médio de Fe de 66,5%.

Excluindo a produção atribuível à Samarco de 3,5 Mt, a produção de pelotas da Vale atingiu 11,4 Mt no 1T15, em linha com o 4T14 e ficando 1,5 Mt acima do 1T14 devido ao ramp-up da usina de pelotização de Tubarão VIII.

No 1T15, a Vale desligou as plantas de ferroligas em Minas Gerais uma vez que os contratos de energia existentes expiraram e os preços de energia mais elevados  prejudicaram a viabilidade econômica das plantas. Consequentemente, a produção das operações de manganês em Morro da Mina foi afetada.

A produção de níquel totalizou 69.200 t no 1T15, o melhor desempenho para um primeiro trimestre. O trimestre foi marcado por um recorde de produção de óxido de níquel e de produção total de níquel na Vale Nova Caledônia (VNC), por um recorde de produção proveniente de um único forno em Onça Puma e pelo progresso no ramp-up de Long Harbour.

No 1T15, a produção de cobre foi de 107.200 t¹, ficando 1,6%  e 21,1% acima do 4T14 e do 1T14, respectivamente, e atingindo um novo recorde histórico de produção.

A produção de ouro totalizou 103.000  oz no 1T15, 9,7% acima do 4T14, atingindo o melhor desempenho da história devido ao ramp-up de Salobo.

A produção total de carvão no 1T15 foi de 1,7 Mt, ficando 26,6% e 5,1% menor do que no 4T14 e no 1T14, respectivamente, devido à parada das minas de Integra Coal e Isaac Plains e a um período de chuvas anormais em Moatize.

(¹) Incluindo a produção atribuível à Lubambe

 

 

Dentro de pouco tempo Marabá vai ter mais uma concessionária de veículos. A bola da vez é dos utilitários da marca Jeep, que deve ser representada na cidade pelo Grupo Zucatelli, que já revende veículos Fiat há décadas.

O novo investimento deve abranger também a cidade de Imperatriz, no Maranhão, de acordo com informação da Assessoria de Imprensa do tradicional grupo.

Por enquanto, a vedete da marca deve ser o modelo “Renegade”, cujo preço inicial está na casa dos R$ 66,9 mil.

O Renegade tem motor 2.0, a diesel, com câmbio automático para nove marchas e tração 4x4.

 

A solicitação para construção do Mercado do Peixe de Marabá, sonho antigo da população, foi formalizada. O deputado estadual João Chamon e o ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, se reuniram em Belém, onde debateram a importância da obra como principal ponto de partida para o desenvolvimento do ramo pesqueiro na região.

De acordo a sugestão apresentada pelo deputado João Chamon, o espaço público oficial de venda da produção pesqueira eliminaria os “atravessadores” e valorizaria ainda mais o trabalho do pescador marabaense. “Neste momento os nossos pescadores estão descaracterizados e perdendo sua real função. Sem este apoio, por meio do Governo Federal, através do Ministério da Pesca e Aquicultura o mercado de peixe não tem como sair do papel, deixando a economia de Marabá neste setor desaquecida” afirmou o parlamentar.

A pesca ao longo dos rios de Marabá tem um papel histórico e muito importante e eles vivem várias comunidades. “Em Marabá, a atividade pesqueira faz parte de sua história, sendo um dos principais ramos de subsistência da população desde os primórdios do município” finalizou o deputado João Chamon. O ministro Helder Barbalho mostrou-se receptivo a solicitação e na ocasião, deixou marcado previamente sua ida a Marabá no dia 15 de maio para tratar de mais detalhes sobre o assunto, juntamente com outras autoridades, entre elas o prefeito de Marabá, João salame.

Implantação de Escritório da Superintendência Regional da Pesca e a construção do Centro Integrado de Pesca Artesanal (Cipar).

Outra importante pauta tratada pelo deputado estadual João Chamon com o ministro Helder Barbalho, foi o estudo para a viabilidade de implantação Centro Integrado de Pesca Artesanal (Cipar) no Município de Marabá. O objetivo é capacitar profissionalmente o pescador. “Implementar ações estruturantes e oferecer melhoria na condição de trabalho dos pescadores da região torna-se uma ação necessária para o desenvolvimento da cadeia produtiva do pescado na Região Sudeste do Pará” garantiu Chamon. Entre ações citadas pelo parlamentar para serem operacionalizadas pelo Cipar estão: Cursos de formação profissional na área, blocos operacionais para produção de gelo, câmara fria, câmara de espera e área de higienização. Sobre o escritório regional em Marabá, outro assunto importante e também tratado com o ministro Helder, a justificativa avaliada pelo deputado João Chamon para sua implantação é de aproximar o poder público da população, com políticas voltadas para o fomento da pesca e aquicultura. Após audiência, o deputado João chamon falou por telefone com o prefeito João Salame e ambos combinaram a parceria na organização da visita do ministro a cidade.