A Polícia Civil do Pará expedirá carteiras com nome social para travestis e pessoas transexuais também em postos de identificação no interior do Pará, a partir da segunda quinzena deste mês de março deste ano. As carteiras serão emitidas nos postos de identificação de cidades-sedes em cada região do Pará, e nos municípios de Xinguara e Parauapebas, no sudeste paraense.

Para requisitar o documento, que é gratuito, travestis e transexuais deverão apresentar, no posto de identificação, a carteira de identidade original, duas fotos iguais e em cores tamanho 3x4, certidão de nascimento original e comprovante de residência. Segundo a delegada Aline Boaventura, da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) da Polícia Civil, os postos que emitirão o documento, a partir de 15 de março, são: Santarém, Itaituba, Altamira, Marabá, Redenção, Tucuruí, Breves, Soure, Paragominas, Capanema, Castanhal, Abaetetuba, Parauapebas e Xinguara.

Após a emissão, os dados dos interessados serão enviados a Belém para confecção do documento. A entrega ocorrerá em um prazo médio de 15 dias. O documento é válido como identificação em qualquer serviço público do Pará, como hospitais, escolas, Detran, delegacias, entre outros.

A carteira de nome social foi lançada no Pará em outubro de 2013, para garantir e reconhecer o direito de cidadania à comunidade LGBT. O documento permite o reconhecimento de transexuais e travestis pelo nome com o qual se identificam. O direito foi assegurado pelo decreto de número 726, publicado em maio de 2013, no Diário Oficial do Estado.

O promotor de Justiça de Dom Eliseu, Maurim Lameira Vergolino, se reuniu com o presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado (CRFPA) e com os secretários de saúde e chefes de vigilância sanitária dos municípios de Dom Eliseu e Ulianópolis para a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que visa a adequação de farmácias e drogarias quanto à exigência da presença de farmacêutico como responsável técnico durante todo o horário de funcionamento.

De acordo com o representante do Ministério Público, tanto em Dom Eliseu quanto em Ulianópolis há vários indícios de descumprimento de alguns dispositivos legais por diversas farmácias dos municípios, principalmente quanto a presença do farmacêutico. O termo obriga as secretarias de saúde de ambos os municípios por seus órgãos de vigilância sanitária e Conselho Regional de Farmácia que fiscalizem e exijam das drogarias o cumprimento da legislação federal, a qual determina a assistência do farmacêutico responsável técnico inscrito no CRFPA

A partir do dia 1° de julho de 2017, o farmacêutico terá a carga horária mínima de 4 horas diárias, as drogarias deverão informar ao público o horário de permanência do profissional. Os horários do farmacêutico serão adequados ao longo dos próximos anos e em 2020, trabalhará em tempo integral. A comercialização de medicamentos sujeitos a regime especial de controle e de medicamentos fracionados só poderá ser efetuada durante o período que o farmacêutico se encontre presente no estabelecimento.

A abertura de novas drogarias e farmácias só serão autorizadas pela Divisão de Vigilância Sanitária e pelo Conselho Regional de Farmácia se estiverem adequados a legislação.

(Fonte: Agência do Rádio)

O Brasil é líder na destinação de embalagens vazias de agrotóxicos. O Pará não é diferente: cerca de 300 toneladas de embalagens foram devolvidas em 2016, mostrando que os produtores paraenses têm feito o dever de casa. O número faz parte do balanço realizado pela Gerência de Controle do Comércio e Uso de Agrotóxicos (Geagro), da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). O órgão é o responsável no Estado pelo trânsito, comércio e o uso correto e seguro de defensivos agrícolas nas propriedades rurais, com foco nas boas práticas, preservação do meio ambiente, saúde humana e dos animais.

A Central de Devolução de Produtos Agrotóxicos de Paragominas foi quem liderou as devoluções, segundo o balanço, com cerca de 190 toneladas de embalagens vazias devolvidas somente no local. Outras 53 foram devolvidas no Posto de Redenção 15 no Posto de Marabá, o mais novo do Estado, inaugurado em 2015. Atualmente, o Pará possui esses três locais (Paragominas, Marabá e Redenção) para onde também podem ser destinadas as embalagens vazias produzidas no Estado.

“A quantidade de embalagens devolvidas mostra que estamos avançando em um ponto fundamental para o fortalecimento do agronegócio no Estado, que é o fechamento da cadeia produtiva com segurança. Mostra ainda a participação e conscientização do produtor rural, que está preocupado sim com a saúde do homem e com o meio ambiente. O debate sobre o assunto é uma das prioridades da Adepará”, acredita o diretor geral da Adepará, Luciano Guedes.

Quem compactua da mesma opinião de Luciano é a gerente da Central de Paragominas, Marlia Dourado. Em quase nove anos de existência da central, que é referência no Brasil e foi a primeira criada no Pará, ela acredita que os responsáveis pela destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos já possuem essa consciência. “A obrigação está distribuída para o agricultor, o comerciante, o fabricante e o poder público. Estamos avançando”, diz Marlia Dourado.

Além da Central de Paragominas e dos postos de Marabá e Redenção, para onde as embalagens podem ser destinadas, ações de recebimento itinerante também são realizadas por todo o Estado por associações de revendas agropecuárias com o apoio da Adepará. Altamira foi um dos sete municípios paraenses que recebeu a ação em 2016. Lá, quase 10 mil embalagens foram devolvidas pelos agricultores locais.

A ação itinerante consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo. Mas é bom frisar que a devolução das embalagens vazias de produtos agrotóxicos é responsabilidade do produtor. “O comerciante tem a obrigação de dar condições para que essas embalagens sejam devolvidas”, explica o gerente.

Comércio – Atualmente, 269 canais de distribuição de agrotóxicos estão registrados na Adepará. São apenas nessas empresas que o produtor pode adquirir insumos vegetais para combater pragas em sua lavoura. É lá também que são recebidas todas as orientações para devolução da embalagem vazia, etapa importante para o fechamento da cadeia produtiva com segurança.

“A Adepará, por meio da Geagro, tem o dever de fiscalizar a devolução das embalagens vazias de produtos agrotóxicos, seja ela diretamente na central de devolução de produtos agrotóxicos, seja ao posto de devolução de embalagens vazias de produtos agrotóxicos ou em recebimentos itinerantes de embalagens vazias de agrotóxicos”, diz o gerente de Insumos Vegetais da Adepará, Leônidas Castro.

Ações – Em 2016, foram mais de mil atividades realizadas pela Adepará, sobretudo, fiscalizações do comércio e propriedades rurais.

 

O que a legislação diz?

A Lei n.º 9.974, de 6 de junho de 2000, disciplina a destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos e distribui responsabilidades para o agricultor, o comerciante, o fabricante e o poder público, ou seja, é uma responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos.

 

Porque dar um destino correto para as embalagens vazias?

O principal motivo para dar a destinação final correta para as embalagens vazias de agrotóxicos é diminuir o risco para a saúde das pessoas e de contaminação do meio ambiente. Além disso, outro fator importante está relacionado à economia proporcionada pela lavagem das embalagens. Como a maioria das embalagens é lavável, é fundamental a prática da lavagem para a devolução e destinação final correta.

 

Onde devolver as embalagens?

Atualmente, 269 canais de distribuição de agrotóxicos estão registrados na Adepará. São apenas nessas empresas que o produtor pode adquirir insumos vegetais para combater pragas em sua lavoura. É lá também que são recebidas todas as orientações para devolução da embalagem vazia.

 

UNIDADE CENTRAL - PARAGOMINAS

PA 256, km 3 (ao lado da Juparanã Agrícola), Zona Rural

Gerenciado pela Associação do Comércio Agropecuário do Pará (Acap)

 

UNIDADE POSTO - REDENÇÃO

Av. Araguaia, nº 3.484, quadra 4, setor Ademar Guimarães

Gerenciado pela Associação de Comerciantes, revendedores e distribuidores de Produtos Agrícolas e Agrotóxicos de Redenção (Acredipaar)

 

UNIDADE POSTO – MARABÁ

OTR Folha 32, quadra 19, lote 30, Nova Marabá

Gerenciado pela Associação do Comércio de Insumos Agropecuários de Marabá e Região (Aciamar)

 

As vantagens de usar de forma segura e correta os agrotóxicos:

- evita a contaminação de quem aplica o produto, já que é ele quem está em contato direto com o produto concentrado.

- evita a contaminação dos familiares do aplicador de agrotóxico no momento do armazenamento e limpeza dos EPIs.

- evita a contaminação do produto que vai ser levado diretamente para o consumo humano ou animal, obedecendo ao período de carência do produto.

- evita a contaminação do meio ambiente, e de animais quando é feita a devolução das embalagens vazias de agrotóxicos.

- disponibiliza a população um alimento dentro dos critérios recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

As principais boas práticas são:

- comprar em estabelecimento registrado na Adepará.

- comprar produto indicado para cultura alvo e com suas concentrações corretas de acordo com o Receituário Agronômico emitido por engenheiro agrônomo, florestal ou técnico agrícola.

- usar Equipamentos de Proteção Individual para formulação da cauda e aplicação do produto

- fazer uso do EPI

- ler bula e rótulo

- obedecer ao período de carência do produto.

- armazenar em local seguro.

- devolver as embalagens vazias, tríplice lavadas, com tampa e inutilizadas nos locais indicados na Nota Fiscal.

 

Marabá é a terceira cidade com mais casos. Só perde pra Belém e Dom Eliseu

 

 

O estado do Pará registrou até o último dia 5 de dezembro mais de 6,2 mil notificações de casos de Dengue, 2,6 mil de Zika e 668 de Chikungunya. Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). De acordo com o levantamento, as maiores ocorrências de Dengue apareceram nos municípios de Belém, Dom Eliseu, Marabá, Alenquer, Itaituba, Oriximiná, Parauapebas, Tucuruí, Pacajá e Novo Progresso. Os municípios com maior número de casos de Zika são Belém, Marituba e Rio Maria, e de Chikungunya são Capanema, Belém e Dom Eliseu.

Todas essas doenças são transmitidas pelo mesmo vetor, um mosquito que se reproduz em água parada. Por isso, é preciso ter atenção com o acúmulo de água em vasos de plantas, pneus, garrafas e vasilhames em geral. Esses recipientes, com acúmulo de água parada, são os ideais para a proliferação do mosquito.

Essas ações não implicam em dizer que as pessoas não possam armazenar água para consumo, como explicou a coordenadora geral dos Programas de Controle das Doenças Transmitidas pelo mosquito, do ministério da Saúde, Ana Carolina Santelli.

 

O mês de março começa com uma intensa programação do mês das mulheres, promovida pela SEASP e COMDIM. O evento vai contar com programação extensa durantes todo o mês. Nesta quarta-feira (8), acontece a Marcha do Dia Internacional da Mulher com concentração em frente à Câmara Municipal, com o Tema: Respeito às Mulheres em suas diversidades.  Com destino à Marabá Pioneira. Este evento tem o objetivo de proporcionar a Integração das mulheres e realizar uma vasta programação em Marabá, com ações que valorizem a mulher em todas as faces.  Segue a programação do mês da Mulher.

PROGRAMAÇÃO

07/03 – Homenagem na Câmara Municipal 19 horas

08/03 – Palestra (Ass. dos Aposentados)

08/03 – Marcha da Mulher (8 horas – saindo da Câmara a Prefeitura)

08/03 – Palestra – Movimento de Mulheres Margaridas  - Mulher Idosa (18:30 SENAI)

10/03 –  Posto de Saúde da Laranjeiras – Saúde, Sexualidade e Prazer –  Dr. Nagilson

10/03 – Crama – Heide e Julia Rosa (Violência e Auto Estima)

11/03 – Palestra no Arco Iris da Justiça * Empoderamento

16/03 – Palestra – Dra. Hilomi – SENAI Saúde (Grupo de Apoio Esperança)

17/03 – Nova Marabá – (Crismu Folha 33) – Auto Estima – Lanuza Lobo e Lorena Fabini

18/03 – Nei Fernando Pessoa – Violência Sexual – (09horas) – Tábata Veloso

24/03 – Complexo São Félix /Morada Nova  (Posto de Saúde Maria Bico Doce) Dra. Poliana Gonçalves

31/03 – Liberdade – Violência Doméstica – Basta! (AMMA) Dra. Claudia Chini, Prof. Lorena Fabeni

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) iniciou as atividades do projeto “Tauari Vivo”, que visa a recomposição florestal e diagnóstico da biodiversidade do entorno do Rio Tauari, em áreas próximas à Unidade III do Campus de Marabá. O projeto acontece em cooperação com o Exército Brasileiro e tem o apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará – Ideflor-bio e da Secretaria Municipal de Agricultura de Marabá (Seagri).

Cerca de 100 alunos da Unifesspa, entre estudantes de Biologia, Agronomia, Geografia e Geologia participaram da primeira ação de reflorestamento, conduzida por professores e técnicos da Universidade. Durante todo o dia, as equipes se dedicaram ao processo de plantio de espécies nativas da região como capuerana, sumaúma, jatobá, piranheira, aroeira, entre outras.

“Nesta primeira ação, os alunos estão tendo uma grande prática de restauração florestal, de ecologia. A ideia é que este espaço seja um laboratório para as pesquisas e aulas práticas dos alunos da Unifesspa. Esses estudantes serão envolvidas em atividades como coleta de sementes para produção de mudas para restaurar a mata ciliar, monitoramento da fauna e da flora, entre outras pesquisas de diversos professores em áreas como Geografia, Ciências Biológicas e Agronomia”, detalhou o professor Diego de Macedo Rodrigues, um dos coordenadores do projeto Tauari Vivo.

A estudante de Agronomia, Cristiele dos Anjos Costa, comemorou o início do projeto e fez questão de participar de todas as atividades que envolveram o plantio. “Quero estar engajada nas pesquisas aqui desenvolvidas, pois vai acrescentar muito na nossa formação. Me sinto privilegiada de estar no início do curso e já contar com essa estrutura e estímulo à pesquisa”, comentou.

Para auxiliar o trabalho de abertura das covas, a Unifesspa recebeu o apoio de 10 homens da 23ª Brigada de Infantaria de Selva. No primeiro ano de execução do projeto, a meta é plantar 600 mudas nativas no entorno do rio. A expectativa é que com as ações de reflorestamento ambiental, seja realizada a recomposição florística de cerca de 3,5 hectares de mata ciliar nas adjacências do rio popularmente chamado de Tauarizinho, entre a 23ª Brigada e a Unifesspa.

“Essa recuperação terá um impacto no ecossistema como um todo. Estamos auxiliando as atividades do projeto, observando os critérios técnicos que possam favorecer e acelerar o reflorestamento. Esse espaço será de grande integração da comunidade universitária nas pesquisas e com resultados concretos para a sociedade”, avaliou o engenheiro agrônomo da Unifesspa, Igor Vinicius de Oliveira. O trabalho também contou com a orientação do técnico agrícola Jucelino Bezerra de Souza.

A área é considerada uma importante reserva ecológica, com rica biodiversidade em ambiente urbano. O projeto prevê o inventário faunístico microbiológico, de pequenos mamíferos e de invertebrados. Os estudos permitirão avaliar o estado de conservação da biodiversidade na localidade. “No quintal da nossa universidade, temos um importante instrumento de estudo e pesquisa, auxiliando as aulas de campo com os alunos, além do importante papel na preservação ambiental, por isso o momento é de muito entusiasmo para a comunidade acadêmica”, acrescentou o professor do curso de Biologia, Antônio Kledson Leal Silva.

Para realizar a identificação da diversidade de espécies animais presentes na região, a Unifesspa disponibilizará equipamentos para coletas de material microbiológico e armadilhas fotográficas ou câmera –trap, que funcionam capturando a imagem do animal quando este passa em frente à câmera, por meio de um sistema de sensores.

“Esse dia marca o início de um grande projeto em parceria com o Exército, com resultados importantes para nossa Universidade, mas sobretudo para a sociedade da Amazônia. Daqui sairão dezenas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses nas áreas de levantamentos faunísticos em vários caminhos, aprimorando as formas de reflorestamento, com inoculação de fungos nas raízes das arvores plantadas aqui, por exemplo. É, efetivamente, um laboratório que vai permitir que alunos e professores desenvolvam pesquisas com forte impacto social e econômico”, destacou o reitor da Unifesspa, Maurílio de Abreu Monteiro, que fez questão de acompanhar e auxiliar todas as atividades iniciadas nesta sexta-feira, das quais também participaram os professores José Otávio Pires, Fernanda Carla Lima Ferreira, Andrea Hentz de Mello e Fábio dos Reis Ribeiro de Araújo.

(Fonte: Unifesspa)

Informe publicitário

 

 

Santa Inês no Maranhão e Marabá no Pará são dois municípios importantes na vida da estudante Ayesca Gomes de Souza. No primeiro ela nasceu, no segundo foi onde cresceu e começou a vida escolar. Por estes dois municípios também passa a Estrada de Ferro Carajás (EFC).

Nos trilhos da EFC são transportadas mais de 300 mil pessoas durante o ano. É também por onde chega o combustível que abastece vários municípios do Maranhão e do Pará, além de ser a ferrovia que transporta os minérios produzidos pela Vale que depois de beneficiados se transformam em bens de consumo que são essenciais à vida moderna.

Com a curiosidade peculiar a maioria dos adolescentes, Ayesca, 14 anos de idade, aluna do 9° ano da Escola de Ensino Médio Inácio Souza Moita, participou de palestras ministradas em seu colégio e descobriu um mundo de novas informações. “Antes, eu não conhecia muitas coisas da Vale, mas, a partir de palestras que o pessoal fez na escola, a gente começou a aprender um pouco mais. Não só eu, como os meus colegas de classe também”, conta a jovem.

  

Ayesca diz que aprendeu sobre a ferrovia, sobre a mineração e que esse aprendizado permitiu que ela participasse de um concurso de redação realizado pela Vale: “Aprendi que do minério são feitos os eletrodomésticos, os celulares, as tintas. São feitas várias coisas legais”.

Concorrendo com outros 700 alunos de quatro escolas públicas de Marabá, Ayesca usou o que aprendeu para escrever a redação e depois de conquistar o primeiro lugar, recebeu como prêmio uma viagem até a capital paraense para visitar o Instituto Tecnológico Vale, o ITV.

“Aprendi muito através dessa redação da Vale, eu estou me desenvolvendo ainda mais na escola, fazendo redações. Eu ganho excelente. Parece que a gente tem uma inspiração para continuar fazendo e se desenvolvendo”, conta orgulhosa a aluna marabaense.

Saiba mais

A mineração é uma atividade essencial para a vida moderna. Grande parte dos itens presentes em nosso dia a dia tem o minério em sua composição, como os veículos, pontes, pilhas, tintas, eletromésticos, etc.

A Vale atua em diversos seguimentos da mineração e, assim, torna possível a transformação de recursos minerais em produtos que facilitam a nossa vida. Conheça um pouco mais de cada um:

Ferro

Encontrado na natureza em forma de rochas, o minério de ferro é beneficiado por meio de processos industriais com tecnologias de ponta, para ser transformado em aço pelas indústrias siderúrgicas. Ele está presente nos celulares, pontes, casas, carros, bicicletas, aviões, eletromésticos e vários outros itens que conhecemos e utilizamos.

A Vale é a maior produtora mundial de ferro e tem duas operações desse minério no Pará : Mina de Carajás, em Parauapebas; e na Mina de Serra Leste, em Curionópolis.

Níquel

O níquel é um dos metais mais versáteis do mundo, utilizado em diversas aplicações, como no acabamento de torneiras de metal, processos de galvanização, baterias e moedas. A Vale é a maior produtora global desse minério. No Pará, as operações de extração e beneficiamento são realizadas em Ourilândia do Norte, no complexo Onça Puma, com uma capacidade de produção de 53 mil toneladas de ferroníquel por ano.

Manganês

Você encontra esse minério em ração para animais, em vidros, tintas e na pilha do seu controle remoto. O manganês é o quarto metal mais utilizado do mundo. No Pará, a Vale atua com a produção de Manganês na mina do Azul, em Parauapebas. A Vale é a maior produtora de manganês no Brasil e responde por cerca de 70% do mercado nacional.

Cobre

O Cobre é um dos metais mais importantes para a vida moderna.  Ele está presente na história da civilização desde 8000 a.C.  e é empregado na geração e na transmissão de energia, em fiações e em praticamente todos equipamentos eletrônicos, como a televisão e celular. No Pará, a Vale atua com a produção de cobre nas Minas do Sossego em Canaã dos Carajás, e Salobo em Marabá. Ao todo a capacidade de produção é de 310 mil toneladas de cobre por ano.

 

Fonte: www.vale.com

 

 

 

O Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP) realizou o atendimento de 25 adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Centro de Internação de Adolescentes Masculinos (CIAM), no núcleo São Félix, em Marabá. A iniciativa, realizada na última sexta-feira, 3/3, foi a terceira realizada pela instituição garantindo consulta médica, aferição de pressão arterial e teste de glicemia no local. Em menos de um ano foram beneficiados cerca de 90 meninos, entre 13 e 17 anos.

Segundo a diretora do CIAM, Luciléia Cardoso Cavalcante, para muitos deles, o atendimento do hospital é a primeira avaliação médica pela qual passam na vida. 'Esses meninos têm uma passagem muito rápida pelo centro, de 45 dias somente. Muitas vezes, eles chegam aqui e nunca passaram por uma avaliação médica. Sem contar que alguns entram na fase de abstinência da droga e apresentam sintomas como convulsão, desmaio e taquicardia. Por isso também é importante a ação, para que sejam orientados por um médico de que forma proceder na sua saída', argumentou Luciléia.

A coordenadora de Humanização do HRSP, Caroline Nogueira, comentou sobre a parceria com a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), entidade vinculada ao Governo do Estado que coordena as políticas estaduais voltadas a adolescentes e jovens que cometem ato infracional. 'A partir desta ação, o hospital contribui para a promoção da saúde desses adolescentes e, ainda, facilita o acesso a serviços que são ofertados pelo hospital, nos casos em que é necessário atendimento especializado', comentou a fisioterapeuta.

Além desta ação, o Hospital Regional do Sudeste do Pará, que é gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), realiza outras iniciativas de promoção à saúde fora da unidade, como o projeto 'Hospital Regional Amigo da Comunidade' e o projeto 'Saúde com Educação e Humanização'. O primeiro já levou atendimento a bairros periféricos, zona rural e aldeias indígenas no município e o segundo oferece orientação sobre prevenção de doenças para usuários que aguardam consulta ambulatorial e realização de exames na unidade.

(Fonte: HRSP)

 

A TIM seleciona parceiros comerciais em Belém para atuação com consultores de vendas para pequenas e médias empresas. São mais de 400 oportunidades para novos parceiros, distribuídas em todo o Brasil para os canais Smart TBP e Senior Account, que atendem o segmento B2B. As inscrições podem ser feitas por meio do site da operadora (http://www.tim.com.br/sobre-a-tim/seja-um-parceiro/seja-um-parceiro-corporativo-tim) ou enviar CV para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Os candidatos precisam ter perfil dinâmico e empreendedor, com poder de negociar e influenciar, além serem comunicativos, terem visão de negócio e foco no cliente e em resultados. É necessário ter segundo grau completo e experiência na área de vendas, além de possuir CNPJ ou disponibilidade para adquirir.

Dentre os benefícios estão: apoio da TIM para o desenvolvimento de seu negócio, remuneração agressiva, programa contínuo de treinamento e reciclagens, benefícios exclusivos (programa de relacionamento, campanhas, eventos, entre outros), além da isenção de qualquer taxa de franquias ou royalties.

A TIM oferece ao segmento empresarial soluções de conectividade que potencializam os negócios dos clientes, unindo qualidade, transparência e inovação. A operadora busca proporcionar, por meio da maior rede 4G do Brasil e da ampla infraestrutura de fibra ótica, serviços com maior eficiência operacional e de custos para os diversos perfis e tamanhos de empresas.

(Fonte: TIM)

De 1º de janeiro até terça-feira (6), foram registrados 227 novos casos.

 

 

O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Marabá fechou o ano de 2015 com 1.840 pacientes com o vírus da Aids atendidos. Mas este número aumentou bastante. Até esta terça-feira (6), o total de pacientes atendidos no Centro chegava a 2.067 pessoas com o vírus HIV, o que representa 227 novos casos confirmados neste ano de 2016, até o momento. Isso equivale a uma média de praticamente cinco casos novos por semana. É como se a cada dia útil um novo paciente com HIV fosse confirmado no CTA de Marabá.

Vale ressaltar que não se trata apenas de pacientes deste município, mas também de cidades vizinhas que buscam tratamento nesta cidade pela ausência de CTA nas localidades onde moram. Há também casos de pacientes que vêm de fora por opção, por não quererem se expor ao tratamento nas cidades onde residem. E o mesmo ocorre com moradores de Marabá, que têm o vírus da Aids, mas se tratam em Parauapebas ou mesmo em Belém, também para não se expor aqui, segundo explica Andréa Castro, auxiliar administrativo do CTA.

Embora os números sejam preocupantes, Andréa ressalta que muita gente tem procurado o CTA para e submeter a exames, num média de 40 pessoas por dia, o que revela certo grau de consciência da população. Além disso, o CTA de Marabá dispõe de toda estrutura de atendimento aos pacientes, desde palestras, atendimento psicológico até a medicação, que é repassada via SUS.

Outra notícia boa é que o “Projeto Nascer”, realizado em parceria com o governo do Estado, teve resultados expressivos em 2016. O projeto visa impedir a transmissão do vírus da mãe para o filho anda no útero, a chamada transmissão vertical. Isso ocorre por meio de uma série de procedimentos e medicamentos que garantam que o bebê venha ao mundo sem HIV. Em Marabá, foram realizados nada menos de 28 partos de mães portadoras do vírus e em todos eles a criança nasceu sadia.

(Chagas Filho)

Pará é desta que negativo em nível nacional

Por outro lado, o Ministério da Saúde divulgou relatório sobre casos de infecção pelo vírus HIV/Aids. De acordo com os dados, o número de infecção entre jovens de 20 a 24 anos do sexo masculino dobrou em 10 anos. Na região Norte as infecções aumentaram em 61%, e em 91%, no Pará. Em 2012, foram registrados quase 900 casos de infecção por HIV no estado, o número saltou para mais de 1800, em 2015.

Profissionais de saúde e ativistas alertam que muitos jovens entre 15 e 30 anos deixaram de se prevenir porque tem a falsa impressão de que a Aids não é mais tão grave como antes, mas a doença ainda não tem cura. No ano passado, a Aids matou 660 pessoas no Pará. Outro problema apontado é que muita gente não se interessa em fazer o teste de HIV e só descobrem a doença quando já surgem os primeiros sintomas.

(Agência do Rádio)

Febre, dor de cabeça e falta de apetite são sinais de que o organismo não vai bem. Esses sintomas podem indicar doenças benignas, mas, também, ser o início de um grave problema de saúde: o câncer. No Brasil, a doença é a principal causa de morte de crianças e adolescentes de cinco a 19 anos. A boa notícia é que, se diagnosticado precocemente, 80% dos casos podem ter cura.

Para alertar sobre a importância da detecção precoce do câncer, o Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, promoveu um bate-papo para usuários e colaboradores da unidade nesta quarta-feira, 15/2, data em que se celebrou o Dia Internacional de Luta contra o Câncer na Infância.

O metalúrgico Messias Feitosa, de 24 anos, participou da palestra e parabenizou a instituição pela iniciativa. 'É muito importante que o hospital dê esse tipo de informação às pessoas porque faz com que o paciente procure tratamento de forma mais rápida', comentou o usuário. O irmão mais novo do paciente é um exemplo de que a falta de informação pode retardar o tratamento. 'Os primeiros sintomas apareceram aos seis anos, mas a doença só foi descoberta mais de dez anos depois. Se tivéssemos as informações repassadas na palestra de hoje, com certeza, minha família teria procurado o tratamento correto de imediato', frisou. 

A estudante Milena Silva, de 18 anos, também aproveitou para se informar sobre o assunto. 'Todos os pais deveriam saber disso porque a gente nunca sabe do dia de amanhã. Pode achar que a doença é um vírus ou uma infecção e, na realidade, ser um câncer', afirmou a acompanhante. 

A ação no Hospital Regional do Sudeste do Pará fez parte da campanha 'Câncer infantil: juntos, podemos mudar essa história', realizada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que gerencia o HRSP, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

O diretor-geral da unidade, Valdemir Girato, comentou que um dos compromissos da instituição é promover educação em saúde. “Além da ação de hoje, em outros momentos, o hospital promove palestras sobre doenças diversas, com o intuito de orientar pacientes e acompanhantes a buscarem mais qualidade de vida”, afirmou o gestor.

Além do HRSP, outras unidades gerenciadas pela Pró-Saúde no Estado, como o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo e o Hospital Público Estadual Galileu, em Belém, realizaram programação referente ao tema.

(Fonte: Ascom/HRSP)

Na manhã desta quarta-feira (11), representantes da classe estudantil se reuniram com os vereadores Tiago Batista Koch, o Tiago da Obras (PMDB), Marcelo Alves (PT) e Emerson Caldas, chefe de Gabinete do deputado estadual Dirceu ten Caten (PT), com objetivo de definir propostas de melhoria no transporte coletivo em Marabá, para ser entregue à prefeitura, ao Ministério Público e às empresas que exploram o serviço na cidade, que conseguiram reajuste da tarifa para R$ 3,70.

Os estudantes foram representados por Igor Silva, estudante da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), e Joelma Lima, da Escola Plínio Pinheiro. A ideia inicial era de lutar contra o reajuste da tarifa, mas como isso não aconteceu, os estudantes querem que os vereadores intervenham para conseguir melhorias no setor. “O aumento tem de vir acompanhado de melhorias no sistema. De 2014 para cá, quando houve o último aumento, não houve nenhuma melhoria”, denunciam.

Por sua vez, o vereador Marcelo Alves entende que o transporte coletivo precisa melhorar, por isso ele e Tiago da Obras protocolaram três ofícios pedindo que as empresas se manifestem e também a prefeitura, na tentativa de saber quais melhorias serão implementadas no serviço depois do reajuste, considerado alto, uma vez que hoje quem mora em bairros periféricos quase não tem acesso ao serviço. Muitos são obrigados a caminhar até 1 km para chegar numa parada de ônibus.

Já o vereador Tiago da Obras lembra que poucas prefeituras se adequaram ao Plano Nacional de Mobilidade Urbana. Para ele, isso é essencial, porque as prefeituras que conseguiram se adequar ao plano obtiveram recursos para melhorar o setor. A ideia dele é agregar o mototaxi e os taxis lotação ao sistema de mobilidade urbana, mas para que isso ocorra é necessário um estudo detalhado.

A ideia é que as sugestões para melhoria no transporte coletivo componham um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a ser homologado pelo Ministério Público.

(Chagas Filho)

Há nove anos, três vezes por semana, dona Josefa Guedes Pena, de 59 anos, frequenta as sessões de hemodiálise no Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira. Logo que descobriu a doença, em Santarém, no oeste do Pará, ela negligenciou o diagnóstico por não ter condições financeiras de custear o tratamento longe de casa. A situação se agravou e os níveis de creatinina de dona Josefa aumentaram. Então, em 2007, ela passou mal e foi internada no HRPT. Logo foi encaminhada para a hemodiálise na própria unidade, a fim de controlar a doença.

“A minha rotina foi totalmente modificada e hoje eu tenho o tratamento correto. O hospital disponibilizou até transporte, que vai me buscar e levar em casa e, assim, eu posso ter uma qualidade de vida melhor. Se eu, por exemplo, só tivesse o tratamento em Santarém, não teríamos condições de nos mantermos longe de casa. Aqui, eu sou bem tratada. Se eu não tivesse esse serviço, eu já estaria morta”, conta dona Josefa.

O serviço de hemodiálise está ligado à nefrologia e é considerado um dos diferenciais do HRPT, pois a unidade é a única da região a disponibilizar esse atendimento aos usuários do SUS. Nesta quarta-feira, 7/12, o hospital completa dez anos de funcionamento. Em uma década foram realizadas mais de 86 mil sessões de hemodiálise, permitindo que renais crônicos do interior do Estado, como dona Josefa, tenham acesso ao tratamento na própria região, sem a necessidade de se deslocaram para grandes centros.

Segundo a coordenadora do setor, Rosivânia da Silva Barros, atualmente, 97 renais crônicos são atendidos no HRPT, além dos pacientes agudos internados nas clínicas e na Unidade de Terapia Intensiva da unidade. “Quando o serviço começou a operar há dez anos, nós tínhamos dois usuários cadastrados. Nosso objetivo é proporcionar o tratamento eficaz ao usuário e permitir que ele fique perto da família. Isso ajuda no tratamento”, explica a enfermeira.

A dona de casa e mãe de quatro filhos, Cleotenira dos Santos Ramos, de 37 anos, também foi beneficiada com a interiorização do serviço no Pará. Há seis anos ela descobriu que sofria de insuficiência renal crônica. Os exames laboratoriais identificaram que as várias infecções por malária comprometeram o funcionamento dos rins dela e, desde então, Cleotenira enfrenta semanalmente a máquina de hemodiálise no Hospital Regional de Altamira, enquanto aguarda por um transplante de rim.

“Quando eu descobri a doença, passava mal, não queria aceitá-la. Eu não queria fazer o tratamento, pensando na possibilidade de ir para outra cidade e deixar meus filhos. Eu não queria ficar distante deles. Mas por meio do hospital, eu consegui ser atendida e, hoje, após seis anos de tratamento, eu tenho a minha vida e pude ver meus filhos crescerem. Sigo o tratamento à risca. Os profissionais são sensíveis e me tratam muito bem. Aqui, eu tenho todo o auxílio e assistência necessária”, destaca Cleotenira. 

O serviço de hemodiálise do HRPT funciona de segunda a sábado, em três turnos. Cada paciente deve realizar sessões três vezes por semana, durante quatro horas por dia.

Controle nutricional

Recentemente, o atendimento aos renais crônicos no HRPT foi ampliado com a criação do projeto “Medida Caseira dos Alimentos”, coordenado pelo Serviço de Nutrição e Dietética da unidade. A iniciativa tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos usuários e reduzir o número de internações e de óbitos, a partir do monitoramento e controle de ingestão de alimentos e bebidas.

A proposta é deixar a alimentação mais próxima da realidade dos pacientes e, ainda, diminuir o acúmulo de toxinas que normalmente seriam eliminadas pelos rins, mas acabam ficando retidas por conta da perda da capacidade de filtrá-las no próprio organismo. Dependendo da situação do paciente, além de ser acompanhado na unidade, ele pode ser atendido em sua própria casa.

Unidade

Pertencente ao Governo do Estado e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional Público da Transamazônica é referência em atendimento de média e alta complexidades para mais de 500 mil pessoas em nove municípios da região da Transamazônica e Xingu.

Em uma década, o hospital realizou mais de 2,6 milhões de atendimentos, entre cirurgias, internações, exames, hemodiálise e atendimento ambulatorial.

A unidade oferta 97 leitos, sendo 21 clínicos, 32 cirúrgicos, 15 pediátricos, seis obstétricos, nove de UTI Adulto, cinco de UTI Pediátrica, cinco de UTI Neonatal e quatro no berçário de alto risco. Há ainda um Centro Cirúrgico com quatro salas, Ambulatório com cinco consultórios e Pronto-Socorro com 11 leitos.

(Fonte: Ascom/HRSP)