O Conjove – Conselho de Jovens Empresários de Marabá – e a ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá – realizarão a 2ª edição do Liquida Geral nos dias 6 e 7 de outubro. “A campanha tem como principais objetivos: Fortalecimento e União das entidades empresariais, promover o aquecimento das vendas e recuperação de crédito das empresas nas principais ruas comerciais de Marabá e estimular a criação de novas empresas e geração de renda nos setores produtivos da economia local”, ressalta Caetano Reis, Presidente do Conjove Marabá.

Na 2ª edição de Marabá, Conjove e ACIM esperam a adesão de 150 empresas no mínimo e será oferecido o suporte nas áreas de crédito e cobrança e em vendas como a realização do Seminário de Proteção ao Crédito, com palestra destinada a empresários e analistas de crédito e a palestra motivacional destinada a um número maior de comerciários, no intuito de orientar sobre as técnicas de vendas, atendimento e negociação.

Para realização do evento, os organizadores contam com o suporte e coordenação do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa e o Apoio Institucional do SINDICOM – Sindicato Patronal do Comercio Varejista de Marabá, do CDL – Câmara dos Dirigentes Lojistas de Marabá e da SICOM – Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Mineração, Ciência e Tecnologia de Marabá.

O sucesso do evento através da aceitação das empresas e o aumento considerável do volume de negócios realizados credenciaram sua repetição para este ano. Neste sentido, espera-se repetir o grande sucesso do ano passado, quando 80% das empresas participantes tiveram suas vendas em níveis melhores do que o Natal de 2015, e 70% melhores do que o Natal de 2016, dois meses depois do evento.

“Entendendo a importância desse momento da economia para de fato construir uma nova realidade, capturando as oportunidades de negócio ao tempo em que enfatiza a importância do fluxo comercial e de negócio como fatores de desenvolvimento, é que levaram as entidades de classe a impulsionar o potencial dos micros, pequenas e médias empresas do município, através de eventos da classe empresarial, que propiciem o aumento de vendas e atraiam cada vez mais clientes”, alinhavou Caetano.

 

Após o lançamento pelo governo federal da concessão apenas do trecho sul da ferrovia Norte Sul, entre os municípios Porto Nacional (Tocantins) e Estrela D'Oeste (São Paulo), cujo edital deverá ser disponibilizado em 14 de novembro, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Adnan Demachki, e o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) estiveram com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, e equipe para tratar do outro trecho da ferrovia, o trecho Norte, que deverá interligar a cidade de Açailândia, no Maranhão, ao porto de Barcarena, no nordeste paraense, mas por intermédio da Ferrovia Paraense, projeto do Governo do Pará já adotado pelo governo federal como a perna norte da ferrovia Norte Sul.

A Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, chefiada pelo ministro Moreira Franco, informou via ofício ao Governo do Pará a intenção de viabilizar o projeto da Ferrovia Paraense. "O projeto ligará a Ferrovia Norte-Sul ao porto de Vila do Conde, razão pela qual o trecho Açailândia a Barcarena não foi qualificado pelo Conselho do PPI no escopo da Ferrovia Norte-Sul'', diz o documento.

Na reunião com o ministro Quintella, esta semana, o secretário Adnan Demachki apresentou o estágio do processo da ferrovia paraense, os estudos de viabilidade, o processo de licenciamento ambiental e a informação dos players interessados. As duas equipes técnicas, do governo federal e do governo do Estado, deverão se encontrar em Brasília numa reunião de trabalho até o final deste mês.

O projeto

O projeto da Ferrovia Paraense prevê 1.312 quilômetros de extensão que passará por 23 municípios, interligando o leste do Pará de norte a sul. O empreendimento conectará Barcarena, no norte do Estado, à Santana do Araguaia, no sul paraense. São previstos aproximadamente 70 mil empregos diretos e indiretos durante a execução da obra, cujo custo está estimado em 14 bilhões de reais.

O Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) referente ao projeto encontra-se à disposição de interessados para consulta no Núcleo de Documentação e Arquivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), na travessa Lomas Valentinas, 2717, bairro do Marco, em Belém. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico também informa que o citado documento está acessível no site do órgão, pelo endereço eletrônico http://sedeme.com.br/portal/.

(Fonte: Agência Pará)

O tema “Chega de Mão Grande” foi o mote da campanha nacional em 2017, foram realizadas mais de 500 ações em 180 cidades do país. Mais de 1 milhão de pessoas diretamente impactadas. O Feirão do Imposto tem deixado sua marca na consciência.

Em Marabá, mais de 3 mil pessoas foram envolvidas e o Volume de negócios foi na ordem de R$ 70.000,00 e sem Impostos foi na casa dos R$ 32.000,00 nesses 3 dias de eventos. Tudo isso graças ao engajamento dos Jovens Empresários do CONJOVE – Conselho de Jovens Empresários de Marabá, entidade responsável por organizar o Feirão do Imposto em Marabá, desde 2010. O CONJOVE é uma entidade vinculada a ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá.

Caetano Candido dos Reis Neto, Presidente do CONJOVE diz que o trabalho iniciou na primeira semana de Maio, realizando 3 ações de Cidadania Fiscal nas faculdades Metropolitana, Carajás e Unopar, respectivamente, além de informar aos vereadores de Marabá, em evento na Câmara Municipal, sobre o tamanho do impacto dos impostos no dia a dia da população.

Nos dias 25, 26 e 27 foram de Ações Sociais com 2 dias para doação de sangue no HEMOPA Marabá, aonde as doações superaram a média dos dias em mais de 50% o banco de sangue do hemocentro. Vendemos Pizzas e Park de Diversões sem Impostos no Turbilhão Park no dia 25, Almoço sem Impostos na Tertúlia Churrascaria e Cinema sem Imposto no CINE A do Shopping Verdes Mares no dia 26. Já no dia 27, o grande dia de ações do Feirão do Imposto, foi vendido 3.500 mil litros de Gasolina sem Impostos e Chopp sem Impostos no Posto Vitória – Ipiranga e a noite a Cia Paulista de Pizza vendeu Pizzas sem Imposto, fechando a programação do VII Feirão do Imposto em Marabá.

Missão do Feirão

Esta ação tem o caráter apartidário e são desenvolvidas para educar a população a respeito do quanto se paga em impostos. A partir dessa mobilização, o Feirão se tornou uma ação muito importante para Marabá, com o foco na conscientização de quanto se paga em impostos e no acompanhamento da destinação dos tributos recolhidos.

Um encontro nesta no Sebrae, entre secretarias municipais de Agricultura, Educação, Indústria e Comércio e o próprio Sebrae – Serviço Apoio Micro e Pequena Empresa – objetivou o estudo de estratégias com o intuito de incrementar a produção da agricultura familiar no cardápio da merenda escolar do município, que hoje se encontra na faixa de 20% de todo o consumo estudantil.

Segundo Milton França, técnico em Agropecuária da Seagri, a intenção é que, num primeiro momento, esse percentual de produtos dos micros e pequenos agricultores ultrapasse a casa dos 30% e nos próximos anos melhore gradativamente o leque de produtos consumidos nas escolas públicas de Marabá.

Indagado acerca das providências para a melhoria da produção, França afirmou que o prefeito Tião Miranda ordenou a manutenção do maquinário da Seagri com vista à mecanização agrícola da safra, um passo importante na melhoria da produtividade.

Outra providência é no sentido de encaminhar à Câmara Municipal de Marabá, projeto de lei para fiscalização da agroindústria pelo município. “Hoje, somente três indústrias de polpa de frutas tem CIF, federal”, observa, dizendo que é necessário aumentar a abrangência dessa fiscalização, incluindo também pequenos laticínios para que fornecem leite e queijo à merenda escolar.

Presente à reunião, o vice-prefeito Toni Cunha acenou para a melhora da estrutura e organização das feiras de Marabá.

(Fonte: PMM)

A 7ª edição em Marabá terá o tema “Chega de Mão Grande”, projeto que visa diversas ações no mês de maio. Objetivo é levar a população a refletir sobre o impacto da corrupção no dia a dia e a importância do retorno dos impostos. Realizado em Marabá e simultaneamente em mais de 100 cidades brasileiras nos dias 25, 26 e 27 deste mês, o evento tem com proposta informar a população sobre a alta carga tributária que incide em produtos e serviços no país. O 7º Feirão do Imposto terá lançamento nesta quinta (18), às 18h, na sede da ACIM – Associação Comercial e Industrial de Marabá.

Caetano Candido dos Reis Neto, presidente do Conselho de Jovens Empresários de Marabá (CONJOVE), convida toda a sociedade, as entidades do comércio e as instituições parceiras do Conselho para esse lançamento na ACIM. Ele enfatiza que o Feirão do Imposto já é uma ação em Marabá com reconhecimento nacional, fruto do envolvimento dos Jovens Empresários e de Empresas que acreditam e apoiam o CONJOVE, nas ações sociais, de cidadania fiscal ou na comercialização de produtos sem impostos.

Há quatro anos o CONJOVE realizada um dos maiores eventos em volume de negociações e empresas participantes. O Feirão do Imposto é uma marca registrada da CONAJE – Confederação Nacional dos Jovens Empresários – e dos inúmeros movimentos jovens associativistas do país, que não medem esforços para disseminar informações tributárias de forma simplificada à população e questionar a aplicação destes recursos.

Neste ano, o Feirão do Imposto é realizado pela CONAJE, em parceria com os movimentos de jovens empreendedores e empresários nos estados e municípios, com o Ministério Público Federal – MPF e as 10 medidas contra a corrupção, com o Movimento Brasil Eficiente – BEM, com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil – CACB e com Observatório Social do Brasil – OSB.

Situação no Brasil

Segundo a Organização de Transparência Internacional, o Brasil piorou três posições no ranking sobre a percepção da corrupção no mundo em 2015, ficando na 79ª posição entre 176 países, ao lado de China, Índia e Bielorussia. O estudo leva em conta outros 13 levantamentos relacionados à corrupção realizados por instituições como Banco Mundial, World Justice Project e Global Insight.

A corrupção interfere no retorno dos impostos em benefícios para a sociedade, porque retira investimentos em áreas essenciais como saúde, segurança e educação. De acordo com a Organização das Nações Unidas, estima-se que, aproximadamente, R$ 200 bilhões são desviados no Brasil, por ano. Este valor significa três vezes o orçamento da saúde ou educação, e cinco vezes o orçamento da segurança pública.

A corrupção também afeta a competitividade das empresas, sendo que o Brasil perdeu mais seis posições no ranking das economias mais competitivas do mundo, caindo para a 81ª colocação em 2016. O ranking avalia 138 países e foi divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). O levantamento é um termômetro do nível de produtividade e das condições oferecidas pelos países para gerar oportunidades e para que as empresas possam obter sucesso. Além disso, a corrupção atrapalha o desenvolvimento econômico e social. Pesquisas revelam que quanto maior o índice de corrupção, maior será a desigualdade e menor será o desenvolvimento.

Missão do Feirão

 

Esta ação é desenvolvida para educar a população a respeito do quanto se paga em impostos. A partir dessa mobilização, o Feirão se tornou uma ação muito importante para Marabá, com o foco na conscientização de quanto se paga em impostos e no acompanhamento da destinação dos tributos recolhidos.