A população jacundaense ganhou a sua 5ª agência bancária. O Banpará foi inaugurado na manhã de segunda-feira (11) pelo vice-governador Zequinha Marinho, acompanhado do prefeito Izaldino Altoé, o Dino, além de autoridades políticas, empresariais e lideranças locais. Após a solenidade de inauguração, a agência entrou em operação para atendimento ao público. A cidade conta com os serviços dos bancos do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Bradesco.

O diretor-presidente do Banpará, Augusto Sérgio Amorim, explicou o processo de expansão do banco no Estado do Pará. “Fomentar a política econômica dos municípios do Estado do Pará, através da presença do Banpará, é a nossa meta estabelecida pelo governo do Estado”. Sobre a inauguração do banco em Jacundá, o presidente destacou:"é uma agência moderna, confortável e equipada com tecnologia para desenvolver a economia do município, trazendo crédito e serviços para a população".

O vice-governador Zequinha Marinho frisou a saúde financeira do banco. “Somos o Estado, entre as 27 federações, com um banco público que tem um plano de crescimento em expansão, abrindo novas agências e ajudando os municípios a crescer”. Zequinha lembrou que há 20 anos o Banpará era um banco falido, e o governo conseguiu recuperá-lo de forma esplêndida. “O nosso objetivo é levar o Banpará aos 144 municípios. Estamos trabalhando para isso”, afirmou.

Dino Altoé agradeceu ao governo do Estado por contemplar o município de Jacundá.“É louvável que o banco esteja presente e com certeza vai trazer mais desenvolvimento para nós”. O gestor mencionou que ao assumir o governo municipal em 2009 a cidade contava com os bancos do Brasil e Bradesco. “Com muito esforço já inauguramos o Banco da Amazônia e Caixa. E agora estamos entregando o Banpará”. O gestor aproveitou a ocasião para cobrar apoio do vice-governador em relação à liberação de parcelas de recursos do projeto de água e esgoto, que depende do governo estadual.

Entre as autoridades que participaram do ato inaugural estavam o presidente da Câmara Municipal, vereador Lindomar Marinho;Jorge Antunes, diretor de crédito e fomento do Banpará; José Megale, chefe da Casa Civil; empresário e ex-prefeito Adão Ribeiro; deputada federal Júlia Marinho, juiz de Direito Arielson Ribeiro.

Serviços - O gerente Carlos Abreu explicou que a agência do Banpará de Jacundá terá todos os serviços e produtos que são oferecidos em qualquer agência da capital ou interior. Dentre eles, o programa Banpará Comunidade, que oferece crédito de até R$ 20 mil para empreendedores jurídicos e pessoa física. Outro produto é destinado aos servidores públicos e funcionários da iniciativa privada, o chamado crédito consignado.

A agência oferece também o tradicional cartão crédito, seguros (vida, acidente e residencial), cheque especial e empresarial, além de capital de giro para empresas e abertura de poupança desvinculada da conta corrente. A equipe está composta por 7 funcionários, 5 caixas eletrônicos (4 em funcionamento) e três guichês de caixa (dois em atividade). Texto: Antonio Barroso / Foto: Gilmar Mota/JTB

 

A juíza de Direito, atualmente Titular da 3ª Vara Cível da Comarca de Marabá, está sendo investigada por suposto ato de improbidade administrativa. O Inquérito Civil foi instaurado no último dia 29 de abril Ministério Público do Estado do Pará, por meio da 11ª Promotoria de Justiça de Marabá, representada pelo promotor de Justiça Julio Cesar Sousa Costa.

A abertura do procedimento é decorrente do pedido de providências protocolado na Corregedoria de Justiça do Interior do Tribunal de Justiça, onde o interessado reclama da conduta da magistrada, que teria o interesse de lhe prejudicar, relatando que, em processo em trâmite na 3ª Vara Cível e Empresarial de Marabá, “houve favorecimento tanto do perito nomeado pela juíza como por ela, com o fim de prejudicar o requerente e favorecer o exequente para se apropriar do imóvel rural que foi subavaliado”.

O valor da causa da execução está estimado em R$ - 6.906.599,27. Na fundamentação da portaria que abriu o inquérito civil, a 11ª Promotoria de Justiça de Marabá, com atribuição na esfera da improbidade administrativa, citou julgados do Superior Tribunal de Justiça, onde consta a posição do referido tribunal de que “magistrados são agentes públicos para fins de aplicação da lei de improbidade administrativa” e que constatada a parcialidade do magistrado, com comportamento proposital visando beneficiar outra parte, pode ocorrer a configuração de ato de improbidade.

Após a instauração do inquérito civil foram feitas as comunicações de praxe à Procuradoria Geral de Justiça e à Corregedoria-Geral do Ministério Público, assim como designadas datas para que sejam ouvidos os envolvidos (Fonte: Ascom MPPA)

Imagine fazer uma cirurgia eletiva (considerada simples), mas depois ter que ficar mais tempo internado devido a uma infecção hospitalar. Esse é um transtorno que todo paciente teme e todo hospital procura evitar. Para evitar que isso ocorra, um cuidado bem simples é a higienização das mãos.

Pensando em diminuir índices de infecção hospitalar – e em alusão ao Dia Mundial de Higiene das Mãos – o Hospital Regional do Sudeste do Pará (HRSP) “Dr. Geraldo Veloso”, em Marabá, promove durante toda esta semana uma programação com objetivo de aprimorar a higienização das mãos.

O evento é destinado a todos os colaboradores que atuam na unidade de saúde, inclusive aos trabalhadores que atuam no setor administrativo, pois a simples entrega de documentos de um setor para outro pode conduzir fungos, vírus e até bactérias, conforme explicou a enfermeira Nayara Brasil.

“A simples limpeza das mãos de maneira certa e no momento correto é uma coisa simples, mas que pode salvar vidas”, explicou a enfermeira, durante os treinamentos feitos com colaboradores de todos os setores do hospital, que é administrado pela Pró Saúde - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

Ainda de acordo com a enfermeira, as bactérias, vírus, fungos e parasitas – embora sejam invisíveis – estão espalhadas por toda parte, por isso a higiene das mãos é essencial em qualquer ambiente e nos hospitais mais ainda.

O dia 5 de maio foi definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como Dia Mundial de Higiene das Mãos, para que os serviços de saúde possam desenvolver, em âmbito local, ações que reforcem a higiene das mãos como medida primordial para a prevenção e controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), promovendo a segurança de pacientes, profissionais e usuários dos serviços de saúde.

 

Imagine estar num leito de hospital e de repente acontecer um incêndio no local. O que fazer? Como agir? A quem pedir socorro? Foi pensado nessas questões que o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRSP), em Marabá, criou uma Brigada de Emergência, que sabe como atuar em momentos como esse.

Para isso, a equipe vem passando por treinamentos, como o que aconteceu esta semana. Promovido pelo Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) do hospital, o treinamento se destinou a repassar conhecimentos sobre combate a incêndio e salvamento em altura.

“O objetivo principal é que os colaboradores, em momento de emergência, saibam como proceder”, explica Renata Santos, técnica em Segurança do Trabalho, do SESMT, acrescentando que os colaboradores aprenderam tarefas consideradas simples, como fazer nós e amarrações e também atividades mais complexas, como usar equipamentos de rapel.

O curso foi ministrado por Danilo Erênio de Souza, que há 15 anos é cabo do Corpo de Bombeiros. Ele deu explicações teóricas e práticas para os colaboradores que integram a Brigada de Emergência, treinando-os para que trabalhem para sua proteção individual, proteção coletiva e proteção do patrimônio. A ideia é que cada colaborador saiba exatamente como agir em situação de emergência, pois cada um tem uma função dentro da brigada.

 

Entre os 288 municípios com mais de 100 mil habitantes no Brasil, o pior para um jovem morar (em termos de criminalidade) é Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (PE). Esse “título” já foi de Marabá, em 2007. Mas o município passou a ser o quarto mais perigoso. Apesar do discreto avanço, ainda não há motivos para comemorar, pois Marabá ainda tem uma taxa de vulnerabilidade maior do que capitais como Belém, Salvador e Fortaleza.

Todas essas informações estão contidas no Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial 2014, divulgado nesta quinta-feira (7), e elaborado pela Secretaria Nacional da Juventude em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e escritório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil. Os dados utilizados na pesquisa são de 2012.

Preocupante é a situação do município de Altamira, no Pará, que em 2007 nem aparecia no mapa da violência, mas que foi sacudido pela Hidrelétrica de Belo Monte, que fica em Vitória do Xingu, mas acaba concentrando quase todas as atividades em Altamira. Muito por conta desse “progresso”, Altamira agora aparece em terceiro lugar em casos de vulnerabilidade juvenil à violência.

Os componentes do Indicador de Vulnerabilidade Juvenil à Violência se referem à faixa etária de 12 a 29 anos, segundo definição do Ministério da Justiça. Ao estabelecer como segmento-alvo adolescentes e jovens, é necessário que as variáveis componentes do indicador expressem as diferentes situações de vulnerabilidade à violência que atingem esses grupos.

“Assim, enquanto entre jovens de 15 a 29 anos o desemprego ou formas precárias de inserção no mercado de trabalho podem contribuir para sua vulnerabilidade à violência, para adolescentes com menos de 14 anos o mais importante é a condição de frequência à escola”, diz o relatório.

 

 

Jovem negro tem mais chances de sofrer violência

O Mapa da Violência apresenta uma taxa de homicídio entre jovens negros 155% maior do que a de jovens brancos, na evidência de como a violência tem sido seletiva no país e da necessidade de implementação de políticas públicas focalizadas para este grupo de risco.

Olhando especificamente para o indicador de violência letal entre jovens desagregado pelo componente raça/cor, verificamos que as taxas de mortalidade por homicídio entre jovens negros são superiores em todas as regiões, com a maior discrepância verificada na região Nordeste, cuja taxa de homicídios entre jovens negros (87,0) é quase 4 vezes superior a de jovens brancos (17,4).

Na sequência, apresenta-se a região Norte, com taxa de mortalidade por homicídios entre jovens negros de 72,5, ou 214% superior à taxa entre jovens brancos (23,1). A região Centro-Oeste apresenta taxa de homicídios de jovens negros 182% superior a de jovens brancos (88,6 contra 31,5) e a região Sudeste, 127% superior (53,2 entre jovens negros e 23,5 entre jovens brancos).

A região Sul se destaca por apresentar a menor taxa de homicídio entre jovens negros, bem como a menor discrepância entre a taxa de jovens brancos, da ordem de 8%.

Na região Nordeste, cuja diferença entre a mortalidade de jovens brancos e negros mostrou-se mais aguda, a maior taxa de homicídio entre jovens negros verificada foi em Alagoas (166,5), seguido da Paraíba (115,4), Bahia (104,9), Pernambuco (96,9), Rio Grande do Norte (92,7), Sergipe (89,4), Ceará (58,3), Maranhão (50,2) e Piauí (32,8).

É necessário ressaltar que, nos casos de Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe, a diferença na taxa entre os grupos deve ser interpretada com cautela, já que o número absoluto de homicídios entre jovens brancos é inferior a 50.

Índices de violência pedem políticas públicas

A reflexão sobre os dados divulgados faz surgir várias pautas e agendas de políticas públicas que deveriam ser tratadas sob uma perspectiva preventiva: a necessidade de formação dos gestores sobre o tema, para que setores que tradicionalmente lidam com segurança pública incorporem a juventude como um público prioritário.

Também é destacada no relatório a importância do ensino policial para fomentar a compreensão do que significa ser jovem e as especificidades dessa fase da vida, deixando de lado concepções já superadas, que associam a juventude a uma fase de risco e os adolescentes e jovens a seres sem autonomia, sem voz nem direitos.

O documento sugere também a superação de algumas concepções sobre a relação entre juventude e violência que veem a rua e o bairro como potencialmente perigosos e diretamente responsáveis pelo envolvimento de adolescentes e jovens com a violência; a explicitação e eliminação de vieses que geram racismo institucional na abordagem e no tratamento policial; entre outros.

Por fim, o relatório diz: “Se o país quer reduzir a vulnerabilidade juvenil à violência e reduzir a desigualdade entre jovens negros e brancos, faz-se mais do que urgente a adoção de estratégias integradas de prevenção e redução de homicídios e outros crimes letais”.

Os homicídios mostram-se como a grande tragédia da população jovem negra hoje no Brasil. O Mapa da Violência e Desigualdade Racial evidenciam que, de modo geral, os municípios com mais de 100 mil habitantes e/ou as Unidades da Federação que apresentam situações mais graves de exposição juvenil à violência são aqueles com altos indicadores de violência letal.

“Porém, mesmo nos casos classificados como de baixa vulnerabilidade, parece haver uma sobre representação de negros, reforçando a desigualdade racial e a necessidade de políticas de prevenção mais focalizadas nesse grupo de risco”, diz o documento.

Desde ontem (7), a Central do Disque Denúncia Marabá disponibiliza mais um canal para o registro de denúncias. Trata-se da Web Denúncia, que utiliza como plataforma o aplicativo de celular WhatsApp através do número (94) 9 8198-3350.

Tendo a garantia do anonimato, as pessoas poderão enviar fotos, vídeos, áudios e outros documentos digitalizados, que ajudem nas investigações dos órgãos competentes.

A diretora Operacional, Adriana Nunes, explica que o novo canal vai otimizar o recebimento informações que aceleram o trabalho da equipe do Disque Denúncia.

O Disque Denúncia Marabá é um projeto de cooperação social e conta com as autoridades da região, para o processamento das denúncias.

Desde sua criação, em novembro de 2011, a Central Disque Denúncia Marabá recebeu mais de dez mil ligações. Foram 5.122 Denúncias e 5.007 Atendimentos, totalizando 10.129 ligações recebidas. O tráfico de drogas está no topo das acusações, representando 22,49% das denúncias, e as referências ao núcleo Nova Marabá corresponde a 37,93% dos telefones.

Novamente de acordo com Nunes, outro dado relevante tem a ver a abrangência. A entidade já realizou denúncias referentes a 31 municípios, incluindo municípios dos estados do Maranhão e Tocantins.

O atendimento pelo Disque-Denúncia continua sendo realizado através do telefone da Central Disque Denúncia Marabá (94) 3312-3350 e Central Disque Denúncia Parauapebas (94) 3346-2250.

Após avaliar Ação Civil Pública com Obrigação de Fazer, proposta pelo Ministério Público do Estado do Pará, o Poder Judiciário de Tucuruí determinou que o prefeito Sancler Ferreira (foto), inicie dentro de, no máximo, 60 dias a nomeação dos aprovados no Concurso Público realizado em 2014, pela Prefeitura Municipal de Tucuruí.

Atualmente 40% do total dos servidores, ou seja, quase 2 mil, são trabalhadores contratados, contrariando a lei e impossibilitando a nomeação dos concursados.

O não cumprimento da sentença no prazo de 60 dias enseja o Ministério Público a ingressar com uma Ação de Improbidade Administrativa contra o prefeito Sancler Ferreira, culminando com o pedido de seu afastamento do cargo, além do pagamento de multa de R$ 10 mil diários, individualmente por Sancler Ferreira até o limite de R$ 1 milhão.

Sancler ainda não se pronunciou sobre a decisão da justiça, que busca acabar com a ilegalidade das contratações na Prefeitura de Tucuruí. (Com informações do jornalista Wellington Hugles, de Tucuruí)

No próximo sábado (9), de 8 horas às 17 horas, ocorre o dia “D” da 17ª Campanha de Vacinação contra a Influenza, no município.O objetivo é livrar dos três principais vírus causadores de gripe, entre os quais os H1N1 e H3N2, parte significativa da população mais vulnerável. A população a ser imunizada em Marabá durante a campanha é estimada em 49 mil pessoas.

Serão instalados no dia “D”aproximadamente 50 postos em diversos pontos de grande circulação de pessoas, inclusive shopping, escola e associação de moradores. Durante toda a campanha, iniciada no dia 27 de abril, a vacina estará disponível em todas as unidades de saúde dos municípios até o próximo dia 22 deste mês.

O público alvo são crianças na faixa etária de seis meses a menores de cinco anos, pessoas com idade a partir de 60 anos, trabalhadores de saúde, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Influenza
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que afeta o sistema respiratório e pode levar a complicações graves e até mesmo à morte, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém-contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz. A principal forma de prevenção é a vacinação. (Texto: Alessandra Gonçalves)

Locais de vacinação:

Cidade Nova

Centro de Saúde do Laranjeiras, Centro de Saúde Liberdade, Centro de Saúde Pedro Cavalcante e Centro de Saúde Jaime Pinto.

Marabá Pioneira

Centro de Saúde Demóstenes Azevedo e Centro de Saúde João Batista Bezerra.

Nova Marabá

Centro de Saúde Enfermeira Zezinha, na Folha 23; Centro de Saúde Hiroshi Matsuda, na Folha 11, Centro de Saúde Mariana Morais, no KM 7 e Crismo, Folha 33.

São Félix

Centro de Saúde Maria Bico Doce, São Félix Pioneiro; Amadeu Vivácqua, São Félix II.

Morada Nova

Carlos Barreto.

Zona rural

Murumuru, Brejo do Meio, Espírito Santo, Itainópolis e Vila União.    

 

 

Moradores de Jacundá, Santarém, Rondon do Pará e Nova Ipixuna recebem os serviços de orientação jurídica gratuita, principalmente na área cível, da Defensoria Pública do Estado desde sábado (2). As atividades começaram em Jacundá.

Nesta segunda-feira (4), a Defensoria atenderá a população de Santarém, onde passará dois dias. No dia 8 será a vez do município de Rondon do Pará e no dia 9 de Nova Ipixuna.

A maior expectativa de atendimento é para o município de Santarém, onde não haverá apenas orientações na área cível, mas também ações multidisciplinares na área da infância e juventude, com atuação do programa Pai Legal, que faz reconhecimento voluntário de paternidade, de forma extrajudicial, e teste de DNA gratuito.

O mutirão vai trabalhar em parceria com a Secretaria de Estado de Estado de Saúde Pública (SESPA) e o Laboratório de Genética Humana da Universidade Federal do Pará (UFPA), que ofertarão a coleta e resultado dos testes de DNA, respectivamente.

 

Em dezembro de 2013, a mesa diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), publicou o Decreto Legislativo Nº 32, que estatui a doação para o município de São Félix do Xingu da légua patrimonial de mais de 2 mil hectares de área consolidada. Nesta quarta-feira, 29, o deputado estadual João Chamon reuniu com o presidente da Casa, o deputado Márcio Miranda e com o prefeito da cidade, João Cleber, para tratarem da oficialização da doação, que está pendente apenas a assinatura do governador Simão Jatene no decreto que oficializa a doação. Na ocasião foi pedido para que o presidente da Alepa intercedesse para que o processo seja homologado rapidamente.

Em 2013, durante o processo de aprovação na Assembleia Legislativa, o principal objetivo foi a integração destas terras ao núcleo urbano da cidade de São Félix do Xingu, que possui mais de 100 mil habitantes. “Este é um sonho antigo da população daquele município, e já deveria ter sido materializado, pois a Assembleia Legislativa autorizou a doação desde 2013. Vou me empenhar para que o governo do Estado trate do tema em caráter de urgência”, afirmou o deputado Chamon, que mostrou grande preocupação com a morosidade com que o governo vem conduzindo o assunto. “A falta da doação oficial está impedindo que a prefeitura organize sua área urbana e receba verbas federais para obras estruturantes, e com isso melhore a qualidade de vida da população” finalizou o parlamentar.

Varou quase a madrugada de quinta (7) a reunião iniciada na tarde de quarta-feira (6), entre representantes de indígenas da Reserva Mãe Maria e executivos da Mineradora Vale, na sede do Ministério público Federal (MPF), em Marabá. E, no final, a reunião deu em nada.

Os representantes da mineradora entendem que a partir do momento em que indígenas ocuparam os trilhos da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que passa dentro da aldeia, em fevereiro e abril deste ano, foi quebrado convênio entre Vale e indígenas, para repasse de recursos para serem utilizados em áreas de saúde, educação e ações sociais.

A Vale está irredutível. Mantém uma proposta que, para as lideranças do povo Gavião, não dá garantias futuras aos indígenas. Entende a mineradora que o Convênio 330 foi, de fato, rescindido; que seu apoio aos indígenas é mera liberalidade e que vai defender judicialmente essa tese.

Diante disso, os Gavião vão apresentar uma contraproposta à Vale. A empresa se comprometeu a dar uma resposta até o dia 15 de maio. Os indígenas também vão requerer à Justiça Federal que a Vale retome imediatamente o apoio às comunidades até a solução definitiva do impasse, tendo em vista que estão envolvidas questões como direito alimentar na discussão sobre a vigência do convênio.

A situação na Terra Indígena, no caso das aldeias recém-formadas, é grave e preocupa bastante a Fundação Nacional do Índio (Funai), pois atividades como o transporte de estudantes indígenas também estão comprometidas.

 

 

Projeto em apreciação no Fundo Municipal de Meio Ambiente (FMMA), visando o monitoramento das águas dos rios Itacaiúnas e Tocantins, a ser executado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), deve entrar em prática a partir do mês de maio, pelo menos no entorno da Praia do Tucunaré, principal balneário de Marabá, para que a população tenha conhecimento da real situação da qualidade da água para o banho no decorrer do veraneio.

Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Vinícius Brito, pelo menos quatro praias estão no rol da Semma para o monitoramento: Espírito Santo, São Félix, Geladinho e Tucunaré. Além desses balneários, a pesquisa deve estender-se ao Rio Itacaiúnas, que tem algumas áreas de banho muito frequentadas (Taboquinha, Vavazão), especialmente pelos moradores do núcleo Cidade Nova.

Indagado acerca de recente denúncia de poluição do Igarapé Geladinho, provocada por esgoto do Residencial Tocantins, no Bairro São Félix, o titular da Semma disse que uma equipe da Secretaria Municipal de Obras esteve no local, fez um relatório da situação e o encaminhou para a Semma, que já toma as providências. Ou seja, notificação da construtora responsável, para a devida correção do problema.

“Todo residencial tem obrigatoriamente uma estação de tratamento, para que a água usada seja lançada nas vertentes somente depois de tratada”, afirma Brito, observando que, no caso do Residencial Tocantins, a tubulação foi danificada antes de chegar à estação de tratamento, vazando direto para o Geladinho, um igarapé também muito utilizado no período de veraneio. (Texto: João Batista da Silva)

 

A partir das 18 horas desta quinta-feira (30), no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), na Marabá Pioneira, acontece mais uma rodada do projeto denominado Bate-Papo Empreendedor, que é promovido pelo Conjove – Conselho de Jovens Empresários de Marabá. O palestrante da vez é o juiz Cesar Dias de França Lins (foto).

“Estaremos recebendo também alguns diretores da ACIM e representantes de outras entidades de classe de Marabá”, afirmou Caetano Reis, presidente do Conjove, entidade que é ligada diretamente à Acim.

Na pauta do bate-papo de hoje está a responsabilidade civil das empresas em Marabá e atuação na vara de pequenas causas (demandas, casos e exemplos que os empresários possam melhorar para evitar processos). O magistrado fará ainda um breve relato sobre seus 10 anos de atuação em Marabá.

Serviço:

Local da palestra: Auditório da Acim, na Praça Duque de Caxias, na Velha Marabá.