A TIM segue aproveitando o potencial da maior rede 4G do Brasil para diversificar sua estratégia de negócios. A operadora acaba de ampliar a cobertura do seu serviço de internet residencial e para empresas e pequenos negócios que funciona na rede LTE. O produto já está disponível em mais de 50 municípios e chegou a todas as regiões do país.

Além disso, as novas ofertas – com velocidades de 2 Mbps e 4 Mbps – passam agora a contar com o TIM Protect, um pacote de proteção online, com serviços voltados para segurança e confiabilidade na navegação, sem nenhum custo adicional.

Outra novidade é a possibilidade de contratação de franquia adicional. Para garantir a qualidade do serviço, as duas ofertas possuem franquia de 50GB e 80GB. A partir de agora, quando esses pacotes de dados se esgotam, o cliente será redirecionado para uma página e poderá contratar 10GB adicionais por R$ 49,90 ou optar por seguir navegando em velocidade reduzida. O cliente terá acesso à fatura e controle do consumo pelo novo portal MEU TIM WEB.

“Enxergamos um grande potencial de adesão a esse serviço, que oferece conexão de forma simples e rápida em regiões com muita procura e pouca oferta de banda larga de qualidade. Muitos dos nossos clientes atuais afirmam que é a primeira internet que contratam para sua casa. Mas observamos que também podemos atingir o público de pessoas físicas, como microempresários e profissionais liberais. Vamos seguir ampliando a cobertura e agregando novidades ao produto, que já apresenta resultados positivos”, conta Fabiano Ferreira, diretor de Residential Solutions da TIM Brasil.

Dentre as novas localidades onde o produto passa a ser oferecido, estão Marabá (PA), Ananindeua (PA)  Brasília (DF), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Vitória (ES), Vila Velha (ES), Montes Claros (MG), Passo Fundo (RS), Boa Vista (RR), Porto Velho (RO) e Rondonópolis (MT), dentre outras. A previsão é chegar a 70 cidades no primeiro trimestre deste ano.

O pacote de proteção incluído gratuitamente nos planos oferece quatro serviços para usar a internet com tranquilidade, segurança e confiança. Entre os benefícios, está o TIM Protect Segurança, que previne e elimina vírus dos devices cadastrados, o TIM Protect Backup, com opção de armazenamento de arquivos e outros conteúdos na nuvem, além do TIM Protect Filhos, uma solução completa para os pais monitorarem a localização das crianças e suas atividades na internet e, por fim, o TIM Protect Wi-Fi, que protege a conexão de aparelhos em redes públicas, bloqueia anúncios incômodos e garante segurança durante a navegação. Vale ressaltar que os clientes que já possuem a assinatura do serviço precisam solicitar a migração para o novo plano para a inclusão do TIM Protect.

Como funciona

O serviço utiliza a tecnologia WTTX, que surge como uma opção de qualidade para atender regiões com demanda de banda larga reprimida devido à carência de ofertas e a uma infraestrutura de rede fixa ainda em desenvolvimento. O usuário tem liberdade para navegar, com estabilidade e ativação simples, por meio do modelo “plug and play”. Ao contratar, o cliente recebe um kit que contém chip de dados 4G, modem e fonte de alimentação AC. Basta inserir o chip e ligar os aparelhos na tomada para começar a navegar. São dois pacotes oferecidos: 2 Mbps de velocidade de download e upload por R$ 93,90 mensais e 4 Mbps de velocidade de download e 2 Mbps de upload por R$ 119,90 mensais.

Para checar a cobertura e assinar o produto, basta visitar o site tim.com.br/casainternet ou pelo televendas no número 10341. Também será possível comprar o equipamento e contratar o serviço nas principais lojas da TIM nas regiões atendidas pelo produto.

 

 

Com o retorno das atividades escolares, voltam às dúvidas na hora de montar o cardápio da criançada. O que colocar na lancheira do seu filho? Crianças em idade escolar muitas vezes manifestam suas vontades alimentares e algumas torcem o nariz para frutas, verduras e legumes. A missão é fazer com que os pequenos troquem as guloseimas, como salgadinhos, bolachas, refrigerantes e balas por alimentos mais saudáveis e nutritivos.

 

Mas, de que forma é possível montar este cardápio? Quais alimentos não podem faltar na rotina alimentar das crianças? Como montar pratos coloridos e interessantes a fim de despertar o interesse dos pequenos que não gostam de legumes e verduras? Como preparar lanches para crianças diabéticas ou com alto nível de colesterol? Como montar um cardápio para a semana inteira, de forma saudável e sem restrições?

 

Cristiane Botelho, nutricionista da Clínica de Nutrição da Universidade Univeritas/UNG explica como preparar uma lancheira saudável, mais sem perder o sabor.

 

Para montar uma lancheira saudável a dica principal é variar e usar a criatividade. Resumidamente, incluir um carboidrato (como pão, bolacha, bolo ou cereal), uma fruta e um lácteo. Procure variar as opções ao longo da semana, isso incentiva a criança a comer com mais prazer. Outra dica bacana é convidar a criança para ajudar a montar a lancheira e pedir, por exemplo, para ela escolher qual fruta quer comer naquele dia, ou qual sabor de suco deseja, dentro das opções disponíveis.  Desenvolver a autonomia dos pequenos nessa hora, vai estimular o consumo do produto escolhido para levar para escola e vai contribuir para que eles se tornem adultos com hábitos alimentares mais conscientes.

 

Alegando a praticidade, muitas famílias acabam optando por alimentos industrializados. Nesse caso, a dica é que se façam escolhas mais inteligentes, optando por alimentos nas versões assadas, integrais e com menos teor de sódio e açucares. A Água de coco deve pasteurizada, e no caso dos sucos a sugestão é optar pelo de uva integral (vendidos em garrafas de vidro no supermercado).

 

Lembrar sempre de mandar uma garrafa de água na mochila também é muito importante. Com pequenas trocas, é possível seguir uma alimentação equilibrada, que refletirá em mudanças para toda a vida e em um crescimento saudável.

 

Dicas de composição das lancheiras:

 

LANCHE 1: Cookies integrais + fruta + suco caseiro

 

LANCHE 2: 1 fatia de melão cortada em cubinhos + 2 fatias de pão integral + 1 fatia de queijo branco com tomate e orégano

 

LANCHE 3: 1 potinho de salada de frutas + 1 pedaço de bolo caseiro + 1 iogurte

 

LANCHE 4:  1 maçã + 2 fatias de pão integral com patê de ricota ou atum + 1 água de coco

LANCHE 5: 1 iogurte + 1 porção de cereal integral + 1 banana

 

LANCHE 6: 1 fatia de torta caseira de frango ou atum ou legumes + 1 porção de fruta + chá gelado

 

Fique atento:

 

Bebidas: No caso dos sucos de frutas prefira as que possuem menor velocidade de oxidação, como melancia, acerola, abacaxi, mamão, goiaba e maracujá. Com o tempo, os sucos naturais podem perder uma parte das vitaminas, mas, ainda assim, é mais saudável que as versões de caixinhas.

 

Iogurtes e lácteos: Para evitar que estrague o produto desse ser mantido no freezer por algumas horas, até começar a congelar. Depois disso, retirar do freezer um pouco antes da criança ir para a escola e colocar na lancheira. Dessa forma, até a hora do recreio, o produto estará descongelado e fresco para o consumo.

 

Patês: Para deixar a receita mais saudável recomenda-se o uso de ricota, queijo tipo cottage ou cream-cheese como base. O alimento escolhido deve ser batido no liquidificador com cenoura, atum, salsa ou outro ingrediente de preferência da criança. Esse alimento pode ser guardado na geladeira, em um pote com tampa, e usado para rechear pães, que podem ser embrulhados com papel filme ou alumínio. A durabilidade média é, normalmente, de três ou quatro dias.

 

Petiscos: Mix de castanhas, cereais sem açúcar ou frutas desidratadas. É prático e nutritivo. Basta manter em potes ou saquinhos.

A Receita Federal divulgou, recentemente, que 747 mil declarações estão retidas na malha fina do Imposto de Renda de 2017, por conta de erros e informações inconsistentes. Na maioria dos casos, o quem tem levado as pessoas à essa situação é a omissão de rendimentos e inconsistências na declaração de despesas médicas.

O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, conta como os contribuintes podem descobrir se caíram na malha fina.

“O primeiro passo é ela consultar o extrato da declaração disponível na página da Receita. Lá no extrato, ela vai verificar a pendência; vai estar o nome das empresas. Se não estiver correto e ela tiver condições de corrigir, ela faz a correção por uma Declaração Retificadora, manda a Declaração Retificadora e, se coincidir com as informações da Receita, ela terá a sua restituição liberada.”

Joaquim Adir conta também quais são os principais fatores que levam o contribuinte a ficar com a declaração retida na malha.

“É muito comum a inconsistência de despesas médicas, situações em que as pessoas não informam rendimentos, às vezes de uma segunda fonte, as vezes o rendimento de dependente, um aluguel, dependentes que não preenchem as condições de dependência. Há muitas situações em que o contribuinte fica com a sua declaração retida em malha.”

A Receita Federal disponibiliza um aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e à situação cadastral no CPF. Com a ferramenta, é possível consultar informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Lembrando que a restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, ele pode requisitá-la pela internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição.

Nesta segunda (8), o lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física, referente a janeiro, foi liberado para consulta. A Receita Federal calcula que R$ 310 milhões serão desembolsados para declarações de 2008 a 2017, que incluem mais de 165 mil contribuintes que estavam na malha fina, mas acertaram os débitos com o Fisco.

(Agência do Rádio)

 

Proposta de disque-denúncia nacional contra crimes ambientais entra em fase final de tramitação na Câmara. O projeto de lei (PL 143/11) do deputado Weliton Prado, do Pros de Minas Gerais, altera a Política Nacional de Meio Ambiente (Lei 6.938/81) e só depende de uma última aprovação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara para ser enviada à análise do Senado.

O texto cria o Sistema Nacional de Denúncia a Crimes e Agravos Ambientais para estimular o cidadão a comunicar atos ilícitos contra o meio ambiente. O anonimato do denunciante é garantido. Apesar de o Ibama já possuir o serviço Linha Verde desde 1989, o deputado Evair de Melo, do PV do Espírito Santo, um dos relatores da proposta, argumenta que a medida vai mobilizar outros órgãos públicos e a sociedade nessa tarefa.

"Esse canal existente não está funcionando, uma vez que ele não permite checar a veracidade. Nós precisamos criar uma rede entre o Ibama, os órgãos municipais e estaduais e a sociedade organizada. É preciso envolver a sociedade. A questão ambiental tem impacto na vida de todos nós. O que estamos querendo fazer é criar um mecanismo para, primeiro, permitir a denúncia quando o fato tiver acontecido, mas, ao mesmo tempo, dar transparência, para que não tenhamos denúncia anônima nem irresponsável".

Para a coordenadora de ouvidoria do Ibama, Carla Sereno, a melhor estratégia seria o fortalecimento da Linha Verde, que funciona no telefone 0800 618 080: "De janeiro a outubro, a gente teve um total de 60 mil ligações. As principais denúncias recebidas são cativeiro de animal silvestre, desmatamento, degradação ambiental, comércio e transporte clandestino de animal silvestre, crimes ambientais na internet e poluição ambiental. A sugestão do Ibama é que a Linha Verde seja fortalecida. Como a gente já tem a expertise - a Linha Verde existe desde 1989 -, o gasto seria menor e toda a estrutura já está montada".

Outro relator da proposta, deputado Uldorico Junior, do PV da Bahia, não vê riscos de aumento das despesas. Segundo Uldorico, os custos da implantação do Sistema Nacional de Denúncia a Crimes e Agravos Ambientais podem ser amparados nas dotações orçamentárias genéricas do Ibama e do ICMBio, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

(Fonte: Câmara dos Deputados)

 

O Facebook lançou esta semana o Messenger Kids, uma versão de seu serviço de bate-papo voltado para crianças com menos de 13 anos. O uso da rede social, assim como o de suas plataformas acessórias, é vetado a menores dessa idade.

Segundo a empresa, ainda que seja voltada apenas a crianças com menos de 13 anos, os pais terão controle sobre tudo que elas podem ver.

O Facebook informou que crianças com essa idade já estão usando apps e outros produtos de tecnologia longe dos olhos dos pais. O Messenger Kids possui algumas configurações que dão maior poder aos responsáveis:

Os pais têm de baixar o app no celular dos filhos;

São eles que configuram a conta usada no bate-papo;

A criança não precisa inserir número de telefone ou conta no Facebook para acessar;

É o responsável que decide se aprova ou não qualquer novo contato;

Ele também escolhe se a criança pode ter conversas em vídeo ou enviar fotos e vídeos.

“Em outros apps, eles podem contatar qualquer um que eles quiserem ou ser contatos por qualquer pessoa”, afirmou David Marcus, diretor do Messenger no Facebook.

As crianças com acesso ao Messenger Kids podem conversar com adultos que tenham uma versão regular do Messenger, desde que os pais deem autorização.

Ainda que as crianças possam conversar apenas com quem os pais autorizarem, um sistema automático de detecção as impede de mandar imagens em que estejam em situações íntimas ou violentas.

Quando as crianças completarem 13 anos, elas deixam o Messenger Kids e podem escolher se criam uma conta oficial.

O app foi lançado por ora apenas nos Estados Unidos para iOS e Android.