Começa no próximo sábado (17) e vai até o dia 30 deste mês a Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil, que em Marabá deverá imunizar cerca de 30 mil crianças de 6 meses a 4 anos e 11 meses de idade.

A vacinação, assim como a atualização da Caderneta de Vacinação, se dará em todas as Unidades Básicas de Saúde das zonas urbana e rural; e o Dia “D” acontece no próximo dia 24, quando a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, disponibilizará vários pontos extras de vacinação.

Fernanda Miranda, diretora de Vigilância em Saúde, apela a todos os pais ou responsáveis que não deixem de levar suas crianças aos locais de vacinação nesse período, tanto para que sejam imunizadas contra a pólio quanto para tomar as demais vacinas que estiverem faltando nas cadernetas.

 

O tempo é um dos recursos não renováveis mais preciosos que temos. Para aproveitá-lo é preciso administrá-lo com sabedoria e de acordo com as necessidades pessoais e profissionais. A psicóloga do Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, Taís Moraes, explica que ter o hábito de mensurar a produtividade e aprender a delegar tarefas é determinante para que se possa administrar bem o tempo no trabalho.

Segundo especialistas, excesso de objetivos, ausência de prioridades, procrastinação de tarefas, reuniões sem planejamento, falta de concentração, celular e redes sociais são os principais vilões do tempo.

As dicas foram repassadas aos gestores da unidade em um treinamento realizado na última quinta-feira, 08/09. “Para cumprir nossa missão e alcançar a visão definida no planejamento estratégico é preciso administrar de forma correta o nosso tempo e isso reflete diretamente no nosso público principal, que é o usuário referenciado pelo Sistema Único de Saúde”, argumentou Taís Moraes.

O supervisor do Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT) da unidade, Fábio Grifo, comentou sobre o treinamento. “Esse debate é muito importante, pois é preciso ter foco para não se perder no meio de tantas atividades realizadas durante o dia. Sem planejamento e na correria, a gente acaba criando alguns vícios”, disse o colaborador.

Unidade

Público e gratuito, o Hospital Regional do Sudeste do Pará é referência em atendimento de média e de alta complexidade para mais de 1 milhão de pessoas em 22 municípios. A unidade possui 115 leitos, dos quais 77 são de internação clínica e cirúrgica e 38 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Sua gestão é feita pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

(Fonte: Ascom/HRSP)

Osvaldo García Carrera, 44 anos, profissional cubano do Programa Mais Médicos que atende em 20 aldeias do Polo Base Marabá (PA), nunca havia trabalhado diretamente com populações indígenas. Mesmo com seus 20 anos de experiência em medicina, alguns deles em missão em comunidades pobres da Venezuela, não pôde deixar de se encantar com a nova cultura que estava conhecendo. Ele já está no Brasil há quase três anos e se diz extremamente satisfeito com o trabalho que vem desenvolvendo.

“As comunidades me acolheram muito bem. Fui aprendendo muitas coisas sobre a cultura indígena, sua forma de pensar e atuar. Aprendi a fazer outro tipo de medicina, respeitando e vivendo as particularidades dos indígenas, sua forma de ver e interpretar o mundo. Hoje posso dizer que me adaptei a eles e estou gostando muito. Se me chamassem para trabalhar na cidade, preferiria continuar trabalhando aqui. Como médico, me sinto realizado em poder ajudar as pessoas que mais precisam”, afirma Carrera.

Uma das aldeias que contam com o atendimento do médico é a Sororó, localizada no município de São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. Os indígenas que povoam o local são da etnia Suruí e têm como língua nativa o tupi-guarani. Ao iniciar seu trabalho, deparou-se com alguns desafios, entre eles altos índices de doenças crônicas como hipertensão e diabetes, que segundo Carrera “já existem na aldeia pela relação dos indígenas com a sociedade branca”. “Sempre trabalho com um propósito, que neste caso é conseguir mudar os indicadores de saúde da população. Tenho tratado de melhorar o atendimento médico e investido na educação em saúde, em projetos para diminuir a mortalidade materna e infantil e também por doenças infecciosas como as diarreicas e respiratórias.”

Todos os meses, o posto de saúde localizado dentro da aldeia promove campanhas sobre temas específicos para conscientizar a população e ensiná-la como prevenir doenças. Em julho, o assunto foi hepatites virais. Neste mês, é a vez da importância da amamentação para o desenvolvimento das crianças. A iniciativa já trouxe diversas mudanças nos hábitos de vida da população local.

Enquanto estava grávida, Tainá Suruí procurou Carrera para realizar o pré-natal. O médico acompanhou de perto o desenvolvimento do feto. “Foi muito bom. Ele me avisou que o neném estava muito pequenininho na barriga e pediu para eu comer bastante, seis vezes ao dia. Consegui aumentar o meu peso e o do bebê”, revela a indígena. Ela deu à luz um menino, que hoje é alimentado exclusivamente de leite materno.

O profissional cubano é benquisto na aldeia. “Ele sempre vem, faz consulta e às vezes passa remédio. Todo mundo gosta dele”, conta Tainá. O médico abre um sorriso ao ouvir os elogios. “Jamais pensei conhecer outra cultura desta forma, aprender outros costumes, danças, rituais, viver como eles. Há uma grande satisfação nisso. Sou um grão de areia na assistência médica, mas fico feliz em poder ajudar esse povo”, finaliza.

(Matéria extraída do site medicosdecuba.com)

 

Pode ser votado nesta quarta-feira (9) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) projeto que modifica o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/1940) para tipificar o crime de exploração de trabalho infantil.

De acordo com a proposta (PLS 237/2016), apresentada pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), será considerado crime explorar, de qualquer forma, ou contratar, ainda que indiretamente, o trabalho de menor de 14 anos.

O texto, no entanto, não classifica como uso de trabalho infantil o serviço realizado em âmbito familiar, como uma ajuda aos pais, desde que feito fora do horário escolar e de forma compatível com as condições físicas e psíquicas do menor.

Em emenda apresentada ao projeto, a relatora, Simone Tebet (PMDB-MS), propõe que a punição para quem contratar trabalho infantil seja pena de reclusão de dois a quatro anos, mais multa. O autor previa pena mínima de um ano de reclusão.

A relatora também quer que esteja sujeito à mesma pena “aquele que permite o trabalho ilegal de criança e adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância”.

Se o trabalho for noturno, perigoso, insalubre ou penoso, a pena passa a ser de dois a oito anos de prisão, mais multa, além da pena correspondente à violência.

Simone Tebet propõe ainda explicitar que não haverá crime no trabalho artístico infantil devidamente autorizado por autoridade competente, exceto quando for perigoso ou insalubre, hipótese em que serão aplicadas as penas previstas no projeto.

O projeto será votado em decisão terminativa na CCJ. Se aprovado, poderá seguir diretamente à Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

A reunião da Comissão de Justiça está agendada para 10h, na sala 3 da Ala Alexandre Costa, no Senado.

Paralisação de obras, falta de recursos para pesquisa, assistência estudantil e impossibilidade de abertura de novos cursos. Estas são algumas das limitações previstas pela Unifesspa diante do Projeto de Lei Orçamentária - PLOA 2017- encaminhado na última sexta-feira (2), ao Congresso Nacional. A proposta prevê cortes de R$ 11 milhões no orçamento de investimento para a Instituição, uma redução de mais de 48% em relação ao orçamento aprovado para 2016.

Os dados foram apresentados pelo reitor em exercício da Unifesspa, Marcel Miranda Ferreira. Após fazer um balanço dos avanços obtidos pela Instituição desde a criação, em junho de 2013, o reitor detalhou em números os limites impostos pela proposta orçamentária para o processo de implantação da Unifesspa.

“Os investimentos nos primeiros anos de existência de uma universidade devem ser crescentes, pois haverá criação de toda a infraestrutura necessária, o custeio associado a essa infraestrutura e o investimento em recursos humanos. No entanto, caso a proposta seja aprovada, teremos esse processo de implantação e consolidação da Unifesspa ameaçado”, alertou o reitor em exercício.

Segundo estimativa da Administração, para o bom funcionamento da Unifesspa seriam necessários recursos orçamentários de R$ 26.541.552,37 para custeio e R$ 56.864.718,60 para investimentos. No entanto, a proposta enviada pelo Governo é de apenas R$ 15.296.992,00 para custeio e R$ 12.228.475,00 para investimento. O orçamento proposto para a assistência estudantil (PNAES) é de R$ 4.506.978,00, quando o mínimo necessário para a Unifesspa em 2017 seria de R$ 7.577.200,00. O PLOA 2017 e a LOA 2016 estão disponíveis para consulta no site da Câmara dos Deputados.

Ainda dá tempo de concorrer às vagas disponibilizadas pelo Mais Bolsas, programa de bolsas de estudo que concede descontos de até 50% para estudantes interessados em ingressar no ensino superior. Em Marabá, há vagas para diversos cursos de graduação e pós-graduação, na modalidade a distância (EAD), em faculdades da rede particular de ensino.

“O Mais Bolsas trabalha em prol da inserção de alunos no ensino superior, por meio da concessão de bolsas de estudo em todo o Brasil. Há muitos que anseiam ingressar em uma faculdade, centro universitário ou universidade e que, por falta de condições financeiras, não conseguem custear uma mensalidade total”, revela José Araújo, gerente do programa.

Os interessados em concorrer a uma bolsa de estudo podem se inscrever no www.maisbolsas.com.br, onde é possível escolher o curso e a instituição de ensino pretendida. Havendo vaga disponível, o candidato poderá ser aprovado de imediato.

Mais informações ou dúvidas podem ser adquiridas nos canais de atendimento, SAC ou central de atendimento, nos números 4007-2209 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 002 5854 (demais localidades).

 

A Escola Família Agrícola (EFA) Padre Humberto Pietogrande, de Marabá em parceria com Instituições de Ensino Superior (IES) e órgãos que atuam na Educação do Campo, a saber: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA – Campus Rural de Marabá); Universidade Federal do Pará (UFPA - Centro de Educação – Belém), Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), Universidade do Estado Pará (UEPA- Campus de Marabá), Secretaria Municipal de Educação de Marabá (SEMED) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado Pará (EMATER – PARÁ) realizaram nos dias 04 e 05 de agosto de 2016, uma série de diálogos visando à construção de um Projeto de Pesquisa: “a história da EFA Marabá no contexto do desenvolvimento no Sul e Sudeste do Pará”.

Propõe como objetivo geral: compreender o processo de estruturação organizacional da EFA, no sentido de perceber as injunções e disjunções com a dinâmica de desenvolvimento no contexto do Sul e Sudeste do Pará.

Vale lembrar que esta ideia do projeto foi lançada no Seminário: história, desafios e perspectivas da Pedagogia da Alternância, por ocasião da comemoração de 20 anos da EFA, em março de 2016.

Considerando João Batista Begnami e Luiz Silva Peixoto (2013, p. 264). O grupo está encarando a pesquisa como: “não é um olhar de fora apenas. Pode até ser. Tem sido por muito tempo. Vários acadêmicos já escreveram sobre nossas experiências. Reconhecemos o valor dessas pesquisas, porém, acreditamos que temos que avançar no processo. Não queremos se apenas objeto de análise. O que precisamos é desafiarmo-nos mutuamente a elaborarmos nossos conceitos, nossos saberes, nossas teses, não a partir das teorias acadêmicas, mas além dessas, do fazer cotidiano de cada CEFFA, com suas múltiplas realidades, na ação política e organizativa de cada associação local, regional e nacional, na ação efetiva dos nossos egressos e estudantes; em suma, tornando-nos assim, agentes e sujeitos das pesquisas e da construção coletiva de saberes e fazeres”.

O Fórum Regional de Educação do Campo do Sul e Sudeste do Pará (FREC) realiza plenária ampliada  com educadores/as, lideranças dos movimentos sociais para analisar de conjuntura e definir ações de lutas em defesa da Educação do Campo. Será dia 12 de agosto de 2016, no auditório da  UNIFESSPA (Campus I – Folha 31).

 

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à mineradora Vale e à Fundação Nacional do Índio (Funai) notificações em que recomenda a interrupção da ampliação da estrada de ferro Carajás na área que impacta a Terra Indígena (TI) Mãe Maria, em Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do Pará.

O MPF recomenda que a interrupção ocorra para permitir a efetivação do direito constitucional fundamental das comunidades indígenas à consulta prévia, livre e informada sobre todos os termos do plano de compensação e do plano básico ambiental, que detalha os programas para cada impacto identificado.

A realização de consulta prévia, livre e informada aos indígenas já havia sido recomendada pelo MPF em janeiro de 2015. No entanto, comunidades Gavião Parkatejê denunciaram à Procuradoria da República em Marabá que “estudos” foram realizados sem aviso prévio para os indígenas, sem explicações dos termos técnicos utilizados e sem apresentação de prazo e da forma pela qual as compensações serão realizadas.

“As manifestações dos indígenas sobre o conhecimento de sua terra, os saberes tradicionais sobre a água, a fauna e a flora da TI Mãe Maria não foram ouvidas para efetivação desse 'estudo'”, critica na recomendação a procuradora da República Nathália Mariel Ferreira de Souza Pereira.

“Estudo” às pressas – De acordo com as denúncias, o “estudo” foi aprovado administrativamente pela Funai mesmo tendo sido estabelecidos prazos muito curtos para manifestações dos indígenas e apesar de não ter sido aprovado por eles.

O MPF recomenda que a consulta prévia, livre e informada, compromisso assumido pelo país por meio da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), seja realizada em tempo suficiente, com acompanhamento próximo de todas as etapas e negociações, com uso de termos claros e exposição de todas as eventualidades do caso.

A consulta deve ser filmada e o andamento do processo deve ser comunicado ao MPF, que deve poder participar dos debates, recomenda a instituição.

Somente após a consulta e o estabelecimento de todas as condições em conjunto com a Funai, MPF e as comunidades indígenas é que deve ser efetivada a aprovação do estudo do componente indígena e do respectivo plano básico ambiental, para prosseguimento, ou não, das obras da duplicação, registra a recomendação.

As recomendações foram enviadas na última sexta-feira, 2 de setembro. Assim que receberem os documentos, Vale e Funai terão vinte dias para apresentar respostas ao MPF. Se não forem apresentadas respostas ou se as respostas forem consideradas insatisfatórias, o MPF pode tomar outras medidas que considerar necessárias, e inclusive levar o caso à Justiça.

(Fonte: Ascom/MPF)

O Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (DMTU) e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PA) firmaram parceria para a realização de um Curso Especializado para Mototaxistas e Motofretistas e outro de Formação de Agentes Multiplicadores em Educação Para o Trânsito.

As inscrições abrem nesta quinta-feira (18) e, assim como os cursos, são gratuitas. Uma equipe do Detran estará de plantão na sede do DMTU até sexta-feira (19) para receber os primeiros formulários. Contudo, as inscrições poderão ser feitas até o dia 30 deste mês.

O objetivo do curso para mototaxistas é qualificar condutores que ainda não possuem esse tipo de instrução. O curso terá carga horária de 30 horas e emissão de certificado, sendo um dos critérios para que o condutor receba a concessão para trabalhar na área. Serão ao todo 90 vagas, as aulas devem ocorrer em apenas um turno que ainda será definido pela Coordenadoria de Educação do Detran.

Já o curso para agentes multiplicadores tem como público alvo os professores das redes municipal e estadual de ensino, e tem como objetivo formar instrutores para a realização de novos cursos. Este terá carga horária de 25 horas, também com emissão de certificado e disponibiliza ao todo 40 vagas.

De acordo com Leusiane Bastos, agente de Educação do Detran, uma equipe de 25 pessoas está trabalhando para a realização das capacitações que são iniciativa da Coordenadoria de Educação do Detran Pará. Além disso, esses cursos são uma extensão da Semana Nacional do Trânsito, que ocorrerá entre os dias 18 e 25 de setembro deste ano.

Para preencher o formulário de inscrição basta procurar a sede do DMTU, de segunda a sexta-feira, no período de 8h às 14h, munido de original e cópia da Carteira de Habilitação; RG; CPF; comprovante de residência, certidões negativas de infrações de trânsito e antecedentes criminais. Para realizar a inscrição nos cursos é necessário ainda ter mais de 21 anos, possuir CNH A, sendo que a CNH não pode ser permissão.

Para mais informações, os interessados podem ligar no 3322-1021. Os cursos serão realizados simultaneamente no período de 26 de setembro a 1º de outubro próximo. (Fonte: Ascom/PMM)

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), anualmente são registrados 270 milhões de acidentes de trabalho no mundo. Mais de 1 milhão desses casos acontecem no Brasil, sendo uma das principais causas o descumprimento de normas básicas de proteção, como o uso de equipamento de proteção individual. Com o intuito de conscientizar colaboradores e prestadores de serviço sobre a importância do trabalho seguro e os riscos de doenças ocupacionais, de 25 a 29 de abril, o Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, realiza a 8ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). A programação foi aberta pela Banda do Exército, que animou colaboradores e usuários na tarde desta segunda-feira (25).

Para o diretor geral do HRSP, Valdemir Girato, dada a natureza do ambiente hospitalar, a prevenção e o treinamento contínuo da equipe são essenciais para reduzir os riscos de acidente na unidade. “O hospital tem 498 colaboradores que se dedicam a cuidar de pessoas e, por isso, estão expostas a riscos. Conscientizá-las sobre a importância do cuidado pessoal e com o próximo no ambiente de trabalho, sem dúvida, ajuda a evitar situações inseguras”, comentou o administrador. 

O envolvimento de todos os colaboradores na prevenção de acidentes foi reforçado pelo técnico de Segurança do Trabalho, James Moura, na palestra de abertura da 8ª SIPAT. Ele usou a linguagem do futebol para mostrar que segurança se faz em equipe. Como o jogador de meio de campo, que faz o passe para a equipe fazer o gol, o funcionário prudente está atento à segurança de todos, não apenas a sua, porque sabe que o resultado é do time. “Cerca de 80% dos acidentes de trabalho estão relacionados a comportamentos, portanto, poderiam ser evitados”, relatou o palestrante.

As principais causas de acidentes são descumprimento de procedimentos, falta de capacitação para determinada tarefa, acesso a locais proibidos, desrespeito à sinalização e uso de álcool e outras drogas.

A operadora de caixa Maria Valda Vieira, de 49 anos, acompanha um amigo em tratamento no hospital. Ela participou da abertura da SIPAT e comentou que o encontro foi bastante proveitoso. “Se as regras de segurança não são obedecidas, as pessoas sofrem, e não é apenas o trabalhador, é a família inteira. Em casa e no trânsito também deve ser assim. Melhor obedecer a sacrificar”, argumentou a acompanhante.

O auxiliar administrativo do Hospital Regional de Marabá, Valteir Silva, diz que a família é sua motivação maior para o cuidado no ambiente de trabalho. “Eu não estou sozinho. Tenho uma esposa e dois filhos que dependem de mim. Penso neles sempre”, afirmou o colaborador.

Programação

Até a próxima sexta-feira (25), outros temas serão debatidos na 8ª Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho do HRSP, como a prevenção de acidentes com motocicletas. Atualmente, cerca de 70% dos leitos do Hospital Regional de Marabá são ocupados por vítimas de acidentes de trânsito, sendo que os motoristas de moto são a maioria. Entre 2013 e 2015, o número de motociclistas atendidos no hospital foi nove vezes maior que o de vítimas de acidentes de carro, excluindo pedestres e ciclistas.

Também fazem parte da programação palestras sobre doenças sexualmente transmissíveis, bem-estar no trabalho, acidentes com materiais perfurocortantes, primeiros socorros e combate a princípio de incêndio.

O Hospital Regional do Sudeste do Pará é administrado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Trabalhadores do Pará têm até esta quarta-feira (31 de agosto) para sacar o abono salarial do PIS/Pasep 2014, disponibilizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que tenham exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014 e recebido até dois salários mínimos por mês nesse período. Além disso, é necessário estar cadastrado no PIS há pelo menos cinco anos e ter tido os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os trabalhadores podem consultar pela internet se têm direito ao benefício, inserindo CPF, ou número do PIS/Pasep, e a data de nascimento. Mais informações podem ser obtidas diretamente na Caixa, através do telefone: 0800-726-0207. Para os trabalhadores do serviço público que recebem o Pasep, é necessário procurar o Banco do Brasil pelo número: 0800-729-0001. Mais informações, na Central de Atendimento Alô Trabalho 158, do Ministério do Trabalho.

Seu Francisco Gomes da Silva, de 54 anos, ficou entusiasmado ao ouvir o som do grupo Canta & Cura nos corredores do Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, no último domingo,14/8. Deitado no leito, sem poder se mexer porque usava um colete cervical, o empresário esperou ansioso até que os voluntários entraram na enfermaria onde ele está internado há duas semanas. Quem podia sair dos quartos, rapidamente se posicionou nos corredores das clínicas Cardiológica e Cirúrgica, para conferir o que estava acontecendo.

Acompanhados pela psicóloga da unidade, Patrícia Oeiras, e pela coordenadora de Humanização, Karla Luz, os voluntários traziam mensagem de otimismo para os pacientes que comemoraram o Dia dos Pais longe de casa. Os pais usuários foram fotografados no domingo e serão presenteados nesta quarta-feira, 17/8, com um porta-retrato com a foto.

“Dou nota 1000 para essa ação, pois me senti realizado, mesmo que meus filhos não estejam aqui agora. Isso traz alegria, incentivo para melhorar e tirar pensamento negativo porque, de certa forma, dentro de um hospital, a gente se sente preso”, afirmou Francisco Gomes, que é pai de 17 filhos.

Embora não seja pai, o paciente Daniel de Sousa Franco também foi homenageado durante a ação, pois estava completando 17 anos no domingo. “Achei bom demais. Foi uma forma diferente de comemorar meu aniversário”, disse o morador de Curionópolis.

A unidade

Público e gratuito, o Hospital Regional de Marabá é referência em atendimento de média e de alta complexidade para mais de 1 milhão de pessoas em 22 municípios. A unidade possui 115 leitos, dos quais 77 são de internação clínica e cirúrgica e 38 são de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Sua gestão é feita pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

 


Será no sábado (30) o “Dia D contra a Influenza” em Marabá. Aproximadamente 60 pontos de vacinação estarão à disposição do público. O público-alvo dessa vacinação é composto de crianças de seis meses a cinco anos de idade; indígenas de todas as idades a partir de seis meses; gestantes; puérperas; indivíduos com 60 anos ou mais; trabalhadores de saúde; grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (prescrição médica); a população privada de liberdade; e os funcionários do sistema prisional.

Além dos pontos de vacinação, a Secretaria Municipal de Saúde, por intermédio da Divisão Extra Muro, disponibilizará uma unidade volante de vacinação. Aquele setor também estará responsável pela imunização no abrigo de idosos, Lar São Vicente de Paulo, na Folha 06 (Nova Marabá) e na Escola do Jardim União. (Texto e Fotos: João Batista da Silva/ Ascom/PMM)