No Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá (PA), de segunda a sexta, são realizados cerca de 1.230 atendimentos no Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Terapia. Para tornar mais amena a espera pelo exame, semanalmente, a unidade aproveita esse momento para alertar os usuários ambulatoriais sobre prevenção de doenças e hábitos saudáveis. A iniciativa faz parte do projeto ''Saúde com Educação e Humanização''. Em janeiro, os usuários foram orientados sobre os perigos da automedicação, prevenção da hanseníase e combate ao mosquito Aedes aegypti.

Orientações

Público e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional de Marabá também incentiva o autocuidado nas comunidades do entorno da unidade. Essas ações são realizadas periodicamente por meio dos projetos ''Saúde nas Escolas'' e ''Hospital Regional Amigo da Comunidade''.

De acordo com o diretor-geral do HRSP, Valdemir Girato, a promoção da saúde da população é um dos compromissos da Pró-Saúde na região. ''Além da oferta de atendimento de média e alta complexidades, a instituição também contribui para a promoção da saúde e prevenção de doenças, a fim de que as famílias tenham mais qualidade de vida e possam usufruir disso'', afirmou o gestor.

 

No ano de 2017, o Hospital Yutaka Takeda, na Serra dos Carajás, em Parauapebas (PA), realizou 240.317 atendimentos. Sendo, 47.212 atendimentos ambulatoriais, 25.133 atendimentos de urgência e emergência, 162.628 exames, 2.178 cirurgias e partos, e 3.166 internações. Nesse período, o índice de satisfação do usuário foi de 95,42%.

A enfermeira Miriam Felix, que realiza o acompanhamento ambulatorial mensal do filho na unidade, saiu muito satisfeita da consulta de 11 meses do bebê com a pediatra. “Gosto muito do atendimento prestado pela doutora Valéria, meu bebê é acompanhado por ela desde a barriga, quando eu tinha 34 semanas, e fiz a preparação para o parto. Ela é muita atenciosa com todas as crianças. A recepção também sempre tem atendido as nossas necessidades de mães, só tenho a agradecer”, disse Miriam.

O diretor-geral do HYT, Flávio Marcosini, disse que a unidade tem o compromisso de prestar atendimento humanizado e seguro usando protocolos de segurança e clínicos para impedir erros e acidentes, sem perder de vista a atenção e o acolhimento que o paciente necessita. “Todos os colaboradores contribuíram para que os mais de 237 mil atendimentos fossem feitos de forma segura, propiciando assim, uma boa recuperação dos usuários, a exemplo da nossa equipe multiprofissional que realiza visitas periódicas aos pacientes internados. Além disso, buscamos sempre a melhoria contínua dos nossos processos, por meio de capacitações periódicas, uso de tecnologia no sistema de gestão e operacional para ofertarmos um atendimento de qualidade”, disse.

O gestor adiantou, ainda, os planos futuros da unidade. “Nossa meta é ser reconhecido como um hospital seguro, almejamos a acreditação hospitalar ONA I, e estamos trabalhando nesse projeto com muito afinco”, destacou.

O HYT possui site no endereço www.yutakatakeda.com.br. A página apresenta, com detalhes, as especialidades médicas, exames e vacinas disponíveis na unidade, além de informar sobre os convênios aceitos pela instituição. Lá, os internautas, ainda, podem conhecer a história do hospital, os programas e projetos que são promovidos para a comunidade, acessar o portal de Carreiras da Pró-Saúde, além de fazer sugestões, elogios e registrar reclamações.

O Hospital Yutaka Takeda atende diversos convênios em seu Pronto-Socorro e no ambulatório são aceitos o convênio AMS, Saúde Bradesco e Unimed, além de realizar atendimento particular, que pode ser agendado por meio do seguinte telefone: (94) 3352-4600, de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h.

Programas e projetos

A unidade oferta gratuitamente o programa de qualidade de vida “Carajás com Saúde”, com o objetivo de estimular a comunidade de Carajás a ter uma vida mais saudável, a partir da atividade física monitorada por uma educadora física.  As aulas do programa acontecem ao ar livre, na praça da Rua Jarí, de segunda a sexta-feira, em dois horários: 18h30 e 19h30. Na segunda, quarta e sexta-feira há um horário destinado para as gestantes, às 17h30.

O HYT ainda possui o curso “Laços de Ternura”, realizado por uma equipe multidisciplinar formada por profissionais de Psicologia, Ginecologia, Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Pediatria e Serviço Social. Por meio de um ciclo de palestras, eles orientam as gestantes, que fazem pré-natal na unidade, sobre a chegada do bebê. O curso tem a periodicidade trimestral e é gratuito.

Outro destaque na unidade é o projeto “Crescer”, que oferta uma muda de árvore para a família de cada bebê nascido na unidade, com o intuito de estimular a conscientização ambiental das futuras gerações. O projeto foi uma das Ações do Bem, desenvolvidas pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, que gerencia o hospital e completou 50 anos de atuação no ano passado. O 'Crescer' iniciou em 2017 e já ofertou mudas de árvores a 234 famílias. E em 2018 o projeto seguirá ativo, contando com o apoio das doações de mudas do viveiro da mineradora Vale.

Ao longo do ano, a instituição também realiza ações educativas em saúde voltadas para a comunidade.

Sobre o hospital

O Hospital Yutaka Takeda foi construído pela Vale há 31 anos. Possui ambulatório para consultas eletivas com 21 especialidades médicas, Pronto-Socorro 24h, acomodações de internação com 16 leitos de enfermarias, 17 leitos de apartamentos individuais, um leito de isolamento, um leito de assistência semi-intensiva e dois leitos de assistência semi-intensiva neonatal, com um total de 37 leitos.

Além disso, possui centro cirúrgico com três salas cirúrgicas, uma sala de pré-parto e três leitos de recuperação pós-anestésica, Serviço de Auxílio Diagnóstico e Terapia e Serviço de Medicina do Trabalho.

(Fonte: Pró Saúde)

 

 

O Pará tem tido dificuldade para diminuir os casos de Chikungunya no estado. Neste ano, foram mais de dez mil casos notificados. Segundo a coordenadora do Plano de Dengue, Zika e Chikungunya do Estado do Pará, Aline Carneiro, isso se deve ao fato de que o vírus nunca havia circulado pelo estado. Os casos registrados eram de pessoas de outras regiões do país. Os municípios mais afetados pela doença são: Belém, Xinguara, Parauapebas e Jacundá. A coordenadora comenta ainda que a população deve prestar mais atenção aos possíveis criadouros que podem estar dentro das residências.

“Quando se trata dos municípios mais urbanizados, como a capital, muito se concentra no D2, que é o lixo doméstico. Em alguns municípios que tem muita falta d’água, no reservatório ao solo, que são as caixas d’água, aqueles potes grandes que fazem o reservamento de água.”

Com relação aos números de Dengue e Zika, houve uma melhora e uma redução de 30% dos casos notificados e de 20% das confirmações. Isso se deve à imunidade da população para com o vírus, embora não signifique que o mosquito vai deixar de acometer alguém no Estado do Pará. Aline também diz que o combate ao mosquito deve ser diário, para que os números não voltem a aumentar. A coordenadora afirma que a população é fundamental esse combate.

“O ideal é que a população, cada pessoa, se responsabilize pela sua casa. Que eleja um dia, lembrar ‘Ah, eu moro em apartamento’, mas ele tem o vasilhame do cachorro, tem que esfregar o vasilhame, não só desprezar. Várias coisas devem ser sempre observadas, não é eventualmente. E fazer a rotina uma vez por semana.”

Faça parte dessa luta! Não deixe que o mosquito se prolifere. Verifique acúmulos de água em pneus, latas, vidros, garrafas, vasos de flores, pratos de vasos, caixas d’água, tampinhas de garrafas, entre outros. Participe também e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

(Fonte: Agência do Rádio)

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Atenção Primária, garante que a mesma atenção dedicada às mulheres no decorrer de outubro, será concedida ao público masculino, por meio do projeto Novembro Azul, que visa o combate do câncer de próstata, muito comum nos homens a partir de 45 anos de idade.

Na abertura do Novembro Azul, no dia 1º, com café oferecido aos servidores e pacientes, na sede da SMS, aconteceram os primeiros esclarecimentos acerca do câncer de próstata, que se descoberto precocemente tem chance de 90% de cura, segundo informou Kelly Cortez, coordenadora do Programa do Idoso.

A coordenadora do Programa afirma que, este ano, diante da dificuldade de participação do público masculino, utilizará uma metodologia diferente, levando o atendimento para dentro das empresas, além de oferecer um dia “D” em cada unidade básica e montar também uma equipe de plantão no Shopping Pátio Marabá, na mesma forma da oferecida às mulheres no mês passado.

No decorrer deste mês, os homens da faixa etária acima dos 45 anos terão direito a consultas médicas, exames de PSA (Antígeno Prostático Específico) e, com apoio do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), também testes rápidos de HIV e sífilis. (Ascom/PMM)

 

Iniciada há poucos dias, a tão sonhada Feira Aberta da Avenida Getúlio Vargas, deverá ser entregue até o fim de maio, visando abrigar os ambulantes que trabalhavam naquela avenida em frente à Escola José Mendonça Vergolino e que hoje ocupam parte da Praça Duque de Caxias, na Marabá Pioneira.

Segundo Bruno Castanheira, Engenheiro Civil da Sevop, a obra com área de 1.441,60 metros quadrados custará o equivalente a R$ 361.012,44. Serão construídos 72 boxes 2×2 m em estrutura metálica e cobertura termo acústica.

A obra, que tem previsão de entrega em quatro meses, terá ainda guarda corpo de proteção e piso em granilite.

(Fonte: PMM)

 

A avenida principal de acesso à Unidade III do Campus da Unifesspa em Marabá, no loteamento Cidade Jardim (Cidade Universitária), vai mudar de nome para homenagear o ativista político Paulo Fonteles Filho, que morreu em outubro deste ano, após sofrer um ataque cardíaco. A proposta de alteração do nome é de autoria do vereador Gilson Dias, do PCdoB, acolhendo uma sugestão apresentada pela Unifesspa.

O projeto de lei para mudança do nome da avenida foi apreciado na Câmara dos Vereadores nesta terça-feira (5). A expectativa é que seja aprovado antes da realização do Ato Cultural em memória de Paulo Fonteles Filho, marcado para o dia 9 de dezembro, às 15h, no Plenário da Câmara.

Paulo Fonteles Filho foi um importante defensor e ativista dos Direitos Humanos no Estado, incansável na defesa da Memória, Verdade e Justiça para as vítimas da Ditadura Militar na região do Araguaia, comprometido com lutas populares na Amazônia e um importante parceiro da construção da universidade na Região.

“Com esta ação reafirmamos o compromisso que Paulo Fonteles Filho tinha com a Universidade, que foi um parceiro da instituição, sempre envolvido nas lutas sociais. Esperamos que seja aprovado em plenário para consolidação do nome da avenida, homenageando esta importante personalidade da nossa história, afirmou o vereador na manhã desta segunda-feira (4), durante visita à Unifesspa para divulgar a ação. 

A exemplo desta iniciativa, outros nomes de ruas e logradouros poderão ser modificados no bairro. Um projeto da Unifesspa tem fomentado o debate sobre o tema, refletindo sobre a necessidade de identificação regional para os nomes de lugares. O objetivo do projeto intitulado “Identidade tem nome” é redenominar a cidade com nomes que dialoguem com a cultura e identidades locais, respeitando a opinião e desejo de quem mora e trabalha nessas localidades.

“Com a preocupação de fomentar elementos de identidade para o bairro, a ideia é propor uma nova redenominação das ruas, avenidas e do próprio bairro como forma de privilegiar a memória como um exercício da cidadania ativa, que vai além de denominar a rua em si, mas que esses nomes tenham sentidos e significados na construção de uma identidade do lugar”, adiantou o reitor da Unifesspa, professor Dr. Maurílio de Abreu Monteiro.

 

Dentro da Semana de Fissura da América do Sul, a Smile Train Brasil realiza, desde segunda-feira (2) até esta sexta (6), a 3ª Campanha Nacional de Fissura Labiopalatina. Este ano, o município de Marabá integra a programação. A Smile Train, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Fundação IDEAH se unem, pelo terceiro ano consecutivo, para realizar a Campanha Nacional de Fissura Labiopalatina em mais de 10 estados brasileiros. A parceria visa conscientizar a população para o problema e diminuir as filas de espera pela cirurgia.

A abertura oficial aconteceu dia 2, no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), parceiro da Smile Train em Brasília. O encerramento será realizado dia 6, no Centro de Tratamento de Anomalias Craniofaciais (CTAC), no Rio de Janeiro. Ao todo, 15 parceiros realizarão cirurgias durante o período, sendo 5 deles com intercâmbio entre médicos e residentes: Instituto Sorriso Legal (Marabá-PA), Santa Casa de Misericórdia de Sobral (Sobral-CE), Fundação Uniselva (Cuiabá-MT), AJ Atividade Médica (Parintins- AM) e Hospital do Açúcar de Alagoas (Maceió-AL). A expectativa é de que sejam realizadas cerca de 150 cirurgias somente nesses 5 centros sede.

Esses centros sede receberão a visita de um cirurgião plástico de grande experiência para realizar as cirurgias de reparação da fissura labiopalatina junto com a equipe local, trocando experiências. Com isso, espera-se que a lista de espera de pacientes pela cirurgia diminua, beneficiando 350 pessoas. As equipes de professores receberão residentes que serão treinados para otimizar o tratamento dos pacientes em suas regiões. Em paralelo, os demais parceiros da Smile Train realizarão atividades para reunir pacientes e conscientizar mais pessoas sobre a causa da fissura labiopalatina.

Todo ano, a Smile Train performa mais de 3.700 cirurgias de reparação da fissura labiopalatina em todas as regiões do Brasil, incluindo populações ribeirinhas da Amazônia. Entretanto, com a estimativa de 4.300 nascimentos de crianças com fissura por ano no país, além dos jovens e adultos que nunca fizeram tratamento, ainda há muito a ser feito. Desde 1999, a Smile Train já fez mais 29 mil procedimentos no Brasil e espera-se que esse número aumente ainda mais.

“A realização anual da campanha nacional representa um grande passo no avanço para a conscientização da população sobre essa deformidade congênita, como também consolida uma grande parceria com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e sua instituição congênere, Fundação IDEAH. Esta ação vai de encontro ao que a Smile Train preconiza: um programa sustentável dentro de cada país que atuamos”, comenta Mariane Goes, Diretora da Smile Train na América do Sul.

Sobre a fissura labiopalatina

A fissura labiopalatina é uma má formação do lábio superior, que também pode atingir o céu da boca e resulta do desenvolvimento incompleto do lábio e/ou do palato, enquanto o bebê está se formando. Essa condição impacta não somente a fala, como também a nutrição e a respiração, levando o paciente a um isolamento social. Com um diagnóstico rápido, uma cirurgia que leva apenas 45 minutos e a devida assistência médica continuada, é possível reverter esse quadro e dar à criança a oportunidade de ter uma vida sem limitações. Estima-se que no Brasil, a cada 700 nascimentos, 1 criança tenha essa condição.

Com 38 centros parceiros fixos espalhados em 21 estados do Brasil, a Smile Train tem como missão oferecer, de forma gratuita, tratamento completo e de qualidade para pessoas com fissura labiopalatina, trabalhando de forma sustentável. Ao invés de fazer apenas campanhas pontuais, a Smile Train treina os médicos, visando a qualificação dos centros parceiros para uma atuação independente.

 

Em 2017, o Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá (PA), realizou 361.263 atendimentos, 11% a mais que no ano anterior. Nos últimos 12 meses foram registradas 3.659 internações, 2.629 cirurgias, 229.111 exames, 29.859 consultas médicas, 7.392 sessões de reabilitação para usuários externos, 5.829 atendimentos no Acolhimento e mais de 82,7 mil atendimentos multiprofissionais.

Joviane de Souza Coleto, de 20 anos, foi uma das usuárias que precisou de atendimento na unidade depois de sofrer um acidente de motocicleta na zona rural do município. Em quatro anos, esta foi a segunda vez que a dona de casa ficou internada no Hospital Regional de Marabá em decorrência de trauma no trânsito. 'O mais difícil nesse processo é reaprender a andar. Levei nove meses para me recuperar na primeira vez e, ainda hoje, tenho sequelas. Mas penso que, se o atendimento é bom, eu vou ficar boa. Eu me sinto segura aqui', afirmou a paciente.

Pública e gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a unidade alcançou importantes avanços para a ampliação da qualidade do atendimento em 2017. Dentre eles, a implantação do Protocolo de Traumatismo Cranioencefálico na assistência, permitindo maior rapidez e eficácia ao atendimento de vítimas de traumatismo cranioencefálico, uma das principais causas de admissão na unidade.

Além disso, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, o hospital deu início à oferta do Teste do Pezinho na unidade, facilitando a realização do exame para recém-nascidos que ficam internados na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica no período ideal de coleta de sangue. Também em 2017, o HRSP renovou a certificação Green Kitchen, pela segunda vez consecutiva, e passou a oferecer o programa de estágio para alunos de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa), beneficiando 19 estudantes em cinco meses.

Humanização

Neste ano, para tornar o ambiente mais acolhedor e o período de tratamento mais ameno, o hospital criou uma biblioteca itinerante, que disponibiliza livros e revistas duas vezes por semana nos leitos. O espaço conta com mais de 200 títulos, entre romance, ficção, biografia e livros infantis.

E, para fortalecer a relação com os voluntários e valorizá-los no cuidado e atenção aos usuários, o Hospital Regional de Marabá adotou o Programa de Voluntariado da Pró-Saúde. Hoje cerca de 60 pessoas fazem parte da iniciativa na unidade, atuando voluntariamente em atividades como musicoterapia e risoterapia.

'Ação do Bem'

Como parte da comemoração dos 50 anos da Pró-Saúde, em 2017, a entidade realizou '50 Ações do Bem', sendo duas delas em Marabá, por meio do Hospital Regional. A primeira em outubro, reunindo estudantes, profissionais e idosos abordando a importância do cuidado humanizado na terceira idade e, a segunda, em dezembro, quando foram disponibilizados mais de 150 atendimentos a índios da aldeia Sororó, em São Geraldo do Araguaia (PA).

Para o diretor-geral da unidade, Valdemir Girato, esse resultado é fruto do compromisso de profissionais que, diariamente, se dedicam a cuidar de vidas. 'Além de qualidade técnica, atuamos para garantir um atendimento humanizado, de modo que o paciente se sinta acolhido e seguro dentro da unidade. Essa relação de proximidade também é algo que buscamos fora da unidade, quando levamos serviços de saúde e informações à comunidade. Assim, contribuímos para a promoção da saúde e, consequentemente, para a melhoria da qualidade de vida na nossa região', argumentou o administrador.

Reforma e ampliação

Segundo Girato, outro avanço em 2017 foi a retomada das obras de reforma e ampliação da unidade em maio. A entrega da estrutura física está prevista para março de 2018. Após concluída a obra, o HRSP contará com 31 novos leitos de internação, passando dos atuais 115 para 146, serviço de hemodinâmica, para realização de procedimentos de angioplastia e cateterismo, além de uma ala com 20 máquinas de hemodiálise e um Centro de Ensino e Pesquisa.

Paulo Czrnhak, diretor Operacional da Pró-Saúde no Pará, conta que a gestão do Hospital Regional de Marabá tem buscado a melhoria contínua, sempre priorizando a segurança do paciente e a qualidade do atendimento. 'Estamos investindo na qualificação dos profissionais da assistência, para que assim, o nosso usuário seja beneficiado com um serviço de qualidade, em que ele sinta-se cuidado com amor'.

(Fonte: Ascom/HRSP)

A preparação educacional vem sendo cada vez mais fundamental à frente do grande impacto da educação brasileira que cresce todo ano, como o reflexo da evasão escolar e o alto custo mensal nas escolas particulares. Por isso, semear a importância da educação básica de qualidade é a alternativa para modificar esse cenário, porém este investimento tornou-se um desafio aos pais quanto às condições de arcar com a mensalidade integral.

Entendendo essa realidade e com compromisso de fazer o mundo melhor por meio da educação, o Educa Mais Brasil em parceria com mais de 18 mil instituições de ensino em todo país, entre elas escolas particulares, torna a educação básica acessível. “Uma das maiores preocupações dos pais é a de não poder oferecer aos seus filhos um ensino qualificado que os impulsionem para um futuro promissor. Com esse benefício, o programa facilita o acesso à escola, aumentando as oportunidades para crianças e jovens”, explica a diretora de Expansão e Relacionamento do Educa Mais Brasil, Andréia Torres.

Para 2018, o programa de inclusão educacional já está com as inscrições abertas e disponibiliza bolsas de estudo com 50% de desconto em todo o Brasil. Só para o Pará, estão sendo ofertadas mais de 50.485 mil oportunidades e Marabá  está entre as cidades contempladas com possibilidades de matrículas para Berçário, Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Os pais ou responsáveis podem realizar a inscrição do candidato por meio do site www.educamaisbrasil.com.br/educacao-basica. As vagas são para quem não possui condições de pagar o valor integral da mensalidade. Em caso de dúvidas ou mais informações consultar a central de atendimento pelos telefones 4007-2020 para Capitais e Regiões Metropolitanas ou 0800 724 7202 para demais localidades.

Saiba mais sobre o Educa Mais Brasil

O Educa Mais Brasil já beneficiou mais de 450 mil alunos em todo o país durante os seus 15 anos de atuação e também concede bolsas de estudo de até 70% de desconto para Graduação, Pós-Graduação, Cursos Técnicos, Idiomas, Preparatório para Concursos, Cursos Profissionalizantes, EJA – Educação para Jovens e Adultos e Pré-Vestibular/Enem. Além disso, dispõe do portal “E+B Educação” https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao com informações sobre cursos, carreiras, dicas e notícias na área de educação.

O Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá (PA), promove neste mês uma programação especial para alertar colaboradores e usuários sobre cuidados que podem ajudar a prevenir a sepse, infecção generalizada que mata mais que o câncer e o infarto agudo do miocárdio. Estima-se que, no Brasil, 400 mil novos casos são identificados anualmente. Destes, 50% das vítimas vão a óbito.

A doença ocorre quando um microrganismo, como vírus, bactéria ou fungo, entra na corrente sanguínea e atinge o sistema imunológico do indivíduo, provocando sintomas como temperatura acima de 38ºC ou inferior a 35ºC, respiração muito rápida, calafrios e confusão mental. O resultado pode ser a falência de um ou mais órgãos.

De acordo com a supervisora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do hospital, Daiane Freitas, qualquer infecção pode ser porta de entrada para a sepse, desde um dente infeccionado a uma pneumonia mal curada, porém, por conta da baixa imunidade, idosos, crianças, usuários de álcool e drogas, pacientes internados e portadores de doenças crônicas, como diabetes e insuficiência cardíaca, estão mais suscetíveis ao problema.

“A sepse é vista pela maioria das pessoas como uma doença que acomete somente pacientes internados, mas não é. Qualquer infecção não tratada ou mal tratada pode levar a uma sepse. Então, muitas vezes, o paciente já é admitido nas unidades de saúde com a doença. Para prevenir ou reduzir o risco de apresentar a forma mais grave do problema, é importante higienizar sempre as mãos, ter uma alimentação saudável e usar medicamentos somente com prescrição médica”, explicou a enfermeira.

Paralela às palestras educativas, a Comissão de Revisão de Óbito (CRO) realiza blitze nas Unidades de Terapia Intensiva do hospital para alertar enfermeiros e técnicos de Enfermagem sobre os sintomas da doença e as condutas que devem ser adotadas nas primeiras horas de atendimento, fundamentais para a recuperação do paciente.

Automedicação

Público e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, sob contrato com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital Regional do Sudeste do Pará também orientará usuários ambulatoriais sobre o assunto. Na próxima quarta-feira, 20/9, a Comissão de Farmácia e Terapêutica fará uma palestra sobre os perigos da automedicação, um dos agravantes durante o tratamento da sepse.

 

As ações da atual gestão do Comitê Gestor do Bolsa Família, órgão ligado à Secretaria de Assistência Social da Prefeitura (Seasp), começaram em fevereiro 2017. No primeiro semestre, as atividades enfatizaram a reestruturação do setor e a manutenção de serviços de rotina. No entanto, a partir de julho, houve avanços significativos com a descentralização do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) para os CRAS – Centro de Referência em Assistência Social.

Segundo a coordenadora do Programa Bolsa Família (PBF), Benezilda Pereira Lima (Bena), no que tange à reestruturação, a sede do Comitê passou por ampla reforma, ganhou novo mobiliário, equipamentos de informática, dentre outros. Quanto à área de recursos humanos, os servidores passaram por capacitação técnica para melhor desempenho das funções.

A respeito dos serviços rotineiros, Bena manteve a inclusão de novas famílias no Cadúnico e as revisões periódicas dos cadastros existentes, dentre outras ações necessárias ao cumprimento às normas do PBF. Por outro lado, fez diversas visitas técnicas aos CRAS para verificar as reais necessidades em vista da provável transferência do CadÚnico para aqueles centros, ou seja, para que trabalhassem em seus territórios tanto as novas inclusões quanto as revisões, que devem acontecer de dois em dois anos. “Isso evita, por exemplo, que uma pessoa de Morada Nova venha à Marabá Pioneira em busca de informação ou recadastramento”, esclarece Bena.

Como o pagamento do Bolsa Família tem várias condicionantes, em maio foi solicitado à Secretaria de Saúde a contratação de três funcionários para trabalhar na atualização do SISVAN (Sistema para Vigilância Alimentar Nutricional) e à Secretaria de Educação a disponibilidade de 03 auxiliares para trabalharem no Sistema Presença dos alunos de famílias cadastradas no programa.

No mês de junho, depois de feito o levantamento nos CRAS, aconteceu a reestruturação dessas unidades, que receberam equipamentos de informática, Internet e pessoal para trabalhar a ações referentes ao CadÚnico.

Essa descentralização do CadÚnico liberou a Comitê Gestor do Bolsa Família a intensificar ações na zona rural, in loco, bem como atender esse pessoal do campo na própria sede do Comitê do PBFe, também, a população da Marabá Pioneira.

A partir das descentralizações do CadÚnico, aconteceram quatro ações na região do Contestado, área limite com o município de Parauapebas, onde 1935 famílias precisavam ter o número do NIS (Número de inscrição Social), até dezembro de 2017, para receberem do INCRA o título definitivo das terras. A primeira Ação na região do Contestado foi realizada nos dias 21, 22 e 23 de setembro.

Números do Programa Bolsa Família em Marabá:

32.733 famílias que inseridas no CadÚnico; desse total, 13.320 famílias recebem o Bolsa Família. Mais de 26,53 mil alunos estão obrigados ao cumprimento da condicionalidade na área da educação, com o acompanhamento de frequência de cinco bimestres. Acompanhamento do censo escolar da educação Infantil.

Outras 11.924 famílias são obrigadas a acompanhar a parte nutricional, vacina e pré-natal, para permanecerem no Bolsa Família.

Ações futuras

Para 2018, a Prefeitura promoverá reuniões de planejamento intersetorial, com objetivo de fortalecer as ações entre as áreas de Assistência Social, Educação e Saúde.

Promover melhor acesso dos beneficiários ao CadÚnico e Programa Bolsa Família, visando à ampliação das famílias que necessita das ações dos 20 programas do Governo Federal, bem como as condicionalidades na educação, saúde e assistência social no PBF.

Capacitar cadastradores e entrevistadores para os CRAS, CREAS, SISVAN e SICON, objetivando qualificar a equipe de servidores participantes do programa.

Criação de um Calendário anual de Palestra, a fim de estimular as informações dos programas do governo Federal, Municipal e Estadual.

Articular um Planejamento Intersetorial, com objetivo de contemplar as prioridades e necessidades do PBF na Assistência Social, Saúde e Educação.

Proporcionar a realização de diagnóstico, visando à identificação dos principais problemas e definições de prioridades para solução.

Promover ações de divulgação e comunicação de campanhas de atualização cadastral, com objetivo de informar os beneficiários do Programa Bolsa Família.

A ainda trabalhar na melhoria da infraestrutura do Comitê, entre muitas outras ações planejadas para o ano que se inicia.

(Fonte: PMM)

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) inaugurou, nesta quarta-feira (15), o prédio do Campus Universitário de Xinguara. Com um investimento de mais de R$ 4,2 milhões, a nova e moderna estrutura vai abrigar o Instituto de Estudos do Trópico Úmido (IETU) e permitir a oferta de mais três cursos: Medicina Veterinária, Zootecnia e Geografia. A solenidade de inauguração será iniciada às 16h, com a presença da comunidade acadêmica e de diversas autoridades municipais, estaduais e federais.

Com a inauguração do novo prédio e a conquista de códigos de vagas para a contratação de mais professores e técnicos, a Unifesspa fortalece o curso de História já existente no Instituto e se prepara para ofertar, já a partir de 2018, as primeiras turmas dos novos cursos em Xinguara, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). “É um momento de grande importância para a Unifesspa, que avança na consolidação dos campi fora da sede. Essa obra era essencial para concluir o processo de implantação desses cursos em Xinguara, levando ensino público superior gratuito e de qualidade à população do município e o entorno. Uma conquista da sociedade do Sul e Sudeste paraense”, destacou o reitor da Unifesspa, Prof. Dr. Maurílio de Abreu Monteiro.

Estrutura do prédio

Com aproximadamente 2 mil m2 de área construída, a edificação possui quatro pavimentos com 14 salas de aula, laboratório de informática, ambientes para professores, secretaria acadêmica, biblioteca, além da estrutura de banheiros e elevador. O pavimento térreo do prédio abrigará o corpo administrativo do Instituto, além da biblioteca central do Campus Universitário de Xinguara. Os demais pavimentos serão divididos em salas de aulas, laboratório e miniauditório. Todos os andares possuem banheiros masculino e feminino e banheiros com acessibilidade para pessoas com deficiência.

No primeiro pavimento, a comunidade acadêmica contará com um amplo laboratório de informática, com 30 computadores instalados, para atender aos alunos do IETU. De acordo com a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) da Unifesspa, a edificação também foi concebida visando a economia de energia elétrica, utilizando apenas lâmpadas de LED e centrais de ar com classificação A do Inmetro. Essas ações fazem parte de um projeto integrado de eficiência energética na Instituição.

Toda as etapas da obra foram acompanhadas e fiscalizadas pela equipe da Sinfra, que conta com profissionais especializados nas áreas de Engenharia Elétrica, Engenharia Sanitária, Engenharia Civil e Arquitetura. "Foram meses de trabalho e empenho da equipe para que pudéssemos apresentar à comunidade acadêmica um prédio muito bem acabado, com material de qualidade, favorecendo assim a permanência estudantil e um ensino de qualidade. Esse trabalho minucioso reflete nosso zelo com o recurso público e com a construção da história da Instituição”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Lucas França, ressaltando o empenho dos profissionais que atuaram na obra. Para a construção do prédio, a Unifesspa contou com recursos próprios e emendas parlamentares dos deputados Zé Geraldo e Beto Salame.

(Fonte: Ascom/unifesspa)

 

Mesmo sendo banhada por dois rios (Itacaiúnas e Tocantins) e mesmo com o nível das águas mais alto do que no ano passado, por exemplo, a cidade de Marabá começa a enfrentar racionamento de água potável. O anúncio foi feito pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa). O racionamento atingirá os núcleos Nova Marabá e Cidade Nova.

A Companhia alega que a medida é necessária devido ao baixo nível do rio Tocantins, de onde é feita a captação de água bruta para a Estação de Tratamento de Água da Nova Marabá, que distribui para os dois núcleos.

O racionamento começa na noite desta quarta-feira (30) quando a distribuição de água para o núcleo Nova Marabá será fechada e apenas a Cidade Nova terá o abastecimento disponível durante toda a noite. Na manhã da quinta-feira (31), a Cosanpa fará o movimento inverso para que Nova Marabá comece a receber água, alternando o fornecimento de água para cada núcleo em 12 horas. A Cosanpa ainda não sabe precisar por quanto tempo será necessário manter essa medida.

Segundo Ângela Raiol, coordenadora Técnica da Cosanpa em Marabá, a escolha da liberar o fornecimento de água para Nova Marabá pela manhã deve-se aos hospitais instalados na área. “É indispensável que o núcleo Nova Marabá tenha água durante o dia, pois é onde ficam dois grandes hospitais da cidade”.

O presidente em exercício da Cosanpa, Antônio Crisóstomo, pede a compreensão da população de Marabá e esclarece que é a primeira vez que a companhia necessita adotar uma medida extrema desse tipo no município. “O índice pluviométrico foi muito baixo esse ano e nós perdemos 40% da vazão na ETA Marabá, por isso será necessário desligar uma das bombas para não danificar o sistema e isso implicará nesse racionamento de água”, concluiu.