Quem esteve no Cine Marrocos, na noite da última sexta-feira (17), para assistir ao show do lançamento do CD Fé no Canto teve a oportunidade de presenciar o resultado que acontece quando recursos (ainda que pequenos) são canalizados para movimentos artístico-culturais personificados por pessoas talentosas e comprometidas.

E quando se fala em talento, não se trata de um elogio ao excelente Diego Aquino, que integra o projeto e cujo talento já é reconhecido por quem faz música e ouve música em Marabá. Trata-se de analisar toda a conjuntura formada em torno desse trabalho.

O CD Fé no Canto, composto por 10 músicas autorais, nasceu a partir de um projeto da hoje socióloga Jane Martins, aprovado na Pró-reitoria de Extensão da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), por meio do Edital nº 0/2014.

Essa iniciativa da Proex foi que começou a possibilitar a materialidade do produto imaterial que encheu de harmonia e esperança os olhos e os ouvidos daqueles que prestigiaram o lançamento do CD no Cine Marrocos.

Com esse trabalho, Jane Martins, Marcelo Melo, Áyla Marques, Diego Aquino e Lariza Xavier (os artistas) mostraram que Marabá é um celeiro de bons músicos e também de pessoas engajadas em questões sociais, tendo como base para isso a universidade, como tem que ser.

Não fizeram barulho, como faz o tambor, que o faz por estar oco. Fizeram música densa, cheia, repleta. Produziram conteúdo.

Os jovens artistas apresentaram músicas que falavam de fé, de amor e das luta sociais por melhores dias. Passando por blues, ijêxa, samba, forró e boi bumbá, eles fugiram da música que vende fácil. Fugiram dos já batidos “sertanejo universitário” e “arrocha”, que têm se massificado nas noites de Marabá e do Brasil.

Não se trata de uma crítica a esses ritmos que são febres hoje em dia. Mas é que Marabá precisa de coisas novas, gente nova, músicas novas, ritmos novos.

Depois da noite da última sexta, ficou mais claro do que nunca que hoje a música precisa de mais Janes, Marcelos, Áylas, Diegos e Larizas.

'Rios de Encontro', o projeto socioeducativo e ecocultural enraizado na comunidade Cabelo Seco na Velha Marabá, lança seu oitavo ano e novo ciclo com seu segundo Festival de Verão, 'Sou Glocal'. A semana de intervenções culturais, ações artísticas, rodas, oficinas e diálogos internacionais, abre no dia 25 de julho com uma grande Bicicletada 'Deixa-Me Passar!', e encerra com a segunda 'Festa da Pipa Solar' no sábado, dia 1º de agosto.

Desde a turnê que levou 15 integrantes do Projeto para apresentar os espetáculos 'Deixa Nosso Rio Passar!' e 'Lágrimas Secas' em New York e culminou no Pátio Shopping e Cabelo Seco, os jovens artistas e arte-educadores do 'Rios de Encontro' passaram os últimos meses num processo de reflexão, consulta e planejamento criativo. "Depois de 24 apresentações e 84 oficinas, tudo em três semanas,", conta Dan Baron, "precisávamos respirar fundo. Voltamos com uma perspectiva claríssima mas um pouco pesada sobre o significado mundial de Marabá e de cada uma de nossas ações e decisões. Precisávamos nos distanciar para imaginar como integrar tanta experiência no nosso palco de Cabelo Seco!".

Dan Baron explica. "Na primeira noite de histórias e sonhos na Pracinha de Cabelo Seco em abril de 2009, ninguém poderia ter imaginado que, sete anos depois, crianças condenadas a viver chacinas de jovens e cercadas por preconceito iam ganhar um prêmio mundial. Porém o ganhamos não somente como artistas e arte educadores, mas como embaixadores amazônicos, e recebemos as mesmas perguntas em cada escola que visitamos: o que fazer para ajudar a preservar Amazônia? e porque Marabá está tão passiva diante a iminente violação do Rio Tocantins e destruição do equilíbrio da Amazônia? O tema de nosso festival de verão, 'Sou Glocal', afirma nossa consciência que nossa vida local tem impactos globais, e como o mundo impacta em nossa vida. Cada postagem no celular mostra isto! Mas não reconhecemos que hoje, nós em Marabá influenciamos o mundo, até a nossa passividade. Depois de meses de diálogo entre nós e com velhos e novos parceiros, temos uma resposta!".

O Festival de Verão 2015 afirma os focos principais que vão guiar as ações e colaborações com as escolas, comunidades e universidades, no próximo semestre, sempre com o duplo-foco local e mundial: alfabetização eco-cultural, ação cultural comunitária e economia sustentável. "Porém, temos quatro questões urgentes que estão bem presentes na nossa vida que vão permear tudo," continua Dan, "sexualidade juvenil, vida celular, criatividade infantil e coragem indígena. Cada uma destas questões é cercada com preconceito, medo e silêncio, e todas vão influenciar a questão mais urgente na vida glocal de cada um de nós hoje: virar as costas ou preservar o Rio Tocantins?".

O festival 'Sou Glocal!' oferecerá Oficinas de violão, dança, televisão comunitária, mosaico juvenil, animação, e biomedecina, e Rodas de dança afro-contemporânea, desenhos animados, vídeos sobre Amazônia (abordando sexualidade, mídia e ação juvenil), e conversa sobre Cuidado Comunitário (segurança, fisioterapia, escola e energia solar). Vai ter quatro grandes ações nas ruas, abertas a todos: a Bicicletada 'Deixa-Me Passar!' (dia 25), a 'Aldeia Criativa de Leitura Infantil' (dia 29), a Festa das Artes 'Somos as Américas!' (dia 31), a Festa de Pipa Solar (dia 01).

 

Serviço:

Rios de Encontro convida todos os interessados nas oficinas e rodas a logo garantir sua inscrição a partir do dia 21 de julho! Vagas são bem limitadas! Mais informações com Manoela Souza (94) 99192 0171 e (91) 98847 8021.

 

(BOX)

Programação do Festival de Verão 'Sou Glocal' 2015

 

Sab, 25.07, 08h-12h - Bicicletada 'Deixa-Me Passar!'

Sab, 24-25.07, 16h-18h - Aldeia Criativa de Leitura Infantil

Dom, 26.07, 09h-12h - Oficina de Mosaico Juvenil

Dom, 26.07, 19-20h - Roda 'Cuidado Comunitário' (segurança, fisioterapia, escola, energia solar)

Dom, 26.07, 21-23h - Roda Vídeo Amazônia

Seg-Qua, 27-28.07 19-20h - Oficina de Violão

Seg-Sex, 27-31.07 10-12h - Oficina de Biomedecina

Seg-Sex, 27-31.07,16-18h - Oficina de Vídeos de Animação

Seg-Qu, 27-29.07, 19-21h - Roda de Dança Afro-Contemporânea

Qua, 29.07, 20-21h - Roda Amazônica (meio ambiente, sexualidade, mídia e ação juvenil)

Qui, 30.07, 17-18h30 - Aldeia Criativa de Leitura Infantil

Qui, 30.07, 20-22h - Roda Amazônia - Futuro do Rio Tocantins?

Sex, 31.07, 19-21h - Festa das Artes 'Somos as Américas!'

Sab, 01.07, 13h-18h - Festa de Pipa Solar

Sab, 01.07, 19h-21h - Festa de Vídeo, Certificados e Sorteio de Verão

 

Dez canções de jovens autores dão corpo ao CD Fé no Canto, que será lançado nesta sexta-feira (17), às 20h, no Cine Marrocos, Marabá Pioneira. O disco é fruto de projeto da hoje socióloga Jane Martins, aprovado junto à Pró-reitoria de Extensão da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), por meio do Edital nº 0/2014.

A ideia central da iniciativa é valorizar a produção autoral de jovens talentos da cidade irrigada pelos rios Tocantins e Itacaiunas. Além da autora do projeto, assinam as composições e as interpretam os artistas Marcelo Melo, Áyla Marques, Diego Aquino e Lariza Xavier.

As músicas trazem em suas letras e arranjos elementos identitários da região amazônica. O álbum foi gravado no Studio Calango em Marabá, e reproduzido por Klara CD’s, na Bahia e contou com a produção musical de Itair Rodrigues.

Martins declara-se contente com o resultado final: “Fiquei muito feliz com o resultado e o trabalho desenvolvido não só dos interpretes e compositores, mas também com os músicos da banda base (Edu Hilário, Guedinho, Itair, Marcelo Melo, Welberth Brás e Walisson) e o empenho do produtor, que fez um trabalho com profissionalismo e afeto”.

Para a autora, o CD cria um canal para divulgação dos trabalhos produzidos no sudeste paraense, uma região estigmatizada pela violência. “Temos várias identidades na região marcada pela migração, que combina inúmeras culturas, cores e anseios que devem ser potencializados e levados ao mundo” arremata. (Matéria extraída do blog rogerioalmeidafuro.blogspot.com.br)

Serviço:

Lançamento do CD Fé no Canto

Cine Marrocos

Dia 17

Horário: 20h

Ingressos disponíveis na Casa do Livro, Campus I da UNIFESSPA e no dia lançamento.

Set list:

1ª “Meu Morenin” – Lariza Xavier (Lariza Xavier)

2ª “Maria Mãe de Amor” – Áyla Marques (Áyla Marques)

3ª “Blues do Sabiá” – Diego Aquino (Diego Aquino)

4ª “Singrador” – Jane Martins (Clauber Martins)

5ª “Vida Que Morre” - Lariza Xavier (Lariza Xavier)

6ª “Canção da Alma” - Áyla Marques (Áyla Marques)

7ª “Pedra Palmares” – Jane Martins (Milton Rocha)

8ª “Boi Curupira” – Marcelo Melo (Marcelo Melo)

9ª “Prece a Oyá” – Diego Aquino (Diego Aquino)

10ª “A Floresta” – Todos (João José Gomes)

Perfil dos artistas

Jane Martins (Musico e Cientista Social pela UNIFESSPA)

Marcelo Melo (Musico e Mestre pela UNIFESSPA)

Áyla Marques (Musico e Bacharel em Direito pela UNIFESSPA)

Diego Aquino (Musico e Graduando de Ciências Sociais pela UNIFESSPA)

Lariza Xavier (Musico e Graduanda de Letras pela UNIFESSPA)

 

O professor/mestre da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Evandro Medeiros, se encontra em Cabo Verde, na África, com o objetivo participar da 1ª Oficina da Universidade Popular dos Movimentos Sociais, sobre o tema “Educação, Movimentos Sociais e Dignidade Humana: 40 Anos de Educação em Cabo Verde e desafios pós-2015”, cujo objetivo era debater experiências de luta por direito à educação no país e as experiências politicas e culturais da comunidade camponesa de Rabelados, localizada no norte da Ilha de Santiago, onde fica a capital de Cabo Verde.

Estiveram presentes na comitiva internacional representantes da Universidade de Coimbra, de Portugal, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira [UNILAB], situada no Ceará, da qual faz parte a professora Jacqueline Serra Freire, coordenadora da comitiva brasileira na visita ao país africano, da Universidade Federal do Pará, na pessoa do professor Hilton Silva, coordenador da Casa África-Brasil/UFPA.

De Marabá, além de Medeiros, esteve participando também da missão Alexandra Duarte, da Trama Teia Filmes. “Ficamos responsáveis pela tarefa de produzir pequenos documentários e coleção fotográfica que servirão para divulgar internacionalmente as atividades realizadas pela UPMS em Cabo Verde. O convite foi feito devido à nossa experiência com movimentos sociais e pela produção de filmes documentários e exposição fotográfica, tal como a série ‘Escola Quilombo’, realizada com Universidade Federal de Tocantins (UFT) nos anos de 2013 e 2014”, relata Evandro.

Fez parte da programação, o encontro com o diretor do Instituto Universitário de Educação, Florenço Varela, a quem foi apresentado um histórico dos avanços da educação no país e os desafios postos a educação superior e formação acadêmico-profissional da juventude. O diretor do IUE foi o anfitrião e coordenador da missão no país, guiando a comitiva internacional até a região de Espinho Branco, a caminho da comunidade dos Rabelados, formada por camponeses que resistiram à subordinação religiosa imposta pela igreja católica nos anos de 1940, quando o país ainda era colônia de Portugal. Por conta disso, na tentativa de preservar seus costumes africanos, a comunidade sofreu represálias e foi marginalizada, refugiando-se nas montanhas onde passou a viver livremente sua cultura, tornando-se símbolo da resistência ao poder colonial e da luta pela libertação de Cabo Verde.

Durante a viagem pelo interior do país, a comitiva com participantes do evento passou pelo município de Santa Catarina com parada na casa onde viveu Amílcar Cabral, líder e intelectual popular envolvido nas lutas pela libertação de Cabo Verde, contra a subordinação colonial a Portugal.

“Visitamos ainda o Campo de Concentração do Tarrafal, onde entre as décadas de 1930-1960 eram encarceradas pessoas que se opunham ao sistema de governo fascista de António de Oliveira Salazar, então governante de Portugal. Conhecido como Campo de ‘Morte Lenta’, entre 1960-1970, o local também foi de tortura e prisão dos ativistas e combatentes envolvidos na luta anti-colonial na África, pela independência contra o julgo dos países europeus em pleno século XX [fazem apenas 40 anos que o país conseguiu sua independência e a oficina fez parte das comemorações dessa conquista]”, alinhavou o professor.

Hoje o Campo de Concentração do Tarrafal foi transformado em um Museu da Resistência, sendo apresentado ao público como símbolo da independência nacional, com exposição de utensílios e uniformes, parte da estrutura física antiga preservada e uma instalação de fotos com depoimentos dos sobreviventes e grandes painéis com nomes de todos os presos que por ali passaram incorporada ao local. Algo que se constitui num verdadeiro ensino de história às novas gerações sobre e que ajuda a perpetuar o sentimento de dignidade humana e pertencimento popular-nacional diante da tragédia provocada por sistemas políticos autoritários-colonialistas e a importância da luta pela libertação de Cabo Verde e de todo continente Africano. Um exemplo para o Brasil, em tempos de Comissão Nacional da Verdade e da busca de mecanismos que ajudem a preservar a memória e contar os fatos ocorridos durante a Ditadura Militar no país, assim como um exemplo para Marabá, com o centro de tortura Casa Azul.

Líder desta luta, Amílcar Cabral foi também um grande pensador africano na área educacional, companheiro de Paulo Freire quando este vivia fora do Brasil por conta da Ditaduta Militar. Elaboraram juntos muitas ideias da Pedagogia Libertadora que hoje fundamenta as experiências de educação popular pelo mundo, em Cabo Verde e no Brasil. Para nós, em especial, os ideais de Freire e Amilcar Cabral inspiram fortemente os projetos da Educação do Campo. Fato que coloca Cabo Verde como uma referência e parceria importante em projetos pedagógicos com o Brasil por meio dos convênios com a UNILAB.

A viagem

Na comunidade de Rabelados a comitiva ficou hospedada por dois dias em caráter de residência numa pequena escola construída pela própria comunidade, vivendo com a população local e realizando momentos de discussão sobre o tema da oficina. Ali foi possível conhecer a cultura, o modo de produção e a história de luta da comunidade, bem como suas experiências na conquista de direitos.

“Conviver com a alegria das muitas crianças que estavam o tempo todo ao nosso redor e vivenciar as dificuldades enfrentadas pelos Rabelados também fez parte da experiência com os Rabelados. Constatamos a importância da organização coletiva da juventude na produção artística por meio do projeto Rebelarte, organizado pela artista plástica Misá Kouassi, que dedica sua vida à comunidade a mais de vinte anos”, relata.

A oficina contou com a participação de jovens locais, em sua maioria mulheres, que se destacaram pela qualidade de suas intervenções num ambiente de intelectuais e militantes sociais adultos. Durante os dois dias de vivência na comunidade os participantes, estrangeiros e locais, dialogaram em português e crioulo a respeito de suas experiências com os movimentos sociais, universidades e organizações artísticas, focando a luta pelo direito à educação, pelo respeito à diversidade e pela implementação de processos pedagógicos e políticos emancipadores, críticos e criativos.

Na última tarde do evento esteve presente o representante do governo de Cabo Verde, Antero Veiga, o ministro da Ambiente, Habitação e Ordenamento do Território, que foi realizar a escuta das reflexões e pautas produzidas na oficina da UPMS. Na oportunidade foi apresentado um pequeno vídeo documentário produzido por mim e Alexandra Duarte, com os relatos dos participantes da oficina e membros da comunidade Rebelados sobre a realidade, conquista e desafios a serem superados no que tange a garantia do direito à educação nacionalmente e na Comunidade Rebelado.

 

“Por fim, todo esse percurso constituiu-se numa formidável troca de experiências que certamente possibilita aos participantes repensarem suas práticas e projetos pedagógicos, acadêmicos e políticos em seus países. Para nós, em especial, a experiência da Comunidade de Rabelados ajuda a pensar como a mobilização e protagonismo da juventude na luta pelo direito a educação e a educar-se, valorizando a arte como mecanismo de mediação entre a tradição cultural, a dinâmica social ancestral e a modernidade, no enfrentamento à opressão e discriminação social, podem transformar o mundo e formar novas gerações empoderadas, orgulhosas de ser quem são e auto-afirmadas politicamente diante do Estado e do restante da sociedade.”

Evandro Medeiros

Nesta sexta-feira (26) foi entregue as premiações do concurso de redação promovido pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Semsur), com escolas da rede municipal de ensinoem alusão ao transcurso dos 102 anos de emancipação político-administrativa de Marabá.

Com base na frase “Eu sou Marabá e dela eu vou cuidar, cidade limpa, cidade bela, saber cuidar é amar, jogue limpo com Marabá”, Jéssica Emile Ribeiro Souza foi quem redigiu a melhor redação, levando um tablete Samsung 4 como prêmio. A escola de Jéssica, a Escola Municipal de Ensino Fundamental “Darcy Ribeiro”, no bairro Laranjeiras, também foi premiada com uma caixa de som amplificada com microfone sem fio. A professora da aluna, Lucilene Maciel, também foi reconhecida com um tablet.

Além da Semsur, o concurso envolveu também a Secretaria Municipal de Educação (Semed), com o apoio da Havan, Betel-Loc Service e Limpus - Soluções Ambientais.

Jéssica, de 14 anos, leu a redação diante dos secretários Cláudio Feitosa (Urbanismo) e Pedro Souza (Educação) e de uma plateia que acompanhou a entrega da premiação.

“Para quem não é da área de educação acha que a vitória da Jéssica é só mais uma. Mas, para nós, que somos da Educação, é um orgulho ver um fruto nosso nascer, crescer e mostrar que está pronto para o mundo”, disse professor Pedro Souza.

O secretário de Urbanismo elogiou Jéssica e disse que ela está contribuindo com o despertar de uma nova consciência sobre a Educação Ambiental. (Texto: Célio Sabino/Fotos: Helder Messiahs)