A Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Ciência, Tecnologia e Mineração (Sicom) está viabilizando a instalação em Marabá de um Posto Avançado de Serviço e Centro Administrativo do Inmetro Pará (Instituto de Metrologia do Estado do Pará) para atender as regiões sul e sudeste do Estado.

O posto seria instalado em uma área institucional, localizada ao lado do Campus III da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), no Bairro Cidade Jardim.  

O secretário municipal de Indústria, Comércio, Ciência, Tecnologia e Mineração, Marcelo Almeida Araújo, explicou que a negociação para a implantação desse posto avançado e do centro administrativo do Inmetro Pará começou no ano passado, quando estava à frente do órgão Fabrízio Guaglianone, mas, com a mudança na presidência do Inmetro, ele perdeu o contato com a direção do órgão.

Na última sexta-feira (15), o diálogo foi retomado. “Nós entendemos que é importante, não só para Marabá, mas para a região, porque vai ser instalada aqui, mas vai atender toda a região, é uma forma então de conseguir recursos para o município”, avalia.

Marcelo Araújo informou ainda que a Sicom está verificando, com a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU), em que situação está o terreno, uma vez que o município tem de doar a área para o Estado. “Também encaminharemos uma carta do prefeito àquele órgão, falando da necessidade e da importância de termos esse órgão na nossa cidade; e que o município estará entrando com a contrapartida que, no caso, seria o terreno, obedecendo todos os tramites legais”, disse.

O secretário adiantou ainda que o Inmetro Pará já tem uma verba destinada para a construção da agência em Marabá. “Com a posse do terreno, de oito a nove meses, a agência está instalada em Marabá”, vislumbra.

Sebrae

Durante a permanência em Belém, Marcelo Araújo também participou do Encontro Regional de Agentes de Desenvolvimento, onde palestrou sobre a importância do agente de desenvolvimento e também da importância para o Sebrae para os municípios.

Além desses encontros, o titular da Sicom também esteve reunido com um representante da Secretaria de Desenvolvimento Mineral, para trazer cursos técnicos na área da formação de mão-de-obra do município. (Fonte: Ascom/PMM)

 

Neste segunda-feira (18), Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, acontece uma caminhada/pedalada na Marabá Pioneira, a ter início na entrada da Avenida Antônio Maia e encerramento na Praça Duque de Caxias, com sorteio de camisetas entre os participantes.

O evento marca o encerramento da programação, que começou ainda na manhã da última quinta-feira (14), no Hiper Posto Marabá da Rodovia PA 150, com a Ação Caminhoneiro, realizada pela Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria de Assistência Social (Seasp).

Na oportunidade foram realizados testes de rápido de HIV e glicemia, com caminhoneiros, os quais foram convidados pelas equipes do Centro de Referencia Especializado da Assistência Social (Creas), sob a coordenação da pedagoga Regilene Silva.

Além da palestra conduzida pela psicóloga Poliana Ferreira, no local do evento, outras estão sendo realizadas nas escolas publicas e na Estação Conhecimento, no Bairro São Félix.

De acordo com Regilene, a ação tem como objetivo mobilizar, sensibilizar, informar e convocar os caminhoneiros a participarem da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. “A equipe do Creas vai aos caminhoneiros e os convida a participar da palestra e realização dos exames que estamos ofertando”, disse a pedagoga.

A programação culminará com a realização da Pedalada e Caminhada, no próximo dia 18, data exata das celebrações ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, na Marabá Pioneira, a ter início na entrada da Avenida Antônio Maia e encerramento na Praça Duque de Caxias, com sorteio de camisetas entre os participantes.

São parceiros da programação, o Sest/Senat, Cras, CMDCA, Secretaria Municipal de Saúde, Polícia Rodoviária Federal, Ministério Público, Secretaria Municipal de Educação, WMA, Sinobras e Grupo Leolar. (Fonte: Ascom/PMM)

Nesta sexta-feira (15), acontece uma grande assembleia na sede campestre do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública do Pará (Sintepp), em Marabá. O objetivo é definir os rumos da greve na rede estadual que já está beirando os dois meses, segundo explicou Wendel Lima Bezerra, coordenador local do Sintepp.

A paralisação deixa sem aulas, em Marabá, nada menos de 16.500 estudantes do Ensino Médio das 21 escolas estaduais, nas quais trabalham 250 professores.

Em Belém, professores ocuparam o terreno do Centro Integrado de Governo (CIG), desde a manhã de terça-feira (12). Eles já receberam mandado de reintegração de posse, mas rasgaram o documento. "Recebemos a notificação sobre a reintegração de posse e já tocamos fogo nela. Só vamos sair daqui na base da força policial ou se o governo voltar a negociar com a categoria". Essa foi a afirmação de Mateus Ferreira, diretor do Sintepp, em Belém.

A greve possui entre os pontos de pauta principais o envio do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCR) à Alepa; reformas Urgentes das Escolas; pagamento integral do retroativo do piso e não descontos dos dias parados. Segundo o comando de greve, pelo menos 26 mil trabalhadores permanecem em greve, com 100 municípios paralisados.

 

 

Entre os 288 municípios com mais de 100 mil habitantes no Brasil, o pior para um jovem morar (em termos de criminalidade) é Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (PE). Esse “título” já foi de Marabá, em 2007. Mas o município passou a ser o quarto mais perigoso. Apesar do discreto avanço, ainda não há motivos para comemorar, pois Marabá ainda tem uma taxa de vulnerabilidade maior do que capitais como Belém, Salvador e Fortaleza.

Todas essas informações estão contidas no Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial 2014, divulgado nesta quinta-feira (7), e elaborado pela Secretaria Nacional da Juventude em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil. Os dados utilizados na pesquisa são de 2012.

Preocupante é a situação do município de Altamira, no Pará, que em 2007 nem aparecia no mapa da violência, mas que foi sacudido pela Hidrelétrica de Belo Monte, que fica em Vitória do Xingu, mas acaba concentrando quase todas as atividades em Altamira. Muito por conta desse “progresso”, Altamira agora aparece em terceiro lugar em casos de vulnerabilidade juvenil à violência.

Os componentes do Indicador de Vulnerabilidade Juvenil à Violência se referem à faixa etária de 12 a 29 anos, segundo definição do Ministério da Justiça. Ao estabelecer como segmento-alvo adolescentes e jovens, é necessário que as variáveis componentes do indicador expressem as diferentes situações de vulnerabilidade à violência que atingem esses grupos.

“Assim, enquanto entre jovens de 15 a 29 anos o desemprego ou formas precárias de inserção no mercado de trabalho podem contribuir para sua vulnerabilidade à violência, para adolescentes com menos de 14 anos o mais importante é a condição de frequência à escola”, diz o relatório.

 

 

Jovem negro tem mais chances de sofrer violência

O Mapa da Violência apresenta uma taxa de homicídio entre jovens negros 155% maior do que a de jovens brancos, na evidência de como a violência tem sido seletiva no país e da necessidade de implementação de políticas públicas focalizadas para este grupo de risco.

Olhando especificamente para o indicador de violência letal entre jovens desagregado pelo componente raça/cor, verificamos que as taxas de mortalidade por homicídio entre jovens negros são superiores em todas as regiões, com a maior discrepância verificada na região Nordeste, cuja taxa de homicídios entre jovens negros (87,0) é quase 4 vezes superior a de jovens brancos (17,4).

Na sequência, apresenta-se a região Norte, com taxa de mortalidade por homicídios entre jovens negros de 72,5, ou 214% superior à taxa entre jovens brancos (23,1). A região Centro-Oeste apresenta taxa de homicídios de jovens negros 182% superior a de jovens brancos (88,6 contra 31,5) e a região Sudeste, 127% superior (53,2 entre jovens negros e 23,5 entre jovens brancos).

A região Sul se destaca por apresentar a menor taxa de homicídio entre jovens negros, bem como a menor discrepância entre a taxa de jovens brancos, da ordem de 8%.

Na região Nordeste, cuja diferença entre a mortalidade de jovens brancos e negros mostrou-se mais aguda, a maior taxa de homicídio entre jovens negros verificada foi em Alagoas (166,5), seguido da Paraíba (115,4), Bahia (104,9), Pernambuco (96,9), Rio Grande do Norte (92,7), Sergipe (89,4), Ceará (58,3), Maranhão (50,2) e Piauí (32,8).

É necessário ressaltar que, nos casos de Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe, a diferença na taxa entre os grupos deve ser interpretada com cautela, já que o número absoluto de homicídios entre jovens brancos é inferior a 50.

Índices de violência pedem políticas públicas

A reflexão sobre os dados divulgados faz surgir várias pautas e agendas de políticas públicas que deveriam ser tratadas sob uma perspectiva preventiva: a necessidade de formação dos gestores sobre o tema, para que setores que tradicionalmente lidam com segurança pública incorporem a juventude como um público prioritário.

Também é destacada no relatório a importância do ensino policial para fomentar a compreensão do que significa ser jovem e as especificidades dessa fase da vida, deixando de lado concepções já superadas, que associam a juventude a uma fase de risco e os adolescentes e jovens a seres sem autonomia, sem voz nem direitos.

O documento sugere também a superação de algumas concepções sobre a relação entre juventude e violência que veem a rua e o bairro como potencialmente perigosos e diretamente responsáveis pelo envolvimento de adolescentes e jovens com a violência; a explicitação e eliminação de vieses que geram racismo institucional na abordagem e no tratamento policial; entre outros.

Por fim, o relatório diz: “Se o país quer reduzir a vulnerabilidade juvenil à violência e reduzir a desigualdade entre jovens negros e brancos, faz-se mais do que urgente a adoção de estratégias integradas de prevenção e redução de homicídios e outros crimes letais”.

Os homicídios mostram-se como a grande tragédia da população jovem negra hoje no Brasil. O Mapa da Violência e Desigualdade Racial evidenciam que, de modo geral, os municípios com mais de 100 mil habitantes e/ou as Unidades da Federação que apresentam situações mais graves de exposição juvenil à violência são aqueles com altos indicadores de violência letal.

“Porém, mesmo nos casos classificados como de baixa vulnerabilidade, parece haver uma sobre representação de negros, reforçando a desigualdade racial e a necessidade de políticas de prevenção mais focalizadas nesse grupo de risco”, diz o documento.

 

Se alguém dissesse, há 5 u 6 anos, que é possível beber a água da Cosanpa direto da torneira em Marabá, isso seria motivo de piada. Pois é, mas já faz pelo menos um ano que essa realidade é possível. No último dia 2 de maio completou um ano de funcionamento da mais moderna Estação de Tratamento de Água (ETA) do Estado, que funciona em Marabá.

A estação, que conta com novos equipamentos, coo filtros e decantadores, integra um plano de expansão da Cosanpa em Marabá, que atende atualmente 27 mil residências dos núcleos Nova Marabá e Cidade Nova, mas cuja meta é atender mais 15 mil unidades, o que compreende 80% da população urbana de Marabá. Tudo isso com água de qualidade.

Mas para que isso funcione, existe um sistema automatizado, que passa por constante monitoramento. “Nesse primeiro ano de funcionamento não tivemos nenhum problema. Nossos setores e equipamentos - floculadores, decantadores, filtros, laboratório e automações - tem garantido um serviço de qualidade atestada, tanto no tratamento como na distribuição de água”, afirma Paulo Barbosa, gerente regional da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), em Marabá.

Outro fator importante para garantir essa qualidade da água são os testes de qualidade, realizados a cada duas horas (como mostra a foto abaixo), para garantir a regularidade na qualidade do produto oferecido.

O abastecimento de água em Marabá, realizado pela ETA, é feito a partir da capitação de água no Rio Tocantins, onde é feito o tratamento na ETA e de lá segue par reservatórios (Estações de Água Tratada-EAT) na Folha 29 (Nova Marabá) e Novo Horizonte e Laranjeiras (ambos na Cidade Nova).

Afora isso, existe uma ETA que atende apenas o Núcleo Marabá Pioneira, que não foi contemplado ainda nesta obra, mas a ideia é deixar uma estrutura que atenda aquele núcleo ao final das obras de duplicação.

Segundo informações da Agência Pará, outro avanço na área de abastecimento em Marabá diz respeito à duplicação da rede, que já teve parte da tubulação assentada. As novas bombas da captação encontram-se no almoxarifado da Cosanpa e o novo reservatório apoiado, com capacidade de 3.000 m³, já está em teste de carga. “Quando isso tudo estiver pronto teremos condições de ofertar quase 3.330 m³/h de água tratada - inicialmente - e ampliar o atendimento para novos consumidores”, reitera Paulo Barbosa.

 

 

 

 

 

Começou nesta terça-feira (12) o serviço de recuperação de ruas no Bairro Laranjeiras, no Núcleo Cidade Nova, executada por duas equipes da Beta Construtora. A Operação Tapa Buraco se concentrara na Avenida Minas Gerais, onde a trafegabilidade estava mais difícil. O trecho recuperado foi até a Avenida Gavião.

No total, 15 homens trabalham no local, com o auxílio de um rolo compressor, uma retroescavadeira, duas caçambas, uma prancha, uma placa vibratória, além de duas caminhonetes dando suporte.

O encarregado da obra, Renilson Ribeiro da Silva, informou que os serviços no local devem durar três dias, pois a recuperação segue até a Avenida Antônio Vilhena, no Bairro Liberdade. “Na maioria desse trecho onde estamos fazendo o tapa buraco, estamos também refazendo a sarjeta”, explicou.

Ele informou ainda que cerca de 20 toneladas de asfalto já foram utilizadas no local. Após o término da Avenida Minas Gerais, as equipes prosseguem o tapa buraco na Avenida Boa Esperança e um trecho também entre a Avenida Minas Gerais e Gaiapó.

Nova Marabá

Outra equipe da Beta Construtora estava trabalhando nesta terça-feira, na VP-7, na Nova Marabá, onde também foi feito tapa buraco e refeita a sarjeta. (Texto: Alessandra Gonçalves/Foto: Dinho Aires)

No próximo sábado (9), de 8 horas às 17 horas, ocorre o dia “D” da 17ª Campanha de Vacinação contra a Influenza, no município.O objetivo é livrar dos três principais vírus causadores de gripe, entre os quais os H1N1 e H3N2, parte significativa da população mais vulnerável. A população a ser imunizada em Marabá durante a campanha é estimada em 49 mil pessoas.

Serão instalados no dia “D”aproximadamente 50 postos em diversos pontos de grande circulação de pessoas, inclusive shopping, escola e associação de moradores. Durante toda a campanha, iniciada no dia 27 de abril, a vacina estará disponível em todas as unidades de saúde dos municípios até o próximo dia 22 deste mês.

O público alvo são crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, pessoas com idade a partir de 60 anos, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Influenza
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que afeta o sistema respiratório e pode levar a complicações graves e até mesmo à morte, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz. A principal forma de prevenção é a vacinação. (Texto: Alessandra Gonçalves)

Locais de vacinação:

Cidade Nova

Centro de Saúde do Laranjeiras, Centro de Saúde Liberdade, Centro de Saúde Pedro Cavalcante e Centro de Saúde Jaime Pinto.

Marabá Pioneira

Centro de Saúde Demóstenes Azevedo e Centro de Saúde João Batista Bezerra.

Nova Marabá

Centro de Saúde Enfermeira Zezinha, na Folha 23; Centro de Saúde Hiroshi Matsuda, na Folha 11, Centro de Saúde Mariana Morais, no KM 7 e Crismo, Folha 33.

São Félix

Centro de Saúde Maria Bico Doce, São Félix Pioneiro; Amadeu Vivácqua, São Félix II.

Morada Nova

Carlos Barreto.

Zona rural

Murumuru, Brejo do Meio, Espírito Santo, Itainópolis e Vila União.    

 

O prefeito João Salame assina nas próximas horas decreto proibindo o descarte de pneus no Aterro Sanitário de Marabá. Segundo a engenheira Ambiental Laís Coelho, coordenadora do Departamento de Meio Ambiente da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), os pneus fazem parte dos chamados resíduos sólidos, que, além de causarem dano ao meio ambiente, ainda servem de criatório para o mosquito transmissor da dengue.

“A Semsur firmou parceria com a Renovadora de Pneus Marabá (Renomar), que, por seu turno se tornou parceria de uma empresa de São Paulo, a fim de recolher esse material e depois enviá-lo para as fábricas, seguindo o que recomenda a Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, detalhou Laís.

Nessa parceria com a Renomar, os borracheiros devem levar os pneus diretamente para aos pontos de recolhimento, já que, pela lei, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes passam a ter obrigações que abrangem, entre outras determinações, o recolhimento dos produtos e dos resíduos remanescentes após o uso, responsabilidade pós-consumo, assim como sua subsequente destinação final ambientalmente adequada, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.

Logo após a Renomar faz o carregamento de duas carretas desse lixo sólido, no caso os pneus, e o encaminha para São Paulo, uma vez por semana.

Lixeiras ecológicas

Visando dar um destino melhor para os resíduos sólidos recolhidos no município, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos mantém um deposito e oficina coordenada pelo artista plástico Felix Mourão (foto), onde é realizada a confecção de lixeiras e outros objetos a partir, principalmente de pneus, com destaque para as lixeiras ecológicas que estão sendo distribuídas na comunidade.

Félix, que é marabaense e desde criança trabalha com madeira, além e comandar uma equipe de profissionais, ainda mantém entre seu grupo pessoas da comunidade que aprendem e ganham como contratados da prefeitura para executar estes trabalhos.

“Toda sexta-feira nos dirigimos aos bairros onde fazemos a doação de lixeiras para a comunidade”, disse Félix, orgulhoso por ajudar pais de família a aprenderem um ofício que lhes serve para manter o sustento de casa.

Além das lixeiras ecológicas outros objetos, como cadeiras, suportes para jarros de flores, sofás de madeira e mobília rústica são fabricadas utilizando madeira, ferro e borracha, pela equipe do Departamento de Meio Ambiente da Semsur. (Fonte: Ascom/PMM)

A população jacundaense ganhou a sua 5ª agência bancária. O Banpará foi inaugurado na manhã de segunda-feira (11) pelo vice-governador Zequinha Marinho, acompanhado do prefeito Izaldino Altoé, o Dino, além de autoridades políticas, empresariais e lideranças locais. Após a solenidade de inauguração, a agência entrou em operação para atendimento ao público. A cidade conta com os serviços dos bancos do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Bradesco.

O diretor-presidente do Banpará, Augusto Sérgio Amorim, explicou o processo de expansão do banco no Estado do Pará. “Fomentar a política econômica dos municípios do Estado do Pará, através da presença do Banpará, é a nossa meta estabelecida pelo governo do Estado”. Sobre a inauguração do banco em Jacundá, o presidente destacou:"é uma agência moderna, confortável e equipada com tecnologia para desenvolver a economia do município, trazendo crédito e serviços para a população".

O vice-governador Zequinha Marinho frisou a saúde financeira do banco. “Somos o Estado, entre as 27 federações, com um banco público que tem um plano de crescimento em expansão, abrindo novas agências e ajudando os municípios a crescer”. Zequinha lembrou que há 20 anos o Banpará era um banco falido, e o governo conseguiu recuperá-lo de forma esplêndida. “O nosso objetivo é levar o Banpará aos 144 municípios. Estamos trabalhando para isso”, afirmou.

Dino Altoé agradeceu ao governo do Estado por contemplar o município de Jacundá.“É louvável que o banco esteja presente e com certeza vai trazer mais desenvolvimento para nós”. O gestor mencionou que ao assumir o governo municipal em 2009 a cidade contava com os bancos do Brasil e Bradesco. “Com muito esforço já inauguramos o Banco da Amazônia e Caixa. E agora estamos entregando o Banpará”. O gestor aproveitou a ocasião para cobrar apoio do vice-governador em relação à liberação de parcelas de recursos do projeto de água e esgoto, que depende do governo estadual.

Entre as autoridades que participaram do ato inaugural estavam o presidente da Câmara Municipal, vereador Lindomar Marinho;Jorge Antunes, diretor de crédito e fomento do Banpará; José Megale, chefe da Casa Civil; empresário e ex-prefeito Adão Ribeiro; deputada federal Júlia Marinho, juiz de Direito Arielson Ribeiro.

Serviços - O gerente Carlos Abreu explicou que a agência do Banpará de Jacundá terá todos os serviços e produtos que são oferecidos em qualquer agência da capital ou interior. Dentre eles, o programa Banpará Comunidade, que oferece crédito de até R$ 20 mil para empreendedores jurídicos e pessoa física. Outro produto é destinado aos servidores públicos e funcionários da iniciativa privada, o chamado crédito consignado.

A agência oferece também o tradicional cartão crédito, seguros (vida, acidente e residencial), cheque especial e empresarial, além de capital de giro para empresas e abertura de poupança desvinculada da conta corrente. A equipe está composta por 7 funcionários, 5 caixas eletrônicos (4 em funcionamento) e três guichês de caixa (dois em atividade). Texto: Antonio Barroso / Foto: Gilmar Mota/JTB

 

Varou quase a madrugada de quinta (7) a reunião iniciada na tarde de quarta-feira (6), entre representantes de indígenas da Reserva Mãe Maria e executivos da Mineradora Vale, na sede do Ministério público Federal (MPF), em Marabá. E, no final, a reunião deu em nada.

Os representantes da mineradora entendem que a partir do momento em que indígenas ocuparam os trilhos da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa dentro da aldeia, em fevereiro e abril deste ano, foi quebrado convênio entre Vale e indígenas, para repasse de recursos para serem utilizados em áreas de saúde, educação e ações sociais.

A Vale está irredutível. Mantém uma proposta que, para as lideranças do povo Gavião, não dá garantias futuras aos indígenas. Entende a mineradora que o Convênio 330 foi, de fato, rescindido; que seu apoio aos indígenas é mera liberalidade e que vai defender judicialmente essa tese.

Diante disso, os Gavião vão apresentar uma contraproposta à Vale. A empresa se comprometeu a dar uma resposta até o dia 15 de maio. Os indígenas também vão requerer à Justiça Federal que a Vale retome imediatamente o apoio às comunidades até a solução definitiva do impasse, tendo em vista que estão envolvidas questões como direito alimentar na discussão sobre a vigência do convênio.

A situação na Terra Indígena, no caso das aldeias recém-formadas, é grave e preocupa bastante a Fundação Nacional do Índio (Funai), pois atividades como o transporte de estudantes indígenas também estão comprometidas.

 

 

Para quitar débitos com credores e funcionários, áreas rurais localizadas no estado do Pará, pertencentes à massa falida da indústria de madeira e pisos Trevo, irão a leilão judicial no dia três de junho, em Curitiba. O tamanho das áreas impressiona: 251 mil hectares, cerca de 2.500 quilômetros quadrados, quase mil quilômetros quadrados a mais do que a cidade de São Paulo, que possui cerca de 1.500.

Para atrair ainda um número maior de interessados, o leiloeiro público designado para a hasta, Helcio Kronberg, foi autorizado a ofertar as diversas áreas em lote único, por um valor 30% inferior ao da avaliação, sendo o lance inicial definido em R$ 9.021.200,00, em torno de R$ 35 por hectare.

Situadas nos municípios de Gorupá, Anajas, Breves, Portel e Afuá, todos no Pará, as áreas possuem vocações múltiplas, principalmente as voltadas para manejo sustentável, crédito de carbono e podem servir também para fundações de proteção à natureza e projetos ambientais.

Dimensões

Em comparação feita com Hong Kong, a área em leilão tem mais que o dobro do tamanho. A cidade-estado possui cerca de 1.104 quilômetros quadrados. “A região é tão grande que seu tamanho é quase o tamanho de São Paulo e Hong Kong juntas”, ressalta Kronberg.

As condições para compra são facilitadas, sendo que o comprador pode dar 20% do valor arrematado no leilão como entrada e financiar o restante em 36 vezes.

 

A juíza de Direito, atualmente Titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Marabá, está sendo investigada por suposto ato de improbidade administrativa. O Inquérito Civil foi instaurado no último dia 29 de abril Ministério Público do Estado do Pará, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Marabá, representada pelo promotor de Justiça Julio Cesar Sousa Costa.

A abertura do procedimento é decorrente do pedido de providências protocolado na Corregedoria de Justiça do Interior do Tribunal de Justiça, onde o interessado reclama da conduta da magistrada, que teria o interesse de lhe prejudicar, relatando que, em processo em trâmite na 3ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, “houve favorecimento tanto do perito nomeado pela juíza como por ela, com o fim de prejudicar o requerente e favorecer o exequente para se apropriar do imóvel rural que foi subavaliado”.

O valor da causa da execução está estimado em R$ - 6.906.599,27. Na fundamentação da portaria que abriu o inquérito civil, a 11ª Promotoria de Justiça de Marabá, com atribuição na esfera da improbidade administrativa, citou julgados do Superior Tribunal de Justiça, onde consta a posição do referido tribunal de que “magistrados são agentes públicos para fins de aplicação da lei de improbidade administrativa” e que constatada a parcialidade do magistrado, com comportamento proposital visando beneficiar outra parte, pode ocorrer a configuração de ato de improbidade.

Após a instauração do inquérito civil foram feitas as comunicações de praxe à Procuradoria Geral de Justiça e à Corregedoria-Geral do Ministério Público, assim como designadas datas para que sejam ouvidos os envolvidos (Fonte: Ascom MPPA)

Imagine fazer uma cirurgia eletiva (considerada simples), mas depois ter que ficar mais tempo internado devido a uma infecção hospitalar. Esse é um transtorno que todo paciente teme e todo hospital procura evitar. Para evitar que isso ocorra, um cuidado bem simples é a higienização das mãos.

Pensando em diminuir índices de infecção hospitalar – e em alusão ao Dia Mundial de Higiene das Mãos – o Hospital Regional do Sudeste do Pará (HRSP) “Dr. Geraldo Veloso”, em Marabá, promove durante toda esta semana uma programação com objetivo de aprimorar a higienização das mãos.

O evento é destinado a todos os colaboradores que atuam na unidade de saúde, inclusive aos trabalhadores que atuam no setor administrativo, pois a simples entrega de documentos de um setor para outro pode conduzir fungos, vírus e até bactérias, conforme explicou a enfermeira Nayara Brasil.

“A simples limpeza das mãos de maneira certa e no momento correto é uma coisa simples, mas que pode salvar vidas”, explicou a enfermeira, durante os treinamentos feitos com colaboradores de todos os setores do hospital, que é administrado pela Pró Saúde - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

Ainda de acordo com a enfermeira, as bactérias, vírus, fungos e parasitas – embora sejam invisíveis – estão espalhadas por toda parte, por isso a higiene das mãos é essencial em qualquer ambiente e nos hospitais mais ainda.

O dia 5 de maio foi definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como Dia Mundial de Higiene das Mãos, para que os serviços de saúde possam desenvolver, em âmbito local, ações que reforcem a higiene das mãos como medida primordial para a prevenção e controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), promovendo a segurança de pacientes, profissionais e usuários dos serviços de saúde.