Uma das cidades mais ricas do País, Parauapebas está enfrentando crise por falta de médicos no serviço público municipal. A prefeitura demitiu 14 especialistas, alegando falta de recursos, algo impensável e que carece de uma investigação dos órgãos de controle externo e da própria sociedade, afinal o dinheiro sempre entra nos cofres do município.

E essa falta de médicos especialistas nas unidades de saúde preocupa os moradores de Parauapebas. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, 14 médicos foram demitidos com o objetivo de reduzir custos, mas a dispensa dos profissionais não estaria prejudicando o atendimento aos pacientes.

“Está tudo sobrecarregado, até o atendimento porque quando a gente chega aí, é muita gente. Quatorze doutores demitidos vão fazer muita falta para a população", afirma o comerciante Carlos Gomes.

A medida foi tomada depois da convocação dos novos concursados para as vagas de enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares administrativos. As demissões foram realizadas nas especialidades que tinham mais de um profissional responsável.

Diante da redução do quadro funcional da rede municipal de saúde, o Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) deve recorrer ao Ministério Público para tentar reverter a situação.

"Levou-se anos para constituir a equipe de médicos que tem lá. Muitos não são do município, a maioria vem de municípios próximos ou vem até de outros estados, então, nós não podemos perder essa estrutura que nós temos hoje", explica João Gouveia, presidente do Sindmepa.

O município de Parauapebas conta com 11 postos de saúde na zona urbana e nove postos na zona rural, porém, o serviço prestado é bastante criticado pelos usuários. A principal queixa é a demora pelo atendimento.

“Aqui a gente espera muito, tem vezes que é um dia todinho e às vezes ainda sai sem ser atendido. Também tem vezes que falta a paciência e a gente vai embora", conta o aposentado Benedito Costa.

O motorista Marivaldo Santos está com o pai internado no hospital e detalha por que o atendimento deixa a desejar. "É cheio de burocracia e o atendimento é demorado”.

 

 

O município de Parauapebas irá expandir as ações de combate à violência e exploração sexual na zona rural do município. A cidade ganha o reforço do Programa Proteger é Preciso. A metodologia, que nasceu no Pará e foi desenvolvida por especialistas em conjunto com grupos de adolescentes, traz uma linguagem diferenciada e um kit pedagógico que auxilia na conscientização e no enfrentamento de problemáticas atuais da infância e da adolescência.

O Programa Proteger é Preciso é uma inciativa da Vale e da Fundação Vale. O conteúdo traz a abordagem sobre oito temas atuais: Direitos Sexuais são Direitos Humanos, Desenvolvimento da Sexualidade, Igualdade de Gênero, Diversidade Sexual, Prevenção da Gravidez Precoce, das DST Aids e do Uso de Drogas e Álcool e a Prevenção à Violência Sexual (abuso e exploração). O kit pedagógico é composto por cartilha, CD e oito vídeos que tratam dos assuntos.

A iniciativa vem fortalecer a Rede de Atendimento e Proteção Social de Parauapebas (RAPS), uma parceria social público privada que tem como objetivo a garantia de direitos, por meio do enfrentamento da violência sexual. A RAPS é composta pela Vale, Secretaria de Assistência Social, Mulher, Educação e Saúde, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Tutelar e Disque Denúncia. A primeira capacitação reuniu profissionais da rede e ainda jovens das comunidades de Palmares II, Palmares Sul e Cedere, localizadas na área de abrangência do Ramal Ferroviário, projeto executado pela Vale em Parauapebas.

Parauapebas capacita primeira turma do Programa Proteger é Preciso

"Os temas trabalhados na metodologia são de suma importância, totalmente atuais e uma realidade em Parauapebas. O kit irá nos ajudar muito a trabalhar justamente com nosso público infanto-juvenil nas escolas e na comunidade, por meio de oficinas, palestras e atividades socioeducativas com o foco em prevenir",  diz Talita Lima Cabral, que atua  em programa de prevenção do trabalho infantil na zona rural do município.

Metodologia – A metodologia foi desenvolvida e aplicada em Minas Gerais, mas foi iniciada no Pará, com o programa de combate à exploração sexual executado pela Vale, por meio da unidade do Salobo nas comunidades de Vila Sanção e Paulo Fonteles. O trabalho rendeu à Vale ainda o prêmio Neide Castanha da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República na categoria responsabilidade social em 2013.

Um dos diferenciais do Programa está na geração do seu conteúdo, fruto da integração do conhecimento e experiência de especialistas e jovens. "Essa construção no coletivo fez com que os jovens e a comunidade se identifique mais com temas que ainda são tabus, como a sexualidade, e  passem a atuar, como um agente multiplicador e transformador dessa realidade", destaca a analista de responsabilidade social da Fundação Vale, Cláudia Lopes.

 

 

O Hospital Regional Público do Sudeste (HRSP), em Marabá (PA), em parceria com a Fundação Hemopa e a Unimed-Sul do Pará, promove de 29 de junho a 3 de julho, mais uma campanha de doação voluntária de sangue com coletas nas dependências do próprio hospital no dia 30, no horário de 8h às 17h. Nos demais dias, as coletas serão realizadas no hemocentro das 7h30 às 12h30.

A realização das atividades de incentivo à doação de sangue já estão incorporadas na rotina do HRSP com campanhas que vêm ocorrendo três vezes por ano, desde a inauguração da unidade, sendo esta a 25ª campanha. Com o objetivo de sempre colaborar com o estoque de sangue do hemocentro fornecedor e possibilitar que cada vez mais pacientes possam ser beneficiados nas suas indicações de transfusões sanguíneas tanto no HRSP como nos demais hospitais de Marabá e região.

A organização da campanha conta com o Grupo de Mobilização de Doadores “Amigos de Sangue”, composto por colaboradores dos diversos setores do hospital, Grupo de Trabalho e Humanização, Serviço Social e SAU (Serviço de Atendimento ao Usuário) sempre com o apoio das diretorias do HRSP.

A participação de colaboradores, inclusive coordenadores e diretores, sempre representa mais de 50% das bolsas coletadas nas campanhas, o que demonstra o envolvimento de todos, não apenas na assistência aos pacientes, mas também na participação ativa em ações de responsabilidade social.

“O HRSP convida a comunidade em geral a participar doando sangue ou encaminhando doadores a fim de atingir a meta de 100 coletas, que possibilitará melhorias no estoque de hemocomponentes da Fundação Hemopa para as próximas férias de verão, quando é comum a redução nos estoques pelo baixo comparecimento de doadores”, informa a médica Socorro Leão, que integra a equipe de Apoio Técnico do Hemopa e preside a Agência Transfusional do Hospital Regional.

INFORMAÇÕES

Para doar basta estar bem de saúde, ter peso mínimo de 50kg, estar alimentado, apresentar documento oficial de identidade e ter entre 18 e 69 anos de idade. Candidatos entre 16 e 18 anos devem estar acompanhados de responsável legal para autorizar a doação e o limite para a primeira doação é de 60 anos.

Uma série de denúncias a respeito da falta de estrutura nas escolas municipais Nelson Mandela e Cora Coralina, no Bairro Ipiranga, município de Parauapebas, fizeram com que o Ministério Público promovesse a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta com o município, visando a adequação destas unidades escolares.

O TAC foi promovido pela 5ª Promotoria de Justiça Cível, representada pelo Promotor de Justiça Eduardo Falesi, após a finalização do Procedimento Administrativo Preliminar (PAP), instaurado devido a denúncias feitas pela própria comunidade e pais de alunos, que informavam a precariedade das condições estruturais dos prédios.

As irregularidades foram constadas depois de uma vistoria de fiscalização nas duas unidades escolares. A inspeção foi determinada no próprio procedimento.

No TAC celebrado entre a 5ª promotoria Cível e a Secretaria Municipal de Educação (Semed), através de sua titular, Juliana de Souza Santos, o município se compromete a encerrar o semestre letivo das duas escolas no dia 24 de junho, promovendo, logo após, a imediata interdição dos imóveis destinados a abrigar as unidades escolares, inclusive com a paralisação das atividades administrativas.

O município também deverá providenciar o remanejamento dos alunos para outras escolas localizadas no mesmo bairro, ou em bairros próximos de onde moram.

De acordo com o promotor Eduardo Falesi, a medida foi tomada para que os estudantes não sejam prejudicados no ano letivo, caso o problema da construção de um novo imóvel não seja solucionada a tempo.

A Semed também deverá providenciar transporte escolar para alunos que venham a necessitar, em decorrência do remanejamento, além de apresentar, no prazo máximo de 30 dias, um projeto de reforma dos imóveis dentro dos parâmetros estabelecidos na legislação em vigor.

Irregularidades – As duas unidades escolares Nelson Mandela e Cora Coralina funcionavam em uma só (ensino fundamental nos turnos da manhã e intermediário e ensino médio na parte da tarde e noite), e apresentavam vários problemas que foram confirmados após a vistoria realizada no dia 17 de junho, pelo Promotor Eduardo Falesi.

Entre elas estão salas conjugadas que dificultavam o ensino e o aprendizado, alguns ambientes sem portas e janelas, com salas abafadas, ar-condicionados e ventiladores com defeito e totalmente empoeirados, o que provocava o aumento do calor, incomodando tanto os alunos quanto os professores. Uma criança foi encontrada passando mal, devido ao calor excessivo.

As escolas também estavam sem alvará de funcionamento, apesar de já estarem em atividade há um ano e meio. Além disso, o prédio estava sem identificação na fachada.

Outro grave problema detectado na vistoria foi a fiação elétrica exposta, com risco de acidentes tanto para os alunos como para professores e outros funcionários.  Os banheiros estavam sem porta, com higiene precária, exalando um mau cheiro quase insuportável, com água escorrendo tanto na parte interna quanto externa. Também haviam torneiras quebradas.

Durante a vistoria, começou a chover, momento em que foi detectada a invasão de água nas salas de aula, devido a diversas goteiras existentes no local. Uma equipe do programa Fantástico, da Rede Globo, acompanhou o procedimento da Promotoria. Na visita ao local também foi constatada a ausência de refeitório na unidade, sendo que as crianças se alimentavam da merenda escolar sentadas no chão.

No TAC ficou estabelecido uma multa diária de R$ 1 mil a ser imposta à Secretária de Educação, Juliana de Souza Santos, em caso de descumprimento de quaisquer das cláusulas constantes no documento, sem prejuízo da adoção de outras medidas processuais por parte do Ministério Público. (Fonte: MPPA)

 

A Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu o primeiro passo para a implantação do Prontuário Clínico Eletrônico nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município. Com a implantação desse sistema, há um melhor controle das informações sobre os serviços, os usuários, e o Sistema Único de Saúde (SUS) em geral.

Todo o acompanhamento do usuário é registrado e atualizado no sistema, desde a porta de entrada do SUS pela atenção básica, seja pela Estratégia de Saúde da Família ou na Unidade Básica de Saúde.

A enfermeira Valdirene Duarte, diretora da Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde, informou que o município recebeu recentemente 85 computadores do Ministério da Saúde, entre esses 30 do Programa de Assistência Farmacêutica Hórus e nove do e-SUS da Atenção Básica do Ministério da Saúde.

As unidades de saúde que irão receber os computadores serão: João Batista Bezerra, no Bairro Santa Rosa; Demosthenes Azevedo, no Bairro Francisco Coelho; Maria Bico Doce, no Bairro São Félix I; a Unidade Saúde da Família “Carlos Barreto”, em Morada Nova, que deve receber cinco computadores. 

“Isso é um avanço grande. Mais condição de trabalho economia de papel, o prontuário físico deixa de existir”, ressaltou a diretora da Atenção Básica.

Mais – Ela informou ainda que já estão empenhados mais 23 computadores para a área de Saúde da Mulher. “Esses já estão empenhados, falta apenas a empresa entregar para também estarem informatizando as unidades de saúde”, enfatizou.

Também já foram cadastrados pelo Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, mais 46 computadores para as unidades do Liberdade; Laranjeiras; Mariana Moraes, no Bairro Quilômetro 7, na Nova Marabá; Jaime Pinto, no Bairro Belo Horizonte; Amadeu Vivacqua, no Bairro São Félix II; Enfermeira Zezinha, na Folha 23, na Nova Marabá; Pedro Cavalcante, no Bairro Amapá e Hiroshi Matsuda, na Folha 12, na Nova Marabá.

Prontuário – O prontuário eletrônico permite a substituição dos receituários e encaminhamentos por papel, já que tudo fica registrado de forma on-line, o que possibilita que a informação seja acessada de qualquer lugar. No atendimento primário no posto de saúde, é possível que o médico acesse todo o histórico do paciente. Caso seja necessária a prescrição de um medicamento, o próprio sistema registra a solicitação. Assim como os exames por imagem, como radiografias, que podem ficar ali armazenadas, dispensando a impressão destas. (Fonte: Ascom)

Para ensinar os professores e alunos a navegarem na plataforma Seduc Digital, de modo a potencializar as pesquisas e obter êxito na aprendizagem, o formador do Núcleo de Tecnologia de Belém (NTE), Luciano Melo, já pensa em levar a novidade às 150 escolas com laboratório de informática da Região Metropolitana de Belém (RMB), com a realização de minicursos a partir de agosto. A ideia é uma das propostas apresentadas na capacitação do Encontro de Formadores dos NTEs e Técnicos dos Municípios-piloto do Pacto pela Educação, nesta quarta-feira, 24, na escola Anísio Teixeira, no Umarizal.

Segundo o professor, a proposta é que os minicursos sejam voltados para as disciplinas de Matemática e Física ou de Introdução à Educação Digital, para que os alunos do ensino médio possam fazer a pesquisa no Seduc Digital, usando as interfaces do software Geogebra para discutir questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do vestibular. “É uma plataforma muito boa, com uma infraestrutura preparada para que os alunos possam filtrar sua pesquisa, para o aprendizado dos alunos e o ensino dos professores para melhorarmos o IDEB do nosso estado”, disse Luciano Melo.

A plataforma Seduc Digital é uma das ferramentas do Pacto pela Educação do Pará, que tem como meta principal aumentar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) em 30%, para todos os níveis, do ensino fundamental I e II e médio, até 2017. Disponível no endereço seducdigital.pa.gov.br, o site de buscas gratuito reúne 22 mil Objetos Digitais de Aprendizagem, as ODAS, com videoaulas, games, infográficos, mapas e outros recursos digitais escolhidos para que a aprendizagem ocorra de forma dinâmica e criativa, dentro e fora da sala de aula.

A plataforma já foi levada para 17 estados, por meio do projeto Escola Digital, com os parceiros do Pacto, a Fundação Telefônica, Instituto Natura e Instituto Inspirare, e também pela Seduc, com os projetos Portal Educacional e Sistema de Educação Interativa, que será lançado ainda esse ano. No Pará, o diferencial será todo o acompanhamento pedagógico que os técnicos da Seduc farão nas aulas para que os alunos, pais e professores aprendam a usar os objetos.

Segundo Tereza Jordão, do Instituto Natura, a nova plataforma facilitará a busca para o professor de informações antes espalhadas pela internet. “A plataforma serve como um apoio para o professor, mas na verdade a proposta é que o professor repense a forma como vem dando aula, para saber se atende às expectativas dessa nova geração de alunos”, disse ela.

Cerca de 70 agentes multiplicadores de onze NTEs em Belém, Ananindeua, Abaetetuba, Benevides, Castanhal, Bragança, Tucuruí, Altamira, Marabá, Redenção e Santarém, além de 35 técnicos das secretarias de Educação dos 17 municípios-piloto do Pacto, participaram da capacitação sobre o uso das plataformas educacionais gratuitas e ODAS, desde o dia 22 até o dia 26 deste mês. (Agência Pará)

 

 

Enquete feita no site da Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), ligada à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), detectou que os serviços de telefonia móvel e fixa foram os que mais receberam pedido de informação neste ano. No período de janeiro a junho de 2015 houve uma demanda de 7506 atendimentos no Procon, dentre eles, 1503 sobre os serviços de telefonia, cerca de 20% do total.

O consumidor, ao procurar o Procon, registra sua queixa, depois é gerada uma notificação à empresa, e a mesma tem o prazo de 10 dias para mandar sua justificativa. Caso isso não aconteça é marcada uma audiência de conciliação entre as partes.

A coordenadora de Atendimento do órgão, Shirley Oliveira, orienta que o consumidor, antes de buscar o Procon para formalizar sua reclamação, deve procurar a empresa responsável pela prestação do serviço. “Caso o problema não seja resolvido, o órgão oferece apoio ao consumidor, por meio de uma análise sobre a relação de consumo efetuado ou fazendo contato direto com a empresa, podendo até abrir um processo administrativo ou aplicar multas”, explica Shirley.

A fisioterapeuta Nívea Araújo, 41 anos, consumidora do serviço de telefonia móvel, fala sobre os transtornos causados pela cobrança de pagamento que já foi efetuado. “Eu tenho um plano de uma operadora e há duas semanas minha linha foi bloqueada, sendo que o pagamento da conta do mês de maio já foi efetuado. Com isso, tive que me deslocar da minha residência, em Almeirim, no interior, para resolver o problema”, diz a fisioterapeuta.

Nívea conta, ainda, que ao chegar à loja da operadora, ela apresentou o comprovante de pagamento, mas dois dias depois a empresa ligou novamente dizendo que não havia sido anexado o comprovante de pagamento. “Eles pediram que eu retornasse até a loja. Eu achei um desrespeito da empresa, afinal, o erro foi deles, depois procurei o Procon para formalizar a reclamação e tentar resolver o problema”, declarou.

Caso o assinante desconfie de cobranças indevidas ou erros em sua conta deve pedir à operadora a conta discriminada, com o número discado e a duração de cada ligação. O usuário tem 120 dias para reclamar de ligações não realizadas que constem em sua conta e a cobrança só pode ocorrer se a operadora provar que elas foram feitas da linha do reclamante.

A assinatura de planos básicos deve garantir direitos mínimos, como o recebimento de contas mensais e a descrição dos valores cobrados, além de garantir qualidade do sinal. Além disso, para os serviços de telefone fixo, a operadora tem um prazo de até duas semanas para a instalação da linha e as cobranças por minuto devem respeitar os preços cobrados de acordo com o tipo da ligação (local, interurbana, internacional, para telefone fixo ou móvel).

De acordo com o diretor do Procon, Moysés Bendahan, muitos consumidores só procuram a diretoria depois que o problema já está completamente instalado. “O Procon procura resolver os atendimentos no primeiro contato, dando informações e tirando dúvidas e, de acordo com cada caso, é feito um tipo de procedimento”. (Fonte: Agência Pará)

A Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), com seu Departamento de Vigilância em Saúde, ligado ao Centro de Controle de Zoonoses, iniciou nesta quinta-feira (02) - em parceria com o Exército e Secretaria Municipal de Urbanismo (Semsur) - ação de combate à leishmaniose, ou calazar, no Bairro Nossa Senhora Aparecida, antiga Invasão da Coca-Cola.

De acordo com a enfermeira Vanice Silva, da coordenação da Vigilância Sanitária, a campanha consiste em educar a população quanto ao manejo ambiental. “No final desta fase educativa, onde temos o apoio do Exército e da Secretaria de Urbanismo, será realizada a borrifação”, anunciou.

De acordo ainda com Vanice, a leishmaniose é uma doença não contagiosa causada por parasitas (protozoário Leishmania) que invadem e se reproduzem dentro das células que fazem parte do sistema imunológico (macrófagos) da pessoa infectada.

“Esta doença pode se manifestar de duas formas: leishmaniose tegumentar ou cutânea e a leishmaniose visceral ou calazar”, explicou ainda a enfermeira.

A melhor forma de se prevenir contra a doença é evitar residir ou permanecer em áreas muito próximas à mata, evitar banhos em rio próximo à mata e sempre utilizar repelentes quando estiver nesse ambiente, etc.

Cães e aves (galinhas) são os principais alvos da ação da Vigilância Sanitária nesta ação em Marabá, com colocação de armadilhas para apanhar o mosquito, nos vários galinheiros que existem ali no bairro Nossa Senhora Aparecida.

Já neste primeiro dia de campanha, cães foram recolhidos e moradores que possuem galinheiro em casa foram orientados de como manter o controle realizando a prevenção, sempre mantendo o local limpo, pois são as fezes das aves que atraem o mosquito transmissor.

 

Localizado em Marabá, no Pará, e responsável pelo atendimento de 23 municípios onde vivem mais de 1,2 milhão de habitantes, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRSP) acaba de receber o certificado da “Green Kitchen” (Cozinha Verde), entidade que reconhece os restaurantes e cozinhas de instituições que aprimoram seu padrão de qualidade em benefício dos clientes através de ações que visem alimentação saudável e sustentabilidade.

Administrado pela Pró-Saúde, o Hospital Regional de Marabá é o primeiro do Norte e Nordeste do Brasil a conseguir a certificação devido a práticas saudáveis, ambientalmente corretas e socialmente justas, com alimentações sem frituras, sem desperdício de alimento e com destinação social e correta para resíduos.

A nutricionista Natália Silva Garcia Lobato, coordenadora de Nutrição do Hospital Regional, fez questão de agradecer o empenho das colaboradoras do setor e lembrou que, para chegar a essa certificação, a equipe tem conseguido levar a natureza para a mesa, em refeições puras, sem adição de produtos químicos, enzimas, hormônios, transgênicos, ou qualquer outra substância que possa alterar a normalidade do organismo humano.

Além disso, tem sido tarefa constante devolver ao ambiente o mínimo de resíduos sólidos, na melhor forma de recuperação, com classificação, caixas de gordura nas saídas de esgoto, lavadores de ar dos sistemas de exaustão e uso de produtos biológicos para limpeza em geral.

“Essa certificação é o reconhecimento a todos os colaboradores que atuam na nossa cozinha, atendendo usuários e os outros colaboradores do hospital. Nós temos orgulho dessa equipe”, afirmou o diretor do HRSP, Valdemir Girato.

 

 

Durante a semana que vem (no período de 25 a 28 deste mês), acontece em Marabá a etapa local da Conferência de Política Indigenista. O evento ocorrerá na chácara Sagrado Coração, conhecida como “Chácara dos Bispos”, na Agrópolis do Incra, Núcleo Cidade Nova.

O protagonismo da conferência será dos indígenas, que decidirão a relevância dos temas a serem debatidos, contudo, para nortear as discussões o tema principal da conferência será "A relação do Estado Brasileiro com os Povos Indígenas no Brasil sob o paradigma da Constituição de 1988".

Segundo informou Eric Belém, da Funai de Marabá, a etapa local da conferência reunirá representantes das aldeias dos povos: Aikewara (Surui), Amanayé, Anambé, Assurini, Atikum, Gavião, Guajajara, Guarani Mbyá, Parakanã e Xikrin do Kateté.

 

A Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria de Ação Comunitária, Trabalho e Cidadania (Semac), está cada vez mais empenhada em promover geração de emprego e renda, sobretudo em tempos de crise econômica como o que atualmente assola o país.

Ontem mesmo, dia 29, a Semac encerrou uma Oficina de Customização de Sandálias, complementada com palestras sobre Empreendedorismo e Linhas de Crédito do "Programa Amazônia Florescer".

Essa atividade faz parte do projeto de capacitação/qualificação da secretaria, visando a geração de renda dos participantes. Os instrutores Luzinete Lima Pereira e Flávio dos Santos, que ministraram a oficina, fazem parte do grupo de artesãos cadastrados na Semac.

Esteve presente no encerramento a secretária Nágila Marina, que fez a entrega dos certificados com os instrutores e equipe da Semac, que falou sobre a importância dessas oficinas para a comunidade, como uma nova opção para empreender e melhorar a renda familiar. (Fonte: Ascom/Semac)

Os beneficiários do Bolsa Família do Pará começaram na última semana a sacar o pagamento referente ao mês de junho. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) destinou ao Estado, neste mês, mais de R$ 163 milhões para complementar a renda de 870.897 famílias - era 873.680 no mês passado. Em Marabá, sexta cidade com mais beneficiários do programa, são 17.734 famílias beneficiadas. O pagamento segue até o dia 30 deste mês.

Dentre os municípios paraenses, Belém responde pela maior parcela de famílias beneficiárias. São 99.761 famílias que dividirão esse mês uma fatia de R$ 14,85 milhões - média de R$ 148,88 por família. Na sequência aparecem Ananindeua (35.777 famílias e R$ 5,14 milhões), Santarém (27.919 e R$ 4,82 milhões), Cametá (18.643 e R$ 3,66 milhões), Castanhal (18.502 e R$ 2,54 milhões), Marabá (17.734 e R$ 3,12 milhões) e Bragança (15.097 e R$ 2,81 milhões).

O benefício é pago nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. Para saber em que dia sacar o dinheiro, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão. Para cada final do NIS, há uma data correspondente por mês que indica o primeiro dia em que a família pode fazer o saque. Os recursos ficam disponíveis para saque durante 90 dias.

No geral, o Pará é o sétimo Estado com o maior número de beneficiários, atrás da Bahia (1,77 milhão), São Paulo (1,36 milhão), Pernambuco (1,11 milhão), Minas Gerais (1,11 milhão), Ceará (1,06 milhão) e Maranhão (969,66 mil). Em todo o País, serão pagos R$ 2,3 bilhões em junho para complementar a renda de 13,72 milhões de famílias.

Proporcionalmente, o valor médio pago a cada família beneficiária no País é de R$ 167,78. No Pará esse valor chega a ser bem mais alto: R$ 187,17 - sexta maior média dentre os Estados, sendo superado apenas pelos valores alcançados no Acre (R$ 240,09), Amazonas (R$ 206,15), Amapá (R$ 200,68), Maranhão (R$ 193,59) e Piauí (R$ 190,03).

Ao sacar o Bolsa Família, o beneficiário deve ficar atento ao extrato de pagamento. Por meio dele, o governo federal envia mensagens importantes com recomendações para as famílias, como a necessidade de atualizar o cadastro ou o eventual descumprimento de condicionalidades do programa, que exige frequência às aulas e a manutenção das cadernetas de vacinação em dia, por exemplo.

Para entrar no programa, a família precisa ser registrada no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, feito pelas prefeituras. Podem ser selecionadas para o benefício as famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 77, mesmo que não tenham gestantes, crianças ou adolescentes na família; e famílias com renda familiar mensal por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154 e que tenham gestantes, crianças ou adolescentes em sua composição. A prioridade considera renda mensal por pessoa e quantidade de pessoas entre 0 e 17 anos.

 

Esta semana, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso”, em Marabá, deu início à campanha “Qual o Seu Nome?”, dentro do protocolo de identificação do paciente, que integra uma série de ações que buscam melhorar a segurança do paciente.

De acordo com a enfermeira Flávia Maura, do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), essa identificação será feita por meio de uma pulseira branca contendo o nome do paciente, a data de nascimento e o número do prontuário.

Segundo a enfermeira, o objetivo desse protocolo é diminuir erros em relação à identificação do paciente, de modo que essa ação permanecerá durante todo o tempo em que o paciente estiver aos cuidados do hospital.

A identificação correta do paciente é o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que o possam lesar.

O protocolo – por meio da campanha “Qual é o Seu Nome?” – foi apresentado aos gestores de todos os setores do hospital.