O município de Parauapebas, no sudeste do Pará, também está na rota da produção científica mundial. Desde o início deste ano, o Herbário de Carajás (HCJS), criado e mantido pela Vale, está registrado junto ao Index Herbariorum (IH), instituição que atua como certificador da seriedade das coleções científicas, gerenciado pelo The New York Botanical Garden (Jardim Botânico de Nova York) e passa agora também a ser fonte de referência e consulta internacional sobre flora.

Segundo o analista ambiental e curador do HCJS, Lourival Tyski, "um herbário tem como função primordial documentar pesquisas botânicas". O Herbário de Carajás, que está localizado no coração da Floresta Nacional de Carajás, na área do Parque Zoobotânico Vale (PZV), conta com um acervo de cerca de cinco mil registros de plantas agrupadas em 163 famílias. "A partir da inclusão, nós ingressamos na rede internacional de herbários e também poderemos ser consultados como fontes para pesquisas sobre a flora da região de Carajás", explica Tyski.

Ainda de acordo com o curador, a contribuição do herbário vai além das pesquisas científicas. "O registro no Index Herbariorum reforça, perante a comunidade científica, o compromisso da Vale com a preservação do meio ambiente e mostra a preocupação da empresa em contribuir e proporcionar um legado para a região. Nosso acervo é mantido ad aeternum (para todo o sempre) e está disponível para consultas", conclui.

 

(Fonte: Vale)

O Departamento de Postura da Prefeitura Municipal de Marabá está com ação permanente em toda a cidade, promovendo a retirada de sucatas e desobstrução de passeios e áreas públicas. De acordo com a coordenação do órgão, mais de 20 kombis; 70 caminhões cheios de ferro velho; 30 outdoors; e  mais de 50 carros que impediam o passeio público; e uma grande quantidade de material de construção, especialmente areia e seixo foram removidos das vias públicas.

A Postura recomenda aos construtores que utilizem contêineres para depósito de material de construção ou retirá-lo para o interior do imóvel, deixando sempre o espaço destinado ao transeunte.

Descarte de lixo

Depois de retirar toneladas de sucatas, carros velhos, material de construção, dentre outros das vias públicas de Marabá, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), por meio do Departamento de Postura, agora inicia fiscalização de empresas e açougues que descartam lixo e carcaças de animais nas ruas ou locais impróprios, mesmo que sejam afastados do centro urbano.

Segundo Túlio Pereira, Coordenador da Postura, os proprietários desses açougues e/ou empresas que jogam detritos em locais impróprios devem procurar a Semsur (prédio da Secretaria de Obras), e pedir autorização para depositar seus dejetos no Aterro Sanitário.

 

(Fonte: ASCOM)

O Ministério Público do Estado do Pará por meio das Promotoras de Justiça Mayanna Silva de Souza Queiroz e Josélia Leontina de Barros Lopes, reuniu com representantes do 11º Centro Regional de Saúde (CRS) da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e Secretaria Municipal de Saúde de Marabá para tratar sobre os casos de Leishmaniose no município. Segundo a promotora de Justiça Mayanna Queiroz, “houve um aumento nos casos de Leishmaniose no município e medidas precisam ser tomadas para impedir esse aumento’’ explicou.

O secretário municipal de Saúde de Marabá, Marcone Leite, informou a necessidade da criação de um plano de ação envolvendo outros órgãos parceiros, como o exército, demais secretarias do município e ONGs instaladas na cidade. O secretário ainda apontou a necessidade da Secretaria Municipal de Saúde de desenvolver um protocolo de atuação. “O município está se expandindo e as pessoas estão indo ao encontro do mosquito com seus animais. Deve haver uma ação envolvendo estas famílias que tem animais em casa para a doença não se alastrar” afirmou Ademar Moreira, responsável pelo controle de endemias da Secretaria Municipal de Saúde. A promotora de Justiça Josélia Lopes argumentou: “este surto iniciou na cidade de São Geraldo do Araguaia e não houve um trabalho de prevenção no início, o que levou ao surto que está acontecendo hoje. Não está sendo feito o diagnóstico correto na rede pública”

O médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde, Nagilvan Amoury, explicou que não há predador para o mosquito e que diferente do mosquito da dengue (aedes aegypti) que se multiplica em água, o mosquito palha está em vários outros locais, como frutas que caem das árvores.

“As medidas para a Leishmaniose devem ser permanentes, pois a doença é transmitida por vetor. A borrifação deve ser feita em três ciclos, com intervalo de noventa dias. No bairro Nossa Senhora Aparecida, foram feitos apenas o primeiro e segundo ciclos, assim como no bairro São Félix e não houve continuidade. A Sespa não adquire os produtos, a aquisição é feita pelo município e precisa ser trabalhado com equipamentos e EPI’s necessários. É preciso organizar para solicitar ao Ministério da Saúde os materiais a fim de dar a continuidade ao processo”, explicou Ana Raquel Miranda que trabalha na vigilância em saúde da Sespa 11º CRS.

O Diretor do 11º Centro Regional de Saúde da Sespa, Geraldo Barroso, informou que a Sespa dispõe de quinze bombas para borrifação e que já estão cedidas para a Secretaria Municipal de Saúde, mas que será necessário um reforço. A veterinária do CCZ Stella Barroso, informou que os trabalhos se iniciaram ao contrário e que se procurou trabalhar a consequência da doença, com a eutanásia de animais. “Na verdade deve ser trabalhado o combate ao mosquito, pois é triste para as pessoas entregarem seus animais para a eutanásia. O medicamento anestésico também é muito caro. O CCZ precisa de mais dois veterinários para fazer cirurgias de castração de animais”. A Leishmaniose deve ter como primeiro passo de prevenção a procura pelo mosquito, pois existem locais que possuem um número maior de infestação. O último levantamento entomológico foi feito em junho de 2016 e deve ser realizado novo levantamento para identificação dos locais com maior infestação do mosquito no município de Marabá.

Na reunião foram deliberadas as seguintes medidas: criação de uma comissão composta pelas secretarias estadual e municipal de saúde para elaboração de plano de ação a ser apresentado no prazo de quinze dias; realização de um levantamento entomológico no município de Marabá; reunião com possíveis parceiros enquanto é formulado um plano de ação; a Sespa deverá encaminhar ao MPPA e à Secretaria Municipal de Saúde a relação de insumos e materiais necessários em um prazo de quarenta e oito horas e, por fim, a Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e suas assessorias de comunicação deverão providenciar elaboração de mídias educativas para distribuição nos dias de ação e encaminhamento para veiculação à televisão, rádio e jornais.

 

(Fonte: MPPA)

 

O Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP) realizou o atendimento de 25 adolescentes que cumprem medida socioeducativa no Centro de Internação de Adolescentes Masculinos (CIAM), no núcleo São Félix, em Marabá. A iniciativa, realizada na última sexta-feira, 3/3, foi a terceira realizada pela instituição garantindo consulta médica, aferição de pressão arterial e teste de glicemia no local. Em menos de um ano foram beneficiados cerca de 90 meninos, entre 13 e 17 anos.

Segundo a diretora do CIAM, Luciléia Cardoso Cavalcante, para muitos deles, o atendimento do hospital é a primeira avaliação médica pela qual passam na vida. 'Esses meninos têm uma passagem muito rápida pelo centro, de 45 dias somente. Muitas vezes, eles chegam aqui e nunca passaram por uma avaliação médica. Sem contar que alguns entram na fase de abstinência da droga e apresentam sintomas como convulsão, desmaio e taquicardia. Por isso também é importante a ação, para que sejam orientados por um médico de que forma proceder na sua saída', argumentou Luciléia.

A coordenadora de Humanização do HRSP, Caroline Nogueira, comentou sobre a parceria com a Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), entidade vinculada ao Governo do Estado que coordena as políticas estaduais voltadas a adolescentes e jovens que cometem ato infracional. 'A partir desta ação, o hospital contribui para a promoção da saúde desses adolescentes e, ainda, facilita o acesso a serviços que são ofertados pelo hospital, nos casos em que é necessário atendimento especializado', comentou a fisioterapeuta.

Além desta ação, o Hospital Regional do Sudeste do Pará, que é gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), realiza outras iniciativas de promoção à saúde fora da unidade, como o projeto 'Hospital Regional Amigo da Comunidade' e o projeto 'Saúde com Educação e Humanização'. O primeiro já levou atendimento a bairros periféricos, zona rural e aldeias indígenas no município e o segundo oferece orientação sobre prevenção de doenças para usuários que aguardam consulta ambulatorial e realização de exames na unidade.

(Fonte: HRSP)

Para garantir a segurança do paciente, unidades de assistência à saúde realizam seus procedimentos baseados em evidências científicas e clínicas. Isso é possível a partir da utilização de ferramentas como os protocolos clínicos, desenvolvidos para ajudar os profissionais a decidirem sobre as melhores condutas terapêuticas a serem seguidas. Dessa forma, para permitir maior rapidez e eficácia ao atendimento de vítimas de traumatismo cranioencefálico, o Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, adotou o Protocolo de Traumatismo Cranioencefálico (TCE). O objetivo é reduzir os riscos de complicações pós-trauma e instituir tratamento precoce desde o Acolhimento, porta de entrada na unidade.

O TCE é uma das principais causas de atendimento no HRSP - unidade pública gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). A instituição é referência em trauma de média e alta complexidades para 22 municípios paraenses. Em geral, os casos atendidos são provocados por acidentes de trânsito.

Segundo o neurocirurgião do HRSP, Sandro Cavalcante, um dos envolvidos na criação do protocolo, o novo fluxo orienta as medidas que devem ser adotadas no primeiro atendimento ao paciente, dependendo da gravidade do caso. ‘‘Muitas vezes, esse organograma determina que a maior urgência é fazer o suporte clínico do paciente e aguardar um tempo para fazer a tomografia. Em outras situações, deve-se fazer a tomografia primeiro e o suporte clínico vem depois. Assim, o médico vai ser capaz de estratificar quem são os pacientes que precisam de um suporte clínico emergencial mais do que correr para fazer uma tomografia e chamar um neurocirurgião’’, explica Sandro.

O diretor Técnico da unidade, urologista Cassiano Barbosa, argumenta que o novo protocolo adotado também tem o objetivo de reduzir casos de óbitos de pacientes atendidos com esse perfil. ‘‘Estamos iniciando com um pacote de medidas, com uma prescrição inicial da assistência no Acolhimento. Vamos monitorar as evoluções a partir de indicadores e, posteriormente, poderemos desenvolver outros. Mas a ideia básica é que nós podemos mensurar o atendimento ao traumatismo cranioencefálico, corrigir algum desvio e, assim, ampliar a segurança do paciente’’, comenta o diretor Técnico.

Para o diretor-geral da unidade, Valdemir Girato, o maior beneficiado é o paciente. ‘‘A maioria dos nossos pacientes chega aqui por conta de acidentes automobilísticos, e são casos graves, pacientes realmente de emergência. Assim, seguindo o protocolo, o atendimento dele vai ser mais seguro, mais preciso e mais rápido’’, afirma o administrador.

Nesse sentido, o Protocolo de TCE se une a outras medidas adotadas pelo Hospital Regional de Marabá para assegurar uma assistência qualificada, como os Protocolos de Segurança do Paciente, estabelecidos pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Segurança do Paciente, e a classificação de riscos assistenciais, avaliados no momento de admissão do usuário e cujo objetivo é identificar os riscos de queda, lesão por pressão e alergia a medicamentos, fatores que podem comprometer a recuperação no ambiente hospitalar.

 

(Fonte: HRSP) 

A Polícia Civil do Pará expedirá carteiras com nome social para travestis e pessoas transexuais também em postos de identificação no interior do Pará, a partir da segunda quinzena deste mês de março deste ano. As carteiras serão emitidas nos postos de identificação de cidades-sedes em cada região do Pará, e nos municípios de Xinguara e Parauapebas, no sudeste paraense.

Para requisitar o documento, que é gratuito, travestis e transexuais deverão apresentar, no posto de identificação, a carteira de identidade original, duas fotos iguais e em cores tamanho 3x4, certidão de nascimento original e comprovante de residência. Segundo a delegada Aline Boaventura, da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) da Polícia Civil, os postos que emitirão o documento, a partir de 15 de março, são: Santarém, Itaituba, Altamira, Marabá, Redenção, Tucuruí, Breves, Soure, Paragominas, Capanema, Castanhal, Abaetetuba, Parauapebas e Xinguara.

Após a emissão, os dados dos interessados serão enviados a Belém para confecção do documento. A entrega ocorrerá em um prazo médio de 15 dias. O documento é válido como identificação em qualquer serviço público do Pará, como hospitais, escolas, Detran, delegacias, entre outros.

A carteira de nome social foi lançada no Pará em outubro de 2013, para garantir e reconhecer o direito de cidadania à comunidade LGBT. O documento permite o reconhecimento de transexuais e travestis pelo nome com o qual se identificam. O direito foi assegurado pelo decreto de número 726, publicado em maio de 2013, no Diário Oficial do Estado.

Febre, dor de cabeça e falta de apetite são sinais de que o organismo não vai bem. Esses sintomas podem indicar doenças benignas, mas, também, ser o início de um grave problema de saúde: o câncer. No Brasil, a doença é a principal causa de morte de crianças e adolescentes de cinco a 19 anos. A boa notícia é que, se diagnosticado precocemente, 80% dos casos podem ter cura.

Para alertar sobre a importância da detecção precoce do câncer, o Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, promoveu um bate-papo para usuários e colaboradores da unidade nesta quarta-feira, 15/2, data em que se celebrou o Dia Internacional de Luta contra o Câncer na Infância.

O metalúrgico Messias Feitosa, de 24 anos, participou da palestra e parabenizou a instituição pela iniciativa. 'É muito importante que o hospital dê esse tipo de informação às pessoas porque faz com que o paciente procure tratamento de forma mais rápida', comentou o usuário. O irmão mais novo do paciente é um exemplo de que a falta de informação pode retardar o tratamento. 'Os primeiros sintomas apareceram aos seis anos, mas a doença só foi descoberta mais de dez anos depois. Se tivéssemos as informações repassadas na palestra de hoje, com certeza, minha família teria procurado o tratamento correto de imediato', frisou. 

A estudante Milena Silva, de 18 anos, também aproveitou para se informar sobre o assunto. 'Todos os pais deveriam saber disso porque a gente nunca sabe do dia de amanhã. Pode achar que a doença é um vírus ou uma infecção e, na realidade, ser um câncer', afirmou a acompanhante. 

A ação no Hospital Regional do Sudeste do Pará fez parte da campanha 'Câncer infantil: juntos, podemos mudar essa história', realizada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que gerencia o HRSP, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

O diretor-geral da unidade, Valdemir Girato, comentou que um dos compromissos da instituição é promover educação em saúde. “Além da ação de hoje, em outros momentos, o hospital promove palestras sobre doenças diversas, com o intuito de orientar pacientes e acompanhantes a buscarem mais qualidade de vida”, afirmou o gestor.

Além do HRSP, outras unidades gerenciadas pela Pró-Saúde no Estado, como o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo e o Hospital Público Estadual Galileu, em Belém, realizaram programação referente ao tema.

(Fonte: Ascom/HRSP)

A Vila Itainópolis, distante a 75 km de Marabá, comemora a inauguração da primeira biblioteca da localidade. A sua instalação e funcionamento é resultado da parceria dos moradores com a Vale, por meio da área de Relações com Comunidade. A estrutura do espaço integra a Escola Municipal de Ensino Fundamental Marechal Rondon, única na vila e que atende aproximadamente 400 alunos dos ensinos fundamental e médio. Além do acervo bibliográfico, o espaço conta com uma sala de informática, equipada com computadores  para que os estudantes possam ampliar as suas pesquisas escolares.

A analista de Relações com Comunidades, Renata Velloso, explica que a biblioteca foi um sonho construído a várias mãos. “Muitas pessoas doaram seu tempo e seu conhecimento para que pudéssemos atingir o objetivo. Hoje, esse espaço está equipado com toda a estrutura para melhorar o ensino e aprendizagem dessas crianças e jovens”, diz ela. A coordenadora pedagógica da escola, Maria da Conceição Oliveira, reforça a importância do espaço: “a biblioteca vai contribuir para o aprendizado dos alunos de maneira integral, pois servirá para a pesquisa e a sala de informática e também servirá para a comunidade que queira aprimorar seu conhecimento”.

Bruno Amaral, 23 anos, que estudou na escola e foi um dos voluntários que ajudou na construção do prédio da biblioteca. “Minha história com a escola é enorme, porque estudei e trabalhei aqui e sou nascido na vila. Só de saber que essas crianças e jovens vão aprender a mexer em um computador me dá uma alegria imensa, porque eles terão a oportunidade que não tive e, hoje, tudo gira em torno de um computador. É um sonho realizado”, descreve.

 

(Fonte: Ascom/Vale)

O promotor de Justiça de Dom Eliseu, Maurim Lameira Vergolino, se reuniu com o presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado (CRFPA) e com os secretários de saúde e chefes de vigilância sanitária dos municípios de Dom Eliseu e Ulianópolis para a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que visa a adequação de farmácias e drogarias quanto à exigência da presença de farmacêutico como responsável técnico durante todo o horário de funcionamento.

De acordo com o representante do Ministério Público, tanto em Dom Eliseu quanto em Ulianópolis há vários indícios de descumprimento de alguns dispositivos legais por diversas farmácias dos municípios, principalmente quanto a presença do farmacêutico. O termo obriga as secretarias de saúde de ambos os municípios por seus órgãos de vigilância sanitária e Conselho Regional de Farmácia que fiscalizem e exijam das drogarias o cumprimento da legislação federal, a qual determina a assistência do farmacêutico responsável técnico inscrito no CRFPA

A partir do dia 1° de julho de 2017, o farmacêutico terá a carga horária mínima de 4 horas diárias, as drogarias deverão informar ao público o horário de permanência do profissional. Os horários do farmacêutico serão adequados ao longo dos próximos anos e em 2020, trabalhará em tempo integral. A comercialização de medicamentos sujeitos a regime especial de controle e de medicamentos fracionados só poderá ser efetuada durante o período que o farmacêutico se encontre presente no estabelecimento.

A abertura de novas drogarias e farmácias só serão autorizadas pela Divisão de Vigilância Sanitária e pelo Conselho Regional de Farmácia se estiverem adequados a legislação.

(Fonte: Agência do Rádio)

O Brasil é líder na destinação de embalagens vazias de agrotóxicos. O Pará não é diferente: cerca de 300 toneladas de embalagens foram devolvidas em 2016, mostrando que os produtores paraenses têm feito o dever de casa. O número faz parte do balanço realizado pela Gerência de Controle do Comércio e Uso de Agrotóxicos (Geagro), da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). O órgão é o responsável no Estado pelo trânsito, comércio e o uso correto e seguro de defensivos agrícolas nas propriedades rurais, com foco nas boas práticas, preservação do meio ambiente, saúde humana e dos animais.

A Central de Devolução de Produtos Agrotóxicos de Paragominas foi quem liderou as devoluções, segundo o balanço, com cerca de 190 toneladas de embalagens vazias devolvidas somente no local. Outras 53 foram devolvidas no Posto de Redenção 15 no Posto de Marabá, o mais novo do Estado, inaugurado em 2015. Atualmente, o Pará possui esses três locais (Paragominas, Marabá e Redenção) para onde também podem ser destinadas as embalagens vazias produzidas no Estado.

“A quantidade de embalagens devolvidas mostra que estamos avançando em um ponto fundamental para o fortalecimento do agronegócio no Estado, que é o fechamento da cadeia produtiva com segurança. Mostra ainda a participação e conscientização do produtor rural, que está preocupado sim com a saúde do homem e com o meio ambiente. O debate sobre o assunto é uma das prioridades da Adepará”, acredita o diretor geral da Adepará, Luciano Guedes.

Quem compactua da mesma opinião de Luciano é a gerente da Central de Paragominas, Marlia Dourado. Em quase nove anos de existência da central, que é referência no Brasil e foi a primeira criada no Pará, ela acredita que os responsáveis pela destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos já possuem essa consciência. “A obrigação está distribuída para o agricultor, o comerciante, o fabricante e o poder público. Estamos avançando”, diz Marlia Dourado.

Além da Central de Paragominas e dos postos de Marabá e Redenção, para onde as embalagens podem ser destinadas, ações de recebimento itinerante também são realizadas por todo o Estado por associações de revendas agropecuárias com o apoio da Adepará. Altamira foi um dos sete municípios paraenses que recebeu a ação em 2016. Lá, quase 10 mil embalagens foram devolvidas pelos agricultores locais.

A ação itinerante consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo. Mas é bom frisar que a devolução das embalagens vazias de produtos agrotóxicos é responsabilidade do produtor. “O comerciante tem a obrigação de dar condições para que essas embalagens sejam devolvidas”, explica o gerente.

Comércio – Atualmente, 269 canais de distribuição de agrotóxicos estão registrados na Adepará. São apenas nessas empresas que o produtor pode adquirir insumos vegetais para combater pragas em sua lavoura. É lá também que são recebidas todas as orientações para devolução da embalagem vazia, etapa importante para o fechamento da cadeia produtiva com segurança.

“A Adepará, por meio da Geagro, tem o dever de fiscalizar a devolução das embalagens vazias de produtos agrotóxicos, seja ela diretamente na central de devolução de produtos agrotóxicos, seja ao posto de devolução de embalagens vazias de produtos agrotóxicos ou em recebimentos itinerantes de embalagens vazias de agrotóxicos”, diz o gerente de Insumos Vegetais da Adepará, Leônidas Castro.

Ações – Em 2016, foram mais de mil atividades realizadas pela Adepará, sobretudo, fiscalizações do comércio e propriedades rurais.

 

O que a legislação diz?

A Lei n.º 9.974, de 6 de junho de 2000, disciplina a destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos e distribui responsabilidades para o agricultor, o comerciante, o fabricante e o poder público, ou seja, é uma responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos.

 

Porque dar um destino correto para as embalagens vazias?

O principal motivo para dar a destinação final correta para as embalagens vazias de agrotóxicos é diminuir o risco para a saúde das pessoas e de contaminação do meio ambiente. Além disso, outro fator importante está relacionado à economia proporcionada pela lavagem das embalagens. Como a maioria das embalagens é lavável, é fundamental a prática da lavagem para a devolução e destinação final correta.

 

Onde devolver as embalagens?

Atualmente, 269 canais de distribuição de agrotóxicos estão registrados na Adepará. São apenas nessas empresas que o produtor pode adquirir insumos vegetais para combater pragas em sua lavoura. É lá também que são recebidas todas as orientações para devolução da embalagem vazia.

 

UNIDADE CENTRAL - PARAGOMINAS

PA 256, km 3 (ao lado da Juparanã Agrícola), Zona Rural

Gerenciado pela Associação do Comércio Agropecuário do Pará (Acap)

 

UNIDADE POSTO - REDENÇÃO

Av. Araguaia, nº 3.484, quadra 4, setor Ademar Guimarães

Gerenciado pela Associação de Comerciantes, revendedores e distribuidores de Produtos Agrícolas e Agrotóxicos de Redenção (Acredipaar)

 

UNIDADE POSTO – MARABÁ

OTR Folha 32, quadra 19, lote 30, Nova Marabá

Gerenciado pela Associação do Comércio de Insumos Agropecuários de Marabá e Região (Aciamar)

 

As vantagens de usar de forma segura e correta os agrotóxicos:

- evita a contaminação de quem aplica o produto, já que é ele quem está em contato direto com o produto concentrado.

- evita a contaminação dos familiares do aplicador de agrotóxico no momento do armazenamento e limpeza dos EPIs.

- evita a contaminação do produto que vai ser levado diretamente para o consumo humano ou animal, obedecendo ao período de carência do produto.

- evita a contaminação do meio ambiente, e de animais quando é feita a devolução das embalagens vazias de agrotóxicos.

- disponibiliza a população um alimento dentro dos critérios recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

As principais boas práticas são:

- comprar em estabelecimento registrado na Adepará.

- comprar produto indicado para cultura alvo e com suas concentrações corretas de acordo com o Receituário Agronômico emitido por engenheiro agrônomo, florestal ou técnico agrícola.

- usar Equipamentos de Proteção Individual para formulação da cauda e aplicação do produto

- fazer uso do EPI

- ler bula e rótulo

- obedecer ao período de carência do produto.

- armazenar em local seguro.

- devolver as embalagens vazias, tríplice lavadas, com tampa e inutilizadas nos locais indicados na Nota Fiscal.

Está em busca de alternativas para iniciar os estudos? Saiba como conseguir uma bolsa ainda esse ano pelo Educa Mais Brasil e economizar até 70% nas mensalidades. No Pará, são mais de 45.400 bolsas disponíveis, incluindo Marabá.

Quem deseja matricular o filho em uma escola, iniciar um curso superior ou ingressar em um curso técnico, de idiomas, profissionalizante, preparatório para concursos ou pré-vestibular, geralmente pensa em fazer isso no início do ano.

E é justamente nesta época que aparecem várias oportunidades, principalmente para os que não possuem condições de pagar o valor integral de uma mensalidade. Entre elas, estão as disponibilizadas pelos programas do Governo Federal, como o Programa Universidade para Todos – Prouni e o Financiamento Estudantil – Fies, mas há aquelas pessoas que não se adequam aos requisitos destes programas, não querem assumir despesas após a formação ou simplesmente perderam o prazo para fazer a inscrição.

A boa notícia é que os estudantes de todo o país estão encontrando nas bolsas de estudo do Educa Mais Brasil a solução para ter acesso a instituições de qualidade, com mensalidades que cabem no bolso e com a possibilidade de conseguir o benefício ainda em 2017, já que o programa seleciona e encaminha os candidatos aprovados para diversas instituições o ano inteiro. É o caso dos mais de 400 mil alunos que se inscreveram e já foram contemplados com as bolsas de estudo.

De acordo com a Diretora de Expansão e Relacionamento do Educa Mais Brasil, Andréia Torres, o programa fortalece o setor educacional brasileiro ao oferecer oportunidades para aqueles que não têm condições de arcar com mensalidades em sua totalidade. “Sabemos que o ingresso a uma educação de qualidade muitas vezes requer disponibilidade financeira e o papel do Educa Mais Brasil é dar uma ajuda às pessoas que querem atingir os seus objetivos acadêmicos.”

Os interessados devem acessar o site www.educamaisbrasil.com.br, procurar o curso de interesse e realizar a inscrição de forma gratuita. Mais informações podem ser obtidas na central de atendimento pelos telefones 4007-2020 para Capitais e Regiões Metropolitanas ou 0800 724 7202 para demais localidades.

Confira as cidades do Estado com bolsas disponíveis:

Abaetetuba

Alenquer

Altamira

Ananindeua

Anapu

Augusto Corrêa

Barcarena

Belém

Belterra

Benevides

Bragança

Breves

Cametá

Canaã dos Carajás

Capanema

Capitão Poço

Castanhal

Castelo dos Sonhos

Conceição do Araguaia

Coqueiro

Curionópolis

Curuá

Curuçá

Dom Eliseu

Eldorado dos Carajás

Goianésia do Pará

Icoaraci

Igarapé-Açu

Itaituba

Itupiranga

Jacundá

Juruti

Marabá

Marituba

Monte Alegre

Monte Dourado

Moraes de Almeida

Muaná

Nova Esperança do Piriá

Novo Repartimento

Óbidos

Oriximiná

Ourilândia do Norte

Outeiro

Paragominas

Parauapebas

Porto de Moz

Redenção

Rurópolis

Santa Izabel do Pará

Santa Maria das Barreiras

Santana do Araguaia

Santarém

São Domingos do Araguaia

São Félix do Xingu

São Geraldo do Araguaia

São Miguel do Guamá

Tailândia

Tracuateua

Tucumã

Tucuruí

Ulianópolis

Uruará

Vigia

 

Xinguara

O mês de março começa com uma intensa programação do mês das mulheres, promovida pela SEASP e COMDIM. O evento vai contar com programação extensa durantes todo o mês. Nesta quarta-feira (8), acontece a Marcha do Dia Internacional da Mulher com concentração em frente à Câmara Municipal, com o Tema: Respeito às Mulheres em suas diversidades.  Com destino à Marabá Pioneira. Este evento tem o objetivo de proporcionar a Integração das mulheres e realizar uma vasta programação em Marabá, com ações que valorizem a mulher em todas as faces.  Segue a programação do mês da Mulher.

PROGRAMAÇÃO

07/03 – Homenagem na Câmara Municipal 19 horas

08/03 – Palestra (Ass. dos Aposentados)

08/03 – Marcha da Mulher (8 horas – saindo da Câmara a Prefeitura)

08/03 – Palestra – Movimento de Mulheres Margaridas  - Mulher Idosa (18:30 SENAI)

10/03 –  Posto de Saúde da Laranjeiras – Saúde, Sexualidade e Prazer –  Dr. Nagilson

10/03 – Crama – Heide e Julia Rosa (Violência e Auto Estima)

11/03 – Palestra no Arco Iris da Justiça * Empoderamento

16/03 – Palestra – Dra. Hilomi – SENAI Saúde (Grupo de Apoio Esperança)

17/03 – Nova Marabá – (Crismu Folha 33) – Auto Estima – Lanuza Lobo e Lorena Fabini

18/03 – Nei Fernando Pessoa – Violência Sexual – (09horas) – Tábata Veloso

24/03 – Complexo São Félix /Morada Nova  (Posto de Saúde Maria Bico Doce) Dra. Poliana Gonçalves

31/03 – Liberdade – Violência Doméstica – Basta! (AMMA) Dra. Claudia Chini, Prof. Lorena Fabeni

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) iniciou as atividades do projeto “Tauari Vivo”, que visa a recomposição florestal e diagnóstico da biodiversidade do entorno do Rio Tauari, em áreas próximas à Unidade III do Campus de Marabá. O projeto acontece em cooperação com o Exército Brasileiro e tem o apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará – Ideflor-bio e da Secretaria Municipal de Agricultura de Marabá (Seagri).

Cerca de 100 alunos da Unifesspa, entre estudantes de Biologia, Agronomia, Geografia e Geologia participaram da primeira ação de reflorestamento, conduzida por professores e técnicos da Universidade. Durante todo o dia, as equipes se dedicaram ao processo de plantio de espécies nativas da região como capuerana, sumaúma, jatobá, piranheira, aroeira, entre outras.

“Nesta primeira ação, os alunos estão tendo uma grande prática de restauração florestal, de ecologia. A ideia é que este espaço seja um laboratório para as pesquisas e aulas práticas dos alunos da Unifesspa. Esses estudantes serão envolvidas em atividades como coleta de sementes para produção de mudas para restaurar a mata ciliar, monitoramento da fauna e da flora, entre outras pesquisas de diversos professores em áreas como Geografia, Ciências Biológicas e Agronomia”, detalhou o professor Diego de Macedo Rodrigues, um dos coordenadores do projeto Tauari Vivo.

A estudante de Agronomia, Cristiele dos Anjos Costa, comemorou o início do projeto e fez questão de participar de todas as atividades que envolveram o plantio. “Quero estar engajada nas pesquisas aqui desenvolvidas, pois vai acrescentar muito na nossa formação. Me sinto privilegiada de estar no início do curso e já contar com essa estrutura e estímulo à pesquisa”, comentou.

Para auxiliar o trabalho de abertura das covas, a Unifesspa recebeu o apoio de 10 homens da 23ª Brigada de Infantaria de Selva. No primeiro ano de execução do projeto, a meta é plantar 600 mudas nativas no entorno do rio. A expectativa é que com as ações de reflorestamento ambiental, seja realizada a recomposição florística de cerca de 3,5 hectares de mata ciliar nas adjacências do rio popularmente chamado de Tauarizinho, entre a 23ª Brigada e a Unifesspa.

“Essa recuperação terá um impacto no ecossistema como um todo. Estamos auxiliando as atividades do projeto, observando os critérios técnicos que possam favorecer e acelerar o reflorestamento. Esse espaço será de grande integração da comunidade universitária nas pesquisas e com resultados concretos para a sociedade”, avaliou o engenheiro agrônomo da Unifesspa, Igor Vinicius de Oliveira. O trabalho também contou com a orientação do técnico agrícola Jucelino Bezerra de Souza.

A área é considerada uma importante reserva ecológica, com rica biodiversidade em ambiente urbano. O projeto prevê o inventário faunístico microbiológico, de pequenos mamíferos e de invertebrados. Os estudos permitirão avaliar o estado de conservação da biodiversidade na localidade. “No quintal da nossa universidade, temos um importante instrumento de estudo e pesquisa, auxiliando as aulas de campo com os alunos, além do importante papel na preservação ambiental, por isso o momento é de muito entusiasmo para a comunidade acadêmica”, acrescentou o professor do curso de Biologia, Antônio Kledson Leal Silva.

Para realizar a identificação da diversidade de espécies animais presentes na região, a Unifesspa disponibilizará equipamentos para coletas de material microbiológico e armadilhas fotográficas ou câmera –trap, que funcionam capturando a imagem do animal quando este passa em frente à câmera, por meio de um sistema de sensores.

“Esse dia marca o início de um grande projeto em parceria com o Exército, com resultados importantes para nossa Universidade, mas sobretudo para a sociedade da Amazônia. Daqui sairão dezenas de trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses nas áreas de levantamentos faunísticos em vários caminhos, aprimorando as formas de reflorestamento, com inoculação de fungos nas raízes das arvores plantadas aqui, por exemplo. É, efetivamente, um laboratório que vai permitir que alunos e professores desenvolvam pesquisas com forte impacto social e econômico”, destacou o reitor da Unifesspa, Maurílio de Abreu Monteiro, que fez questão de acompanhar e auxiliar todas as atividades iniciadas nesta sexta-feira, das quais também participaram os professores José Otávio Pires, Fernanda Carla Lima Ferreira, Andrea Hentz de Mello e Fábio dos Reis Ribeiro de Araújo.

(Fonte: Unifesspa)