Nesta quinta-feira, dia 13, a Celpa fará a inauguração de um centro de reabilitação de animais na Fundação Zoobotânica de Marabá. A iniciativa da concessionária faz parte do projeto Energia Social e contou com um investimento na ordem de R$ 750 mil. O novo centro beneficia centenas de espécies da fauna local, que quando estão em situação de risco, são colocadas em cativeiro para terem o tratamento adequado e serem reintroduzidas ao seu ambiente nativo da maneira mais adequada.

O novo complexo instalado na Fundação tem uma estrutura que inclui um hospital para os animais, onde é possível realizar procedimentos de primeiros socorros e até mesmo cirurgias. Há também uma sala de necropsia, um ambiente para preparação de alimentos, um espaço administrativo e uma jaula com cerca de 200m², onde ficarão um casal de onças pintadas. Ainda foi viabilizada a compra de um aparelho de raio x, uma máquina de ultrassonografia, macas, estolas, pistolas de tranquilizantes, entre outros materiais. Esta nova composição do local serve para atender com mais comodidade e conforto todas as espécies da região.

Para a analista de Responsabilidade Social da Celpa, Michelle Miranda, os projetos sociais também devem priorizar a preservação da fauna, principalmente em se tratando de Amazônia. “Nós vivemos em uma região com um potencial incrível no que diz respeito aos recursos naturais, então é nosso dever contribuir para o equilíbrio e preservação das espécies com projetos como esse que estamos concluindo em Marabá. Tudo faz parte de um conjunto maior, no qual estamos inseridos, por isso o ecossistema deve sempre entrar em pauta”, avalia Michelle.

A Fundação Zoobotânica de Marabá vem funcionando há 18 anos como uma referência no estado do Pará e tem como missão a elaboração de pesquisas para desenvolver ferramentas de preservação do meio ambiente e também contribui para o aperfeiçoamento dos recursos naturais da região. Outro objetivo está relacionado a resgatar animais silvestres que passaram por situações de risco de morte e extinção.

De acordo com o biólogo e responsável técnico pela Fundação, Manoel Ananis, a instituição recebe de cinco a seis animais por semana em situação de risco de morte, daí a importância da construção do centro de reabilitação. “Como não tínhamos essa estrutura que a Celpa nos possibilitou, a gente tinha que levar os animais para hospitais particulares, mas agora a realidade será muito melhor, pois poderemos tratar de todas as espécies aqui mesmo e com todo o material necessário”, explica Ananis. 

O Energia Social e Profissional – Neste ano, por meio do projeto, a Celpa vem fazendo uma série de inaugurações de obras. Em Belém, a concessionária concluiu a construção do Centro da Defesa da Criança e do Adolescente, no Movimento República de Emaús. A iniciativa já está beneficiando mais de 500 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Já na Ilha do Marajó, no município de Ponta de Pedras, a empresa viabilizou a reforma e ampliação do prédio da Associação Musical Antônio Malato (AMAM). E nos próximos dias pretende inaugurar em Santarém, no Oeste do estado, o espaço onde funciona a Associação Santarena de Estudos e Aproveitamento dos Recursos da Amazônia - Seara.

Todas essas localidades também serão contempladas com o projeto Energia Profissional, que proporciona a oferta de cursos profissionalizantes às comunidades mais carentes de cada região. Essa dinâmica será feita com base em um levantamento de campo feito pela concessionária, para que sejam analisadas as principais necessidades para dispor as vagas.

(Fonte: Ascom/Celpa)

A partir desta quarta-feira (5) até o próximo dia 20 estão abertas as inscrições para o processo seletivo específico para o ingresso no curso de Licenciatura em Letras - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) na modalidade presencial, pela Universidade do Estado do Pará. Serão 40 vagas para Marabá (20 para surdos e 20 pra ouvintes) e mais 44 para Belém (também 22 para surdos e 22 pra ouvintes). O valor da taxa de inscrição é de R$ 60,00 e poderá ser paga em qualquer agência bancária.

Para concorrer às vagas deste Processo Seletivo Específico, o candidato deve saber o nível básico de LIBRAS, estar concluindo ou ter concluído, em 2016, o Ensino Médio, ou ter outro curso equivalente.

O preenchimento de vagas será feito entre os candidatos classificados e aprovados em todas as fases do processo seletivo, respeitando-se a somatória e a ordem decrescente das notas obtidas, assim como o limite e a distribuição de vagas. As Provas serão realizadas nas cidades de Belém/PA e Marabá, conforme local de opção do candidato, e constituídas de duas fases: Prova de proficiência em LIBRAS e Prova Objetiva e Discursiva (Redação).

O edital completo pode ser acessado pelo link www.uepa.br/sites/default/files/editais/edital7816.pdf

 

 

Na manhã desta terça-feira (20), a Celpa cortou o fornecimento de energia de 16 prédios públicos ligados à Prefeitura Municipal de Marabá, entre eles da Secretaria Municipal de Assistência Social (Seasp) e da Semed (Secretaria Municipal de Educação). Não há confirmação se escolas, hospitais ou postos de saúde estejam no pacote negro da Celpa.

No primeiro semestre deste ano, a Celpa chegou a ameaçar o corte de energia em prédios da Prefeitura de Marabá. Enviou extrato da conta em atraso para a Câmara, onde houve uma grande mobilização e a Prefeitura acabou pagando as faturas em atraso. A conta de energia dos prédios da Prefeitura gira em torno de R$ 800 mil a R$ 1 milhão por mês.

NOTA

Por meio de nota pública, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura (Ascom) esclarece que a ação da Celpa, em suspender o fornecimento de energia elétrica dos prédios públicos municipais, se deu em todo o sul do Pará, ressalvando que, no caso de Marabá, a Prefeitura devia apenas as faturas de julho passado.

Essas faturas, segundo a Ascom, foram quitadas nesta terça-feira, dia 20, à exceção das contas das Secretarias de Educação e de Saúde, que estão negociando com a Celpa a fim de sanar as dívidas para com a concessionária.

Por fim, a Ascom “reforça ainda que a prioridade dos recursos que entraram no caixa dessas duas secretarias foi pagar os salários dos servidores”.

 

Paralisação de obras, falta de recursos para pesquisa, assistência estudantil e impossibilidade de abertura de novos cursos. Estas são algumas das limitações previstas pela Unifesspa diante do Projeto de Lei Orçamentária - PLOA 2017- encaminhado na última sexta-feira (2), ao Congresso Nacional. A proposta prevê cortes de R$ 11 milhões no orçamento de investimento para a Instituição, uma redução de mais de 48% em relação ao orçamento aprovado para 2016.

Os dados foram apresentados pelo reitor em exercício da Unifesspa, Marcel Miranda Ferreira. Após fazer um balanço dos avanços obtidos pela Instituição desde a criação, em junho de 2013, o reitor detalhou em números os limites impostos pela proposta orçamentária para o processo de implantação da Unifesspa.

“Os investimentos nos primeiros anos de existência de uma universidade devem ser crescentes, pois haverá criação de toda a infraestrutura necessária, o custeio associado a essa infraestrutura e o investimento em recursos humanos. No entanto, caso a proposta seja aprovada, teremos esse processo de implantação e consolidação da Unifesspa ameaçado”, alertou o reitor em exercício.

Segundo estimativa da Administração, para o bom funcionamento da Unifesspa seriam necessários recursos orçamentários de R$ 26.541.552,37 para custeio e R$ 56.864.718,60 para investimentos. No entanto, a proposta enviada pelo Governo é de apenas R$ 15.296.992,00 para custeio e R$ 12.228.475,00 para investimento. O orçamento proposto para a assistência estudantil (PNAES) é de R$ 4.506.978,00, quando o mínimo necessário para a Unifesspa em 2017 seria de R$ 7.577.200,00. O PLOA 2017 e a LOA 2016 estão disponíveis para consulta no site da Câmara dos Deputados.

Professores da rede municipal de Marabá ocupam a ponte do Rio Tocantins na manhã desta segunda-feira (3), reivindicando os salários que estão atrasados há dois meses. A prefeitura ainda não se manifestou sobre a situação dos salários, mas o acerto é que a categoria está preocupada devido à anunciada falta de recursos por parte da atual gestão.

Aliás, a folha de pagamento da Secretaria Municipal de Educação (Semed) tem sido o calcanhar de Aquiles para o prefeito João Salame, que não conseguiu enxugar o setor e cujos valores vem subindo mais do que os recursos próprios e o repasse do Fundeb. Por outro lado, professores entendem que o município tem recursos.

 

Pesquisadores da Faculdade de Computação e Engenharia Elétrica (FACEEL) da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) foram vencedores no 3rd IPTV Application Challenge, um desafio internacional de aplicações IPTV, também conhecido como TV por protocolo de internet. A equipe composta pelo professor Alex de Souza Vieira e os estudantes Adeilson Bezerra de Lima, Derek Oliveira Correia, Diego Lopes Silva e Jonas Ribeiro da Silva venceram na categoria Melhor Aplicativo Individual. Também colaborou no projeto a estudante do Curso de Letras-Inglês, Isamara Rocha Jucá.

A terceira edição do desafio trouxe como tema “Melhor qualidade de vida com padrões internacionais: um mundo acessível para todos” e a equipe da Unifesspa desenvolveu o aplicativo “Listening TV: a different perspective about watching TV” ou em português, “Ouvir Televisão”. O projeto permite que pessoas com deficiência visual possam ter acesso aos conteúdos veiculados na TV com auxílio da audiodescrição. O aplicativo vai garantir que o usuário acione, a partir do controle remoto da televisão, a audiodescrição de uma cena, personagem ou do cenário de um conteúdo audiovisual exibido na TV, no momento em que desejar.

“O trabalho traz esse conceito da inclusão, tendo como um dos objetivos aprimorar a qualidade da experiência do consumo de conteúdo audiovisual por pessoas com deficiência visual”, explicou o professor. Segundo ele, a ideia de estudar e desenvolver aplicativos voltados para inclusão na televisão digital surgiu a partir do contato do professor e seus alunos com discentes da Unifesspa que têm deficiência visual.

Para a criação do aplicativo, os pesquisadores contaram com o apoio do artista plástico Marcone Moreira que cedeu os direitos de uso do vídeo “Horizonte de Ferro”, usado como teste para as funções do aplicativo; da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Estudantis da Unifesspa (Proex), da Assessoria de Relações Nacionais e Insternacionais (ARNI/Unifesspa) e do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão Acadêmica (NAIA/Unifesspa). A pesquisa também contou com a parceria dos pesquisadores Carlos de Salles Soares Neto, Rosendy Jess Fernandez Galabo (Lancaster University - UK), Hedvan Fernandes Pinto e Daniel Moraes - Laboratory of Advanced Web Systems – LAWS/UFMA (Universidade Federal do Maranhão) e Rodrigo Costa Mesquita Santos - Telemedia/PUC-Rio (Laboratório de Sistemas Multimídias).

Para o estudante Jonas Ribeiro, um dos bolsistas do projeto, a experiência de vencer um desafio internacional aguçou ainda mais o interesse pela pesquisa. “Propor uma solução e acreditar que ela pode mudar a vida das pessoas levando mais qualidade de vida é muito gratificante. Me sinto estimulado a pesquisar cada vez mais”, afirmou.

O estudante Diego Lopes destacou a importância de contribuir num projeto voltado para inclusão e acessibilidade. “Nesse projeto pudemos atuar junto com diferentes áreas, entendendo melhor a realidade de quem tem deficiência visual e pensando em solução para melhorar a vida dessas pessoas. Um trabalho que vai além da tecnologia e envolve o fator humano”, destacou.

Para o professor coordenador da pesquisa, a vitória também contribuiu para a motivação de outros alunos e pesquisadores da Instituição. “Somos uma jovem universidade e mesmo ainda começando podemos acreditar no nosso potencial, pois temos condições de participar e vencer de desafios internacionais. É isso que queremos levar para nossos alunos, motivação para a pesquisa’, concluiu.

Esta semana, o professor da Unifesspa viajou para o Rio de Janeiro para receber o prêmio e participar de uma aplicação real do projeto durante os Jogos Paralímpicos 2016. A aplicação também terá implementação real que será veiculada via backbone de internet RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), em 2017 e será traduzida para o português para ser incluída no Clube NCL, considerado maior repositório nacional de aplicativos interativos para a TV.

Fonte: unifesspa.edu.br

 

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à mineradora Vale e à Fundação Nacional do Índio (Funai) notificações em que recomenda a interrupção da ampliação da estrada de ferro Carajás na área que impacta a Terra Indígena (TI) Mãe Maria, em Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do Pará.

O MPF recomenda que a interrupção ocorra para permitir a efetivação do direito constitucional fundamental das comunidades indígenas à consulta prévia, livre e informada sobre todos os termos do plano de compensação e do plano básico ambiental, que detalha os programas para cada impacto identificado.

A realização de consulta prévia, livre e informada aos indígenas já havia sido recomendada pelo MPF em janeiro de 2015. No entanto, comunidades Gavião Parkatejê denunciaram à Procuradoria da República em Marabá que “estudos” foram realizados sem aviso prévio para os indígenas, sem explicações dos termos técnicos utilizados e sem apresentação de prazo e da forma pela qual as compensações serão realizadas.

“As manifestações dos indígenas sobre o conhecimento de sua terra, os saberes tradicionais sobre a água, a fauna e a flora da TI Mãe Maria não foram ouvidas para efetivação desse 'estudo'”, critica na recomendação a procuradora da República Nathália Mariel Ferreira de Souza Pereira.

“Estudo” às pressas – De acordo com as denúncias, o “estudo” foi aprovado administrativamente pela Funai mesmo tendo sido estabelecidos prazos muito curtos para manifestações dos indígenas e apesar de não ter sido aprovado por eles.

O MPF recomenda que a consulta prévia, livre e informada, compromisso assumido pelo país por meio da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), seja realizada em tempo suficiente, com acompanhamento próximo de todas as etapas e negociações, com uso de termos claros e exposição de todas as eventualidades do caso.

A consulta deve ser filmada e o andamento do processo deve ser comunicado ao MPF, que deve poder participar dos debates, recomenda a instituição.

Somente após a consulta e o estabelecimento de todas as condições em conjunto com a Funai, MPF e as comunidades indígenas é que deve ser efetivada a aprovação do estudo do componente indígena e do respectivo plano básico ambiental, para prosseguimento, ou não, das obras da duplicação, registra a recomendação.

As recomendações foram enviadas na última sexta-feira, 2 de setembro. Assim que receberem os documentos, Vale e Funai terão vinte dias para apresentar respostas ao MPF. Se não forem apresentadas respostas ou se as respostas forem consideradas insatisfatórias, o MPF pode tomar outras medidas que considerar necessárias, e inclusive levar o caso à Justiça.

(Fonte: Ascom/MPF)

O Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP) foi uma das instituições parceiras da ação social e de saúde realizada sábado, 24/9, na escola Professora Albertina Sandra Moreira dos Reis, no bairro da Folha 6, em Marabá. Mais de 500 atendimentos foram realizados durante a programação. O HRSP disponibilizou à comunidade consulta médica, avaliação nutricional, aferição de pressão e teste de glicemia.

Cláudia Alves da Cruz, de 43 anos, também aproveitou a programação para fazer um checkup. Antes das dez horas, ela já tinha verificado a pressão e o nível de glicemia e passado pela consulta médica e nutricional. “A gente tem é mais que aproveitar isso porque, para quem trabalha e não pode faltar ao serviço, como eu, não é sempre que dá para ir ao médico. Faz tempo que eu estava precisando de uma consulta. Essa noite mesmo não me senti bem”, explicou Cláudia.

Também graças à ação de saúde realizada neste sábado, na Folha 6, que a doméstica Francisca de Assis Silva, de 55 anos, percebeu que estava tomando o medicamento de forma incorreta. Ela chegou ao consultório com a taxa de glicose altíssima e dores no estômago. 'Estava sentindo uma queimação, não agüentava mais. Hoje nem tinha tomado o remédio justamente por isso. Ai quando cheguei na ação a médica me mostrou que eu estava tomando errado o remédio. Achei tudo maravilhoso aqui”, disse.

Extramuros

A ação social e de saúde contou com o apoio do HRSP por meio do projeto “Hospital Regional Amigo da Comunidade”, que é realizado desde 2013 pela unidade. Nas sete edições anteriores, o projeto atendeu moradores de quatro bairros, duas vilas rurais e da aldeia Kyikatejê, todos em Marabá.

Segundo o diretor Geral do HRSP, Valdemir Girato, a iniciativa tem o objetivo de aproximar a unidade dos usuários do Sistema Único de Saúde e, ainda, contribuir para a prevenção de doenças como o diabetes e a hipertensão. “Nossa intenção é estimular ações preventivas para que as pessoas tenham uma vida saudável e não precisem de internação hospitalar”, explicou o administrador.

Esta foi a segunda ação de saúde realizada em Marabá, no mês de setembro, com o apoio do Hospital Regional. No dia 17/9, o HRSP disponibilizou serviços como teste de glicemia, aferição de pressão, cálculo de índice de massa corporal (IMC) e orientação nutricional, durante a programação alusiva ao Dia Nacional da Responsabilidade Social, realizada na Praça Duque de Caxias. Na ocasião, mais de 120 pessoas foram atendidas.

Unidade

Público e gratuito, o Hospital Regional do Sudeste do Pará é referência em atendimento de média e de alta complexidade para mais de 1 milhão de pessoas em 22 municípios. A unidade possui 115 leitos, dos quais 77 são de internação clínica e cirúrgica e 38 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Sua gestão é feita pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

(Fonte: Ascom/HRSP)

Começa no próximo sábado (17) e vai até o dia 30 deste mês a Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil, que em Marabá deverá imunizar cerca de 30 mil crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses de idade.

A vacinação, assim como a atualização da Caderneta de Vacinação, se dará em todas as Unidades Básicas de Saúde das zonas urbana e rural; e o Dia “D” acontece no próximo dia 24, quando a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, disponibilizará vários pontos extras de vacinação.

Fernanda Miranda, diretora de Vigilância em Saúde, apela a todos os pais ou responsáveis que não deixem de levar suas crianças aos locais de vacinação nesse período, tanto para que sejam imunizadas contra a pólio quanto para tomar as demais vacinas que estiverem faltando nas cadernetas.

Trabalhadores do Pará têm até esta quarta-feira (31 de agosto) para sacar o abono salarial do PIS/Pasep 2014, disponibilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebido até dois salários mínimos por mês nesse período. Além disso, é necessário estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos e ter tido os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os trabalhadores podem consultar pela internet se têm direito ao benefício, inserindo CPF, ou número do PIS/Pasep, e a data de nascimento. Mais informações podem ser obtidas diretamente na Caixa, através do telefone: 0800-726-0207. Para os trabalhadores do serviço público que recebem o Pasep, é necessário procurar o Banco do Brasil pelo número: 0800-729-0001. Mais informações, na Central de Atendimento Alô Trabalho 158, do Ministério do Trabalho.

O aeroporto de Marabá, no Pará, ganhou oito novos balcões de check-in adaptados para o atendimento à pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. Além da instalação dos novos balcões acessíveis, toda área de check-in do terminal recebeu um piso revestido para garantir maior comodidade, conforto e segurança do passageiro, como explicou Enock Alves Gama Filho, superintendente do Aeroporto de Marabá.

“Com as instalações dos novos balcões, com o assentamento e o nivelamento do piso do terminal de passageiro, o aeroporto de Marabá hoje, garante conforto, segurança para o atendimento das pessoas que necessitam de atendimento especial. Nosso objetivo é melhorar mais ainda. Com a complementação das obras, nós teremos uma qualidade melhor da que se tem hoje”, explica Enock Alves Gama Filho.

O aeroporto de Marabá conta ainda com uma passarela para pedestres, ligando o pátio de aeronaves à sala de desembarque; rampas de acesso; guarda corpo; adaptações do meio fio para cadeirantes; banheiros adaptados em todos os seguimentos do terminal; e vagas exclusivas para cadeirante e pessoa com mobilidade reduzida.

 

 

O tempo é um dos recursos não renováveis mais preciosos que temos. Para aproveitá-lo é preciso administrá-lo com sabedoria e de acordo com as necessidades pessoais e profissionais. A psicóloga do Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, Taís Moraes, explica que ter o hábito de mensurar a produtividade e aprender a delegar tarefas é determinante para que se possa administrar bem o tempo no trabalho.

Segundo especialistas, excesso de objetivos, ausência de prioridades, procrastinação de tarefas, reuniões sem planejamento, falta de concentração, celular e redes sociais são os principais vilões do tempo.

As dicas foram repassadas aos gestores da unidade em um treinamento realizado na última quinta-feira, 08/09. “Para cumprir nossa missão e alcançar a visão definida no planejamento estratégico é preciso administrar de forma correta o nosso tempo e isso reflete diretamente no nosso público principal, que é o usuário referenciado pelo Sistema Único de Saúde”, argumentou Taís Moraes.

O supervisor do Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) da unidade, Fábio Grifo, comentou sobre o treinamento. “Esse debate é muito importante, pois é preciso ter foco para não se perder no meio de tantas atividades realizadas durante o dia. Sem planejamento e na correria, a gente acaba criando alguns vícios”, disse o colaborador.

Unidade

Público e gratuito, o Hospital Regional do Sudeste do Pará é referência em atendimento de média e de alta complexidade para mais de 1 milhão de pessoas em 22 municípios. A unidade possui 115 leitos, dos quais 77 são de internação clínica e cirúrgica e 38 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Sua gestão é feita pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

(Fonte: Ascom/HRSP)

Osvaldo García Carrera, 44 anos, profissional cubano do Programa Mais Médicos que atende em 20 aldeias do Polo Base Marabá (PA), nunca havia trabalhado diretamente com populações indígenas. Mesmo com seus 20 anos de experiência em medicina, alguns deles em missão em comunidades pobres da Venezuela, não pôde deixar de se encantar com a nova cultura que estava conhecendo. Ele já está no Brasil há quase três anos e se diz extremamente satisfeito com o trabalho que vem desenvolvendo.

“As comunidades me acolheram muito bem. Fui aprendendo muitas coisas sobre a cultura indígena, sua forma de pensar e atuar. Aprendi a fazer outro tipo de medicina, respeitando e vivendo as particularidades dos indígenas, sua forma de ver e interpretar o mundo. Hoje posso dizer que me adaptei a eles e estou gostando muito. Se me chamassem para trabalhar na cidade, preferiria continuar trabalhando aqui. Como médico, me sinto realizado em poder ajudar as pessoas que mais precisam”, afirma Carrera.

Uma das aldeias que contam com o atendimento do médico é a Sororó, localizada no município de São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. Os indígenas que povoam o local são da etnia Suruí e têm como língua nativa o tupi-guarani. Ao iniciar seu trabalho, deparou-se com alguns desafios, entre eles altos índices de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, que segundo Carrera “já existem na aldeia pela relação dos indígenas com a sociedade branca”. “Sempre trabalho com um propósito, que neste caso é conseguir mudar os indicadores de saúde da população. Tenho tratado de melhorar o atendimento médico e investido na educação em saúde, em projetos para diminuir a mortalidade materna e infantil e também por doenças infecciosas como as diarreicas e respiratórias.”

Todos os meses, o posto de saúde localizado dentro da aldeia promove campanhas sobre temas específicos para conscientizar a população e ensiná-la como prevenir doenças. Em julho, o assunto foi hepatites virais. Neste mês, é a vez da importância da amamentação para o desenvolvimento das crianças. A iniciativa já trouxe diversas mudanças nos hábitos de vida da população local.

Enquanto estava grávida, Tainá Suruí procurou Carrera para realizar o pré-natal. O médico acompanhou de perto o desenvolvimento do feto. “Foi muito bom. Ele me avisou que o neném estava muito pequenininho na barriga e pediu para eu comer bastante, seis vezes ao dia. Consegui aumentar o meu peso e o do bebê”, revela a indígena. Ela deu à luz um menino, que hoje é alimentado exclusivamente de leite materno.

O profissional cubano é benquisto na aldeia. “Ele sempre vem, faz consulta e às vezes passa remédio. Todo mundo gosta dele”, conta Tainá. O médico abre um sorriso ao ouvir os elogios. “Jamais pensei conhecer outra cultura desta forma, aprender outros costumes, danças, rituais, viver como eles. Há uma grande satisfação nisso. Sou um grão de areia na assistência médica, mas fico feliz em poder ajudar esse povo”, finaliza.

(Matéria extraída do site medicosdecuba.com)