Matéria publicada no portal “expressomt.com.br”, do Estado do Mato Grosso, faz um relato sobre a missão Arco Norte, realizada entre os dias 29 de março e 2 de abril, pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Essa missão comprovou a viabilidade do escoamento dos grãos produzidos em Mato Grosso para portos dos Estados do Pará e também do Maranhão.

O diretor executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira, é quem dá o veredicto sobre o assunto. “Algum tempo atrás nós não tínhamos portos, portanto, a gente não conseguia levar a produção. Agora, nós chegamos à conclusão que existem portos e outros estão sendo construídos. Em um horizonte muito próximo, de cinco anos, vamos ter uma capacidade muito grande de escoamento via Arco Norte”, declarou.

A equipe, composta ainda pelo coordenador da comissão de Logística da Aprosoja, José Rezende, o vice-presidente da Região Leste, Endrigo Dalcin, e o segundo vice-presidente da Região Norte, Antônio Galvan, esteve no dia 30 de março no porto de Vila do Conde, região metropolitana de Belém (PA).

No local, segundo a notícia do portal, foram visitadas, tanto por via aquática como terrestre, a obra da empresa Hidrovias do Brasil, que tem a expectativa de iniciar as atividades portuárias em 2016, e portos já em funcionamento da Bunge, da Companhia Docas do Pará (CDP) e do Terminal de Uso Privado da Archer Daniels Midland (ADM).

O desafio, no entanto, segundo avaliação dos participantes da missão, é a logística em Mato Grosso. “Muitas coisas já estão acontecendo, como nós pudemos ver na ADM e Bunge, por exemplo, e outras, como as obras das Hidrovias do Brasil, estão muito adiantadas. Agora, aguardamos que a nossa logística em Mato Grosso, nas áreas produtoras, aconteça. Hoje ela está bastante lenta. Precisamos, por exemplo, terminar a BR-163 e a BR-158, principais canais para fazer a soja chegar”, avaliou Galvan.

No segundo dia, a Aprosoja esteve em Marabá para conhecer obras do futuro terminal da Rio Marabá Logística (RML), às margens do Rio Tocantins. No terceiro e quarto dias as visitas ocorreram na sede da Vale e VLI, no Porto Madeira, e no Porto de Itaqui, onde está o Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM).

“No Maranhão nós vimos a estrutura recém-montada de quatro imensos armazéns, que formam o consórcio TEGRAM, e acompanhamos, por exemplo, o carregamento de um navio. Mais uma vez, foi comprovado que estamos certos, a saída principal da nossa soja vai ser realizada pelo Norte do país, com mais eficiência, e um custo menor para que a soja chegue no ponto final. A missão Arco Norte atingiu o objetivo e consolidou nossas ideias e projeções”, afirmou Endrigo Dalcin.

 

 

Na manhã deste sábado (25), a partir das 8h da manhã, na Praça Duque de Caxias, centro da cidade, se inicia uma carreata que pretende percorrer os três principais núcleos urbanos de Marabá e pode se estender até o outro lado da ponte (São Félix e Morada Nova).

O evento faz parte da promoção “Sacode Marabá”, realizada pelo Sindicato do Comércio de Marabá (Sindicom). A carreata visa chamar atenção dos comerciantes locais que ainda não aderiram à promoção e também mostrar ao consumidor marabaense que se ele comprar produtos nas lojas cadastradas terá direito a participar de sorteios de brindes.

A campanha prevê sorteios de brindes em cinco datas especiais: Dia das Mães (10 de maio), Dia dos Namorados (12 de junho), Dia dos Pais (9 de agosto), Dia da Criança (12 de outubro) e Dia de Natal e ano novo. Todos os sorteios de brindes serão feitos pela loteria federal.

O último sorteio, relativo às compras de Natal, será realizado em praça pública, no dia 16 de janeiro do ano que vem, numa grande festa que marcará o encerramento da programação.

As lojas do comércio local que participam da campanha estarão devidamente identificadas a partir do final deste mês, com banners na fachada da empresa.

Os brindes a serem sorteados são máquinas de lavar, notebooks, bicicletas, fritadeira elétrica, tablets, aparelhos televisores, micro-ondas e até motocicletas.

Cada cliente que fizer compras em lojas credenciadas pode concorrer duas vezes, pois caso ele seja sorteado em alguma das primeiras quatro datas especiais, ainda concorre ao último e principal prêmio que será sorteado em janeiro de 2016.

 

A produção da Vale S.A. (Vale) no primeiro trimestre de 2015, o chamado 1T15, foi marcada pela forte performance operacional do minério de ferro de 74,5 Mt - excluindo o minério de ferro adquirido de terceiros e a produção atribuível à Samarco - atingindo o seu melhor desempenho para um primeiro trimestre, em particular para Carajás, que produziu 27,5 Mt e também atingiu um novo recorde para um primeiro trimestre.

Em dezembro de 2014, a Vale iniciou a operação da mina de N4WS, que não só vai levar a aumentos de produção adicionais, mas também à redução da relação estéril-minério e das distâncias médias de transporte em Carajás. N4WS faz parte do corpo de minério N4W, um ativo de classe mundial, com 1,346 bilhão de toneladas métricas de reservas provadas e prováveis e um teor médio de Fe de 66,5%.

Excluindo a produção atribuível à Samarco de 3,5 Mt, a produção de pelotas da Vale atingiu 11,4 Mt no 1T15, em linha com o 4T14 e ficando 1,5 Mt acima do 1T14 devido ao ramp-up da usina de pelotização de Tubarão VIII.

No 1T15, a Vale desligou as plantas de ferroligas em Minas Gerais uma vez que os contratos de energia existentes expiraram e os preços de energia mais elevados  prejudicaram a viabilidade econômica das plantas. Consequentemente, a produção das operações de manganês em Morro da Mina foi afetada.

A produção de níquel totalizou 69.200 t no 1T15, o melhor desempenho para um primeiro trimestre. O trimestre foi marcado por um recorde de produção de óxido de níquel e de produção total de níquel na Vale Nova Caledônia (VNC), por um recorde de produção proveniente de um único forno em Onça Puma e pelo progresso no ramp-up de Long Harbour.

No 1T15, a produção de cobre foi de 107.200 t¹, ficando 1,6%  e 21,1% acima do 4T14 e do 1T14, respectivamente, e atingindo um novo recorde histórico de produção.

A produção de ouro totalizou 103.000  oz no 1T15, 9,7% acima do 4T14, atingindo o melhor desempenho da história devido ao ramp-up de Salobo.

A produção total de carvão no 1T15 foi de 1,7 Mt, ficando 26,6% e 5,1% menor do que no 4T14 e no 1T14, respectivamente, devido à parada das minas de Integra Coal e Isaac Plains e a um período de chuvas anormais em Moatize.

(¹) Incluindo a produção atribuível à Lubambe

 

Neste sábado (25), a partir das 8h, a Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim) promove o I Seminário de Empreendedores e Perspectivas de Mercado. O evento tem o apoio do Sindicato do Comércio de Marabá (Sindicom), do Conselho de Jovens Empresários de Marabá (Conjove) e também do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em cujo auditório, na Nova Marabá, será realizado o evento.

O início do credenciamento dos participantes interessados está agendado para as 8h da manhã e a primeira palestra, às 9h, será sobre tendências econômicas e perspectivas de mercado, com a palestrante Zeina Latif, que é doutora em Economia pela Universidade de São Paulo (USP).

A Palestra 2, programada para começar às 10h15, terá como tema o empreendedorismo e novos negócios, com Batista Salgado Giglioti, mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP).

Depois de uma pausa para o coffee break, as palestras serão retomadas com o tema proteção patrimonial, planejamento sucessório, cujo palestrante será Rodrigo Fiszman, economista formado pela Pontífice Universidade Católica (PUC-RJ).

 

 

Dentro de pouco tempo Marabá vai ter mais uma concessionária de veículos. A bola da vez é dos utilitários da marca Jeep, que deve ser representada na cidade pelo Grupo Zucatelli, que já revende veículos Fiat há décadas.

O novo investimento deve abranger também a cidade de Imperatriz, no Maranhão, de acordo com informação da Assessoria de Imprensa do tradicional grupo.

Por enquanto, a vedete da marca deve ser o modelo “Renegade”, cujo preço inicial está na casa dos R$ 66,9 mil.

O Renegade tem motor 2.0, a diesel, com câmbio automático para nove marchas e tração 4x4.