A TIM seleciona parceiros comerciais em Belém para atuação com consultores de vendas para pequenas e médias empresas. São mais de 400 oportunidades para novos parceiros, distribuídas em todo o Brasil para os canais Smart TBP e Senior Account, que atendem o segmento B2B. As inscrições podem ser feitas por meio do site da operadora (http://www.tim.com.br/sobre-a-tim/seja-um-parceiro/seja-um-parceiro-corporativo-tim) ou enviar CV para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Os candidatos precisam ter perfil dinâmico e empreendedor, com poder de negociar e influenciar, além serem comunicativos, terem visão de negócio e foco no cliente e em resultados. É necessário ter segundo grau completo e experiência na área de vendas, além de possuir CNPJ ou disponibilidade para adquirir.

Dentre os benefícios estão: apoio da TIM para o desenvolvimento de seu negócio, remuneração agressiva, programa contínuo de treinamento e reciclagens, benefícios exclusivos (programa de relacionamento, campanhas, eventos, entre outros), além da isenção de qualquer taxa de franquias ou royalties.

A TIM oferece ao segmento empresarial soluções de conectividade que potencializam os negócios dos clientes, unindo qualidade, transparência e inovação. A operadora busca proporcionar, por meio da maior rede 4G do Brasil e da ampla infraestrutura de fibra ótica, serviços com maior eficiência operacional e de custos para os diversos perfis e tamanhos de empresas.

(Fonte: TIM)

Na manhã desta quarta-feira (11), representantes da classe estudantil se reuniram com os vereadores Tiago Batista Koch, o Tiago da Obras (PMDB), Marcelo Alves (PT) e Emerson Caldas, chefe de Gabinete do deputado estadual Dirceu ten Caten (PT), com objetivo de definir propostas de melhoria no transporte coletivo em Marabá, para ser entregue à prefeitura, ao Ministério Público e às empresas que exploram o serviço na cidade, que conseguiram reajuste da tarifa para R$ 3,70.

Os estudantes foram representados por Igor Silva, estudante da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), e Joelma Lima, da Escola Plínio Pinheiro. A ideia inicial era de lutar contra o reajuste da tarifa, mas como isso não aconteceu, os estudantes querem que os vereadores intervenham para conseguir melhorias no setor. “O aumento tem de vir acompanhado de melhorias no sistema. De 2014 para cá, quando houve o último aumento, não houve nenhuma melhoria”, denunciam.

Por sua vez, o vereador Marcelo Alves entende que o transporte coletivo precisa melhorar, por isso ele e Tiago da Obras protocolaram três ofícios pedindo que as empresas se manifestem e também a prefeitura, na tentativa de saber quais melhorias serão implementadas no serviço depois do reajuste, considerado alto, uma vez que hoje quem mora em bairros periféricos quase não tem acesso ao serviço. Muitos são obrigados a caminhar até 1 km para chegar numa parada de ônibus.

Já o vereador Tiago da Obras lembra que poucas prefeituras se adequaram ao Plano Nacional de Mobilidade Urbana. Para ele, isso é essencial, porque as prefeituras que conseguiram se adequar ao plano obtiveram recursos para melhorar o setor. A ideia dele é agregar o mototaxi e os taxis lotação ao sistema de mobilidade urbana, mas para que isso ocorra é necessário um estudo detalhado.

A ideia é que as sugestões para melhoria no transporte coletivo componham um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a ser homologado pelo Ministério Público.

(Chagas Filho)

Há nove anos, três vezes por semana, dona Josefa Guedes Pena, de 59 anos, frequenta as sessões de hemodiálise no Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira. Logo que descobriu a doença, em Santarém, no oeste do Pará, ela negligenciou o diagnóstico por não ter condições financeiras de custear o tratamento longe de casa. A situação se agravou e os níveis de creatinina de dona Josefa aumentaram. Então, em 2007, ela passou mal e foi internada no HRPT. Logo foi encaminhada para a hemodiálise na própria unidade, a fim de controlar a doença.

“A minha rotina foi totalmente modificada e hoje eu tenho o tratamento correto. O hospital disponibilizou até transporte, que vai me buscar e levar em casa e, assim, eu posso ter uma qualidade de vida melhor. Se eu, por exemplo, só tivesse o tratamento em Santarém, não teríamos condições de nos mantermos longe de casa. Aqui, eu sou bem tratada. Se eu não tivesse esse serviço, eu já estaria morta”, conta dona Josefa.

O serviço de hemodiálise está ligado à nefrologia e é considerado um dos diferenciais do HRPT, pois a unidade é a única da região a disponibilizar esse atendimento aos usuários do SUS. Nesta quarta-feira, 7/12, o hospital completa dez anos de funcionamento. Em uma década foram realizadas mais de 86 mil sessões de hemodiálise, permitindo que renais crônicos do interior do Estado, como dona Josefa, tenham acesso ao tratamento na própria região, sem a necessidade de se deslocaram para grandes centros.

Segundo a coordenadora do setor, Rosivânia da Silva Barros, atualmente, 97 renais crônicos são atendidos no HRPT, além dos pacientes agudos internados nas clínicas e na Unidade de Terapia Intensiva da unidade. “Quando o serviço começou a operar há dez anos, nós tínhamos dois usuários cadastrados. Nosso objetivo é proporcionar o tratamento eficaz ao usuário e permitir que ele fique perto da família. Isso ajuda no tratamento”, explica a enfermeira.

A dona de casa e mãe de quatro filhos, Cleotenira dos Santos Ramos, de 37 anos, também foi beneficiada com a interiorização do serviço no Pará. Há seis anos ela descobriu que sofria de insuficiência renal crônica. Os exames laboratoriais identificaram que as várias infecções por malária comprometeram o funcionamento dos rins dela e, desde então, Cleotenira enfrenta semanalmente a máquina de hemodiálise no Hospital Regional de Altamira, enquanto aguarda por um transplante de rim.

“Quando eu descobri a doença, passava mal, não queria aceitá-la. Eu não queria fazer o tratamento, pensando na possibilidade de ir para outra cidade e deixar meus filhos. Eu não queria ficar distante deles. Mas por meio do hospital, eu consegui ser atendida e, hoje, após seis anos de tratamento, eu tenho a minha vida e pude ver meus filhos crescerem. Sigo o tratamento à risca. Os profissionais são sensíveis e me tratam muito bem. Aqui, eu tenho todo o auxílio e assistência necessária”, destaca Cleotenira. 

O serviço de hemodiálise do HRPT funciona de segunda a sábado, em três turnos. Cada paciente deve realizar sessões três vezes por semana, durante quatro horas por dia.

Controle nutricional

Recentemente, o atendimento aos renais crônicos no HRPT foi ampliado com a criação do projeto “Medida Caseira dos Alimentos”, coordenado pelo Serviço de Nutrição e Dietética da unidade. A iniciativa tem o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos usuários e reduzir o número de internações e de óbitos, a partir do monitoramento e controle de ingestão de alimentos e bebidas.

A proposta é deixar a alimentação mais próxima da realidade dos pacientes e, ainda, diminuir o acúmulo de toxinas que normalmente seriam eliminadas pelos rins, mas acabam ficando retidas por conta da perda da capacidade de filtrá-las no próprio organismo. Dependendo da situação do paciente, além de ser acompanhado na unidade, ele pode ser atendido em sua própria casa.

Unidade

Pertencente ao Governo do Estado e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional Público da Transamazônica é referência em atendimento de média e alta complexidades para mais de 500 mil pessoas em nove municípios da região da Transamazônica e Xingu.

Em uma década, o hospital realizou mais de 2,6 milhões de atendimentos, entre cirurgias, internações, exames, hemodiálise e atendimento ambulatorial.

A unidade oferta 97 leitos, sendo 21 clínicos, 32 cirúrgicos, 15 pediátricos, seis obstétricos, nove de UTI Adulto, cinco de UTI Pediátrica, cinco de UTI Neonatal e quatro no berçário de alto risco. Há ainda um Centro Cirúrgico com quatro salas, Ambulatório com cinco consultórios e Pronto-Socorro com 11 leitos.

(Fonte: Ascom/HRSP)

 

Esta sexta-feira (4) marcou o décimo dia de ocupação do Campus I da Universidade Federa do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá, pelos estudantes da instituição. O objetivo da tomada da unidade é forçar o governo federal a recuar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/55, que foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e agora seguirá para votação no Senado. Em todo o País, cerca de 160 universidades estão ocupadas, além de mil escolas, por estudantes secundaristas. Na próxima semana, dias 8 e 9, as atividades também serão paralisadas no Campus II.

A PEC (241 na Câmara e 55 no Senado) atrela os reajustes dos investimentos públicos à inflação do ano anterior durante os próximos 20 anos, fato que os estudantes discordam por entender que esse congelamento impede maiores investimentos mesmo que a economia do País melhore, além de não contemplar o aumento da demanda devido ao crescimento populacional previsto para o período.

Para eles, a PEC representa uma das muitas medidas que buscam desmontar o Estado brasileiro, impedindo o acesso de estudantes pobres nas universidades e também dificultando o atendimento no SUS – Sistema Único de Saúde.

Durante cerca de 30 minutos, na manhã desta sexta, representantes do Movimento Ocupa Unifesspa conversaram com a Imprensa em coletiva, para prestar esses esclarecimentos. Participaram da coletiva, Priscila Lima, do curso de Ciências Sociais; Jhemerson Costa, de História; Alana Silva, também de Ciências Sociais; e Cristiano Medina, do Direito da Terra. Eles deixaram claro que o movimento não tem data para acabar.

Universidade ameaçada

De acordo com Jhemerson Costa, a Unifesspa por ser uma universidade em expansão será uma das mais afetadas com a PEC, encontrando dificuldades para manter seu tripé de sustentação: ensino, pesquisa e extensão. Ele lembrou também que, ao contrário do que se diz por aí, os estudantes estão desempenhando muitas atividades durante esses dias de ocupação, participando de cursos de formação política, aprofundando os conhecimentos sobre a PEC e também se integrando em outras atividades.

 

Estudantes participam de cursos de caricatura com o chargista Rildo Brasil

ENEM

Por sua vez, Priscila Lima criticou o governo federal por ter suspendido o ENEM para os estudantes que iriam realizar as provas nas escolas e universidades ocupadas. Ela entende que os estudantes poderiam ter sido realocados para outras unidades, assim como o governo fez no dia da eleição. Seria uma medida simples e eficaz, mas o governo preferiu adiar a prova para jogar a comunidade e os demais estudantes contra os alunos que ocupam as escolas.

Luta

Por outro lado, a caloura Alana Silva destacou que, embora tenha ingressado na Unifesspa agora, ela não se incomoda de perder as aulas iniciais por entender que está inserida numa luta muito maior, que pode definir o futuro da própria universidade para os próximos 20 anos. Ela observa que entrou na universidade graças ao Emancipa, cursinho pré-vestibular popular, por isso entende que a luta que ela e outros estudantes vêm travando se dá não apenas dentro da academia, mas ocorre desde o ingresso na universidade.

Ofensiva aos direitos do trabalhador

Já o estudante de Direito da Terra, Cristiano Medina, entende que a PEC 241/55 integra um conjunto de ofensivas brutais por parte do atual governo contra os direitos do povo e contra políticas sociais, e isso precisa ser analisado por toda a sociedade. Cristiano entende que com essa medida do governo – que ele chama de golpista e ilegítimo - o próprio ENEM corre o risco de desaparecer. Por isso, o movimento de ocupação reforça a defesa do direito de se ter uma educação pública no país. “O pacote do MEC é justamente de redução de direitos, entre eles o acesso à educação”, resume.

(Por Chagas Filho)

 

 

Marabá é a terceira cidade com mais casos. Só perde pra Belém e Dom Eliseu

 

 

O estado do Pará registrou até o último dia 5 de dezembro mais de 6,2 mil notificações de casos de Dengue, 2,6 mil de Zika e 668 de Chikungunya. Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). De acordo com o levantamento, as maiores ocorrências de Dengue apareceram nos municípios de Belém, Dom Eliseu, Marabá, Alenquer, Itaituba, Oriximiná, Parauapebas, Tucuruí, Pacajá e Novo Progresso. Os municípios com maior número de casos de Zika são Belém, Marituba e Rio Maria, e de Chikungunya são Capanema, Belém e Dom Eliseu.

Todas essas doenças são transmitidas pelo mesmo vetor, um mosquito que se reproduz em água parada. Por isso, é preciso ter atenção com o acúmulo de água em vasos de plantas, pneus, garrafas e vasilhames em geral. Esses recipientes, com acúmulo de água parada, são os ideais para a proliferação do mosquito.

Essas ações não implicam em dizer que as pessoas não possam armazenar água para consumo, como explicou a coordenadora geral dos Programas de Controle das Doenças Transmitidas pelo mosquito, do ministério da Saúde, Ana Carolina Santelli.

 

Neste sábado, dia 19, acontece em Marabá o Dia “D” da Campanha de Vacinação de cães e gatos, contra a raiva animal. A imunização começou no último dia 10 e segue até 10 de dezembro no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Marabá.

No sábado, a vacinação acontece das 8h às 17h, em todos os Postos de Saúde e em outros locais, em todos os núcleos residenciais, conforme relação publicada abaixo.

Quem não conseguir vacinar seu animal no Dia D deve recorrer ao CCZ até o dia 10 de dezembro. O Centro funciona diariamente, inclusive aos sábados e domingos, das 8 às 17 horas, e fica na Avenida 2000, entre o Colégio Monte Castelo e a Escola “Dr. Geraldo Veloso”, no Bairro Novo Horizonte.

Locais de vacinação:

 - Todos os Postos de Saúde.

- Praça Duque de Caxias (Velha Marabá).

- Praça Monsenhor Baltazar (Folha 16, Nova Marabá).

- Praça do Bairro Liberdade.

- Escola Olavo Bilac, no Residencial Tocantins (Bairro São Félix Pioneiro).

- Escola Professor Evandro Viana (antiga Manoel Cordeiro Neto - Bairro São Félix III).

- Escola José Flávio Alves de Lima (antiga Maria Lúcia Bichara - Bairro Araguaia).

- Escola São José (Km 8).

22º Baile ocorrerá neste sábado (5), no Palace Eventos, com 101 homenageados

 

 

Acontece neste sábado (5), no Palace Eventos, a 22ª edição do Baile do Empresário de Marabá, evento que destaca os melhores empreendedores do município a cada ano. A cerimônia de gala vai premiar representantes de 101 empresas. Este ano o prêmio será entregue a Ilson Mateus (foto), que leva em seu sobrenome o Grupo Mateus já consolidado em Marabá no ramo de supermercado varejista e atacado. Novamente, o Marabanoticias.com.br foi escolhido o melhor site de jornalismo do ano na cidade.

O Baile é promovido e realizado pelo Sindicato Patronal do Comércio Sindicom, com apoio da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), Conselho de Jovens Empresários (Conjove) e Associação dos Comerciantes de Material de Construção (Acomac). A seleção dos candidatos ao prêmio, coordenada pelo Conjove, é feita por categoria, mediante consulta popular e também entre o empresariado local associado à Sindicom, que escolhe as melhores empresas em cada área de atuação, segundo explicou Raimundo Alves da Costa Neto, diretor do Sindicom.

Ainda de acordo com ele, a premiação foi bem disputada este ano, e o resultado foi justo. Neto falou também sobre suas expectativas para a edição 2016 do Baile do Empresário. “Apesar de todas as dificuldades, nós somos empreendedores, geramos o que o Brasil tem de melhor, como o emprego, a renda, etc. Nós damos a volta por cima e vamos comemorar”, declarou.

Em 2015, o escolhido para receber o prêmio Jovem Empreendedor foi o empresário Emerson Rocha, de 25 anos, dono da Intercomm informática. Já o prêmio de Empresário do Ano passado foi entregue a Guilherme Alecrim Manço, de 39 anos, que capitania uma série de empreendimentos na cidade nos ramos da educação, saúde, estética e outros.

No primeiro evento (em 1994) o empresário André Barbosa (In Memória) foi o primeiro empresário indicado em evento realizado na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), Nova Marabá.

 

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Santa Inês no Maranhão e Marabá no Pará são dois municípios importantes na vida da estudante Ayesca Gomes de Souza. No primeiro ela nasceu, no segundo foi onde cresceu e começou a vida escolar. Por estes dois municípios também passa a Estrada de Ferro Carajás (EFC).

Nos trilhos da EFC são transportadas mais de 300 mil pessoas durante o ano. É também por onde chega o combustível que abastece vários municípios do Maranhão e do Pará, além de ser a ferrovia que transporta os minérios produzidos pela Vale que depois de beneficiados se transformam em bens de consumo que são essenciais à vida moderna.

Com a curiosidade peculiar a maioria dos adolescentes, Ayesca, 14 anos de idade, aluna do 9° ano da Escola de Ensino Médio Inácio Souza Moita, participou de palestras ministradas em seu colégio e descobriu um mundo de novas informações. “Antes, eu não conhecia muitas coisas da Vale, mas, a partir de palestras que o pessoal fez na escola, a gente começou a aprender um pouco mais. Não só eu, como os meus colegas de classe também”, conta a jovem.

  

Ayesca diz que aprendeu sobre a ferrovia, sobre a mineração e que esse aprendizado permitiu que ela participasse de um concurso de redação realizado pela Vale: “Aprendi que do minério são feitos os eletrodomésticos, os celulares, as tintas. São feitas várias coisas legais”.

Concorrendo com outros 700 alunos de quatro escolas públicas de Marabá, Ayesca usou o que aprendeu para escrever a redação e depois de conquistar o primeiro lugar, recebeu como prêmio uma viagem até a capital paraense para visitar o Instituto Tecnológico Vale, o ITV.

“Aprendi muito através dessa redação da Vale, eu estou me desenvolvendo ainda mais na escola, fazendo redações. Eu ganho excelente. Parece que a gente tem uma inspiração para continuar fazendo e se desenvolvendo”, conta orgulhosa a aluna marabaense.

Saiba mais

A mineração é uma atividade essencial para a vida moderna. Grande parte dos itens presentes em nosso dia a dia tem o minério em sua composição, como os veículos, pontes, pilhas, tintas, eletromésticos, etc.

A Vale atua em diversos seguimentos da mineração e, assim, torna possível a transformação de recursos minerais em produtos que facilitam a nossa vida. Conheça um pouco mais de cada um:

Ferro

Encontrado na natureza em forma de rochas, o minério de ferro é beneficiado por meio de processos industriais com tecnologias de ponta, para ser transformado em aço pelas indústrias siderúrgicas. Ele está presente nos celulares, pontes, casas, carros, bicicletas, aviões, eletromésticos e vários outros itens que conhecemos e utilizamos.

A Vale é a maior produtora mundial de ferro e tem duas operações desse minério no Pará : Mina de Carajás, em Parauapebas; e na Mina de Serra Leste, em Curionópolis.

Níquel

O níquel é um dos metais mais versáteis do mundo, utilizado em diversas aplicações, como no acabamento de torneiras de metal, processos de galvanização, baterias e moedas. A Vale é a maior produtora global desse minério. No Pará, as operações de extração e beneficiamento são realizadas em Ourilândia do Norte, no complexo Onça Puma, com uma capacidade de produção de 53 mil toneladas de ferroníquel por ano.

Manganês

Você encontra esse minério em ração para animais, em vidros, tintas e na pilha do seu controle remoto. O manganês é o quarto metal mais utilizado do mundo. No Pará, a Vale atua com a produção de Manganês na mina do Azul, em Parauapebas. A Vale é a maior produtora de manganês no Brasil e responde por cerca de 70% do mercado nacional.

Cobre

O Cobre é um dos metais mais importantes para a vida moderna.  Ele está presente na história da civilização desde 8000 a.C.  e é empregado na geração e na transmissão de energia, em fiações e em praticamente todos equipamentos eletrônicos, como a televisão e celular. No Pará, a Vale atua com a produção de cobre nas Minas do Sossego em Canaã dos Carajás, e Salobo em Marabá. Ao todo a capacidade de produção é de 310 mil toneladas de cobre por ano.

 

Fonte: www.vale.com

 

 

Após reuniões consecutivas das quais participaram a secretária municipal de Educação, Ranyelle da Silva Septímio Carvalho, o Conselho Municipal de Educação e os diretores das escolas da Rede Municipal de Ensino, o Calendário Escolar 2016 foi readequado. As aulas ficaram paralisadas devido à greve dos professores em razão de atraso de pagamento de salários, cortes em vencimentos e atraso em outros ganhos dos servidores.

A readequação se deu em razão do que determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a qual estabelece 200 dias letivos, e considerando que as escolas municipais ficaram 15 dias sem aulas no segundo semestre, em razão do Decreto 177/2016, assinado pelo então prefeito Luiz Carlos Pies; e da greve dos professores, no período de 16 de setembro a 30 de outubro, esta totalizando 30 dias.

Assim, o Calendário ficou da seguinte maneira:

PARA AS ESCOLAS QUE ADERIRAM À GREVE, PARCIAL OU TOTALMENTE, NO SEGUNDO SEMESTRE:

Reposição das aulas

1) Vinte e dois dias no mês de janeiro de 2017.

2) Oito dias do mês de fevereiro de 2017.

3) Término do ano letivo de 2016: 10 de fevereiro de 2017

4) Recuperação final: 13 a 24 de fevereiro de 2017

5) Férias dos profissionais da Educação - professor, coordenador, orientador, diretor e vice-diretor: 27 de fevereiro a 13 de março de 2017.

PARAS AS ESCOLAS QUE NÃO ADERIRAM À GREVE NO SEGUNDO SEMESTRE:

1) Encerramento do ano letivo em 30 de dezembro de 2016.

2) Recuperação: 1º a 13 de janeiro de 2017.

 

A Promotoria de Justiça Agrária de Marabá - Ministério Público, através da promotora Jane Cleide Silva Souza, visitou in loco a Escola Família Agrícola (EFA) Padre Humberto Pietogrande, localizada no Km 23, da Rodovia Transamazônica (sentido Itupiranga) – município de Marabá, visando conhecer as estruturas físicas, e sobretudo a proposta pedagógica fundamentada na Pedagogia da Alternância.

O convite para a visita foi apresentado pela coordenação da EFA, por ocasião da reunião do Fórum Regional de Educação do Campo das Regiões Sul e Sudeste do Pará (FREC), que ocorreu no último dia 21 na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESPA) Campus I.  

Na reunião do FREC a promotora Jane Cleide fez uma explanação “pontuando as atividades do Grupo de Trabalho Agrário com base no Plano Estratégico de Atuação do Ministério Público do Estado do Pará em questões Agrárias e Fundiárias (PEAF) do MPPA, que vem sendo desenvolvidas sobre merenda escolar, fechamentos de escolas e transporte escolar, tendo sido discutido inclusive, atuações conjuntas entre Promotores/as das áreas”.

A Promotoria Agrária assumiu na reunião do FREC o compromisso de desenvolver atividades de investigação sobre condições das escolas na zona rural na região, trabalho este que já vem sendo desenvolvido, tendo se comprometido a fornecer informações obtidas sobre as escolas para serem checadas pelos integrantes do Fórum, para averiguarem as denúncias sobre fechamento de instituições de ensino do Campo em vários municípios da região.

“O fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas será precedido de manifestação do órgão normativo do respectivo sistema de ensino, que considerará a justificativa apresentada pela Secretaria de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar” (conforme alteração no Art. 28 da LDB - Lei no 9.394, de 20 de Dezembro de 1996).

Para evitar que essa situação cruel e criminosa continue acontecendo, o Fórum Paraense de Educação do Campo criou o Disk Denúncia contra o fechamento das Escolas do Campo (91) 99191 - 7282 e solicita o apoio dos movimentos sociais e sindicais, das organizações da sociedade civil, dos órgãos de gestão pública, do poder judiciário, das universidades e das populações afetadas pelo fechamento da escola em suas comunidades.

A equipe de educadores/as (monitores/as) fez um Relato sobre a Experiência da EFA semelhante ao que recentemente foi apresentado para advogada Ranyelle Septimio (Secretária Municipal de Educação de Marabá) enfatizando os projetos educativos que estão em desenvolvimento com base nas Unidades Produtivas e Educativas (UPEs): horta, viveiro produtivo (flores/plantas/mudas), aves, peixes, porcos, biodigestor (produção de gás), plantas medicinais e na convivência-estudo-trabalho no internato: trabalho escravo, artesanato e sarau (manifestações culturais). Acreditando que “é possível produzir conhecimentos e alimentos agroecológico”.

Na visita a promotora Jane Cleide estava acompanhada da assessora Helhia Cristina e do técnico em assuntos educacionais Jairo Mororó. Inclusive participaram de um almoço da roça. Ficou comprometido o envio de um engenheiro e um pedagogo para confecção de um relatório técnico para identificar as principais dificuldades para que a promotoria possa ajudar a EFA a encontrar as soluções e as parcerias.

No período de 20 a 22 de janeiro de 2017, em Marabá, a EFA promoverá mais um Encontro das Famílias e Parceiros/as, com vasta programação: I Ato Político, Encontro de Jovens Rurais, I Feira da Agricultura Familiar na EFA, I Seminário de Pesquisas e Noite Cultural, objetivando assegurar e garantir através da EFA o direito a Educação do Campo para jovens rurais, suas famílias e comunidades.

(Ascom/EFA)

De 1º de janeiro até terça-feira (6), foram registrados 227 novos casos.

 

 

O Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Marabá fechou o ano de 2015 com 1.840 pacientes com o vírus da Aids atendidos. Mas este número aumentou bastante. Até esta terça-feira (6), o total de pacientes atendidos no Centro chegava a 2.067 pessoas com o vírus HIV, o que representa 227 novos casos confirmados neste ano de 2016, até o momento. Isso equivale a uma média de praticamente cinco casos novos por semana. É como se a cada dia útil um novo paciente com HIV fosse confirmado no CTA de Marabá.

Vale ressaltar que não se trata apenas de pacientes deste município, mas também de cidades vizinhas que buscam tratamento nesta cidade pela ausência de CTA nas localidades onde moram. Há também casos de pacientes que vêm de fora por opção, por não quererem se expor ao tratamento nas cidades onde residem. E o mesmo ocorre com moradores de Marabá, que têm o vírus da Aids, mas se tratam em Parauapebas ou mesmo em Belém, também para não se expor aqui, segundo explica Andréa Castro, auxiliar administrativo do CTA.

Embora os números sejam preocupantes, Andréa ressalta que muita gente tem procurado o CTA para e submeter a exames, num média de 40 pessoas por dia, o que revela certo grau de consciência da população. Além disso, o CTA de Marabá dispõe de toda estrutura de atendimento aos pacientes, desde palestras, atendimento psicológico até a medicação, que é repassada via SUS.

Outra notícia boa é que o “Projeto Nascer”, realizado em parceria com o governo do Estado, teve resultados expressivos em 2016. O projeto visa impedir a transmissão do vírus da mãe para o filho anda no útero, a chamada transmissão vertical. Isso ocorre por meio de uma série de procedimentos e medicamentos que garantam que o bebê venha ao mundo sem HIV. Em Marabá, foram realizados nada menos de 28 partos de mães portadoras do vírus e em todos eles a criança nasceu sadia.

(Chagas Filho)

Pará é desta que negativo em nível nacional

Por outro lado, o Ministério da Saúde divulgou relatório sobre casos de infecção pelo vírus HIV/Aids. De acordo com os dados, o número de infecção entre jovens de 20 a 24 anos do sexo masculino dobrou em 10 anos. Na região Norte as infecções aumentaram em 61%, e em 91%, no Pará. Em 2012, foram registrados quase 900 casos de infecção por HIV no estado, o número saltou para mais de 1800, em 2015.

Profissionais de saúde e ativistas alertam que muitos jovens entre 15 e 30 anos deixaram de se prevenir porque tem a falsa impressão de que a Aids não é mais tão grave como antes, mas a doença ainda não tem cura. No ano passado, a Aids matou 660 pessoas no Pará. Outro problema apontado é que muita gente não se interessa em fazer o teste de HIV e só descobrem a doença quando já surgem os primeiros sintomas.

(Agência do Rádio)

 

No último final de semana, a equipe social da Cosanpa realizou uma Caminhada Ambiental com alunos, professores e diretores do Centro Profissionalizante Pedro Arrupe em Marabá. O objetivo foi conscientizar a população em geral quanto a importância da preservação do meio ambiente e a conscientização também quanto ao uso correto da água assim como a melhoria da arborização da cidade.

O percurso teve partida da Igreja Católica Nossa Senhora da Conceição localizada na Avenida Tocantins no Bairro Novo Horizonte, seguindo pela Avenida Itacaiúnas e finalizando na Avenida Minas Gerais. Após a caminhada, foram plantadas aproximadamente na Av. Minas Gerais, 50 mudas de Ipê e os alunos também entregaram folders informativos para a população. Todo o percurso teve apoio do DMT (Departamento Municipal de Transportes Urbanos), que garantiu a segurança de todos os participantes.

 

Segundo a diretora do Centro Profissionalizante Pedro Arrupe, Andréia Rodrigues, a participação popular surpreendeu. “Achei ótimo todos participando juntos, plantando árvores, para que a gente possa ver nossa cidade arborizada, parabéns à Cosanpa pela iniciativa”.

A vice-diretora Elizângela de Souza também apoiou a ideia. “Me sinto honrada em fazer parte deste processo, que visa transformar a paisagem de nossa cidade e conscientizar a população quanto ao uso correto da água”.

O estudante Ricardo dos Santos gostou da iniciativa de plantar árvores. “Se for para sujar as mãos que seja plantando árvores”, frisou.

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Mesmo tendo só 15 anos, Alisson Araújo já sabe o que quer fazer quando for maior de idade e estiver no mercado de trabalho. O jovem sonha em ser professor de Atletismo e ensinar às crianças o que aprendeu com sua professora nas pistas de corrida da Estação Conhecimento de Marabá.

A história de Alisson com a Estação Conhecimento começou há três anos, quando a mãe dele, Alcilene de Lima procurou uma alternativa para poder sair para trabalhar e deixar os quatro filhos em segurança.  Moradores da comunidade São Félix, os quatro irmãos tiveram a oportunidade de serem alunos da instituição e foi lá que Alisson descobriu que tinha talento para o Atletismo, começou a praticar o esporte, a competir e conquistar medalhas.

Hoje, cheio de orgulho pelas vitórias que já obteve, Alisson faz questão de contar: “Já tenho duas medalhas de ouro e, tenho certeza, que vou ganhar outras. Quero ser atleta profissional”.

O Programa de Esportes oferecido na Estação, o Brasil Vale Ouro, é voltado para crianças e adolescentes e ensina práticas esportivas com qualidade, além de estimular o desenvolvimento da convivência social, a promoção da saúde, o aprimoramento da consciência crítica e da cidadania.

Além de Atletismo, Alisson pratica capoeira na Estação Conhecimento. Dedicado e comprometido com as aulas da instituição, o garoto passa boa parte do dia na Estação.

 

Saiba mais

Considerando as necessidades e oportunidades específicas locais e com o objetivo de proporcionar oportunidades de atendimento e desenvolvimento social à população socioeconomicamente vulnerável das comunidades de seu entorno, as Estações Conhecimento atuam nas áreas de esporte, cultura, geração de renda, educação, saúde e proteção social. Idealizadas pela Fundação Vale, construídas com recursos financeiros da Vale e geridas por instituições parceiras, as ações sociais das ECs são executadas por meio de recursos diretos da Fundação Vale e recursos incentivados da Vale, como a Lei de Incentivo ao Esporte entre outros.  Atualmente existem seis Estações no Pará, Maranhão, Espirito Santo e Minas Gerais.

Em atividade desde o final de 2014, a Estação Conhecimento de Marabá atende mais de 1.000 crianças, adolescentes, adultos e idosos com atividades variadas. As crianças e adolescentes participam de atividades educativas e culturais como linguagem, matemática, teatro, música e dança e de atividades esportivas como futebol e atletismo, karatê e capoeira. Já os adultos e idosos participam de oficinas educativas, com foco em temas educativos e de saúde, além de eventos culturais e de lazer.

A Estação Conhecimento busca o desenvolvimento integrado dos participantes, com acompanhamento das famílias, na área nutricional e refeições na instituição além de atendimento médico.

A Estação Conhecimento proporciona aos seus participantes a oportunidade de se tornarem cidadãos conscientes. Cheio de orgulho, Alisson conta que ser aluno da Estação Conhecimento já se tornou uma referência positiva no bairro em que mora. “Os outros meninos me encontram na rua, vestido no uniforme e me respeitam”, diz o jovem.

 

 

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