Localizado em Marabá, no Pará, e responsável pelo atendimento de 23 municípios onde vivem mais de 1,2 milhão de habitantes, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso” (HRSP) acaba de receber o certificado da “Green Kitchen” (Cozinha Verde), entidade que reconhece os restaurantes e cozinhas de instituições que aprimoram seu padrão de qualidade em benefício dos clientes através de ações que visem alimentação saudável e sustentabilidade.

Administrado pela Pró-Saúde, o Hospital Regional de Marabá é o primeiro do Norte e Nordeste do Brasil a conseguir a certificação devido a práticas saudáveis, ambientalmente corretas e socialmente justas, com alimentações sem frituras, sem desperdício de alimento e com destinação social e correta para resíduos.

A nutricionista Natália Silva Garcia Lobato, coordenadora de Nutrição do Hospital Regional, fez questão de agradecer o empenho das colaboradoras do setor e lembrou que, para chegar a essa certificação, a equipe tem conseguido levar a natureza para a mesa, em refeições puras, sem adição de produtos químicos, enzimas, hormônios, transgênicos, ou qualquer outra substância que possa alterar a normalidade do organismo humano.

Além disso, tem sido tarefa constante devolver ao ambiente o mínimo de resíduos sólidos, na melhor forma de recuperação, com classificação, caixas de gordura nas saídas de esgoto, lavadores de ar dos sistemas de exaustão e uso de produtos biológicos para limpeza em geral.

“Essa certificação é o reconhecimento a todos os colaboradores que atuam na nossa cozinha, atendendo usuários e os outros colaboradores do hospital. Nós temos orgulho dessa equipe”, afirmou o diretor do HRSP, Valdemir Girato.

 

Os beneficiários do Bolsa Família do Pará começaram na última semana a sacar o pagamento referente ao mês de junho. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) destinou ao Estado, neste mês, mais de R$ 163 milhões para complementar a renda de 870.897 famílias - era 873.680 no mês passado. Em Marabá, sexta cidade com mais beneficiários do programa, são 17.734 famílias beneficiadas. O pagamento segue até o dia 30 deste mês.

Dentre os municípios paraenses, Belém responde pela maior parcela de famílias beneficiárias. São 99.761 famílias que dividirão esse mês uma fatia de R$ 14,85 milhões - média de R$ 148,88 por família. Na sequência aparecem Ananindeua (35.777 famílias e R$ 5,14 milhões), Santarém (27.919 e R$ 4,82 milhões), Cametá (18.643 e R$ 3,66 milhões), Castanhal (18.502 e R$ 2,54 milhões), Marabá (17.734 e R$ 3,12 milhões) e Bragança (15.097 e R$ 2,81 milhões).

O benefício é pago nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. Para saber em que dia sacar o dinheiro, a família deve observar o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) impresso no cartão. Para cada final do NIS, há uma data correspondente por mês que indica o primeiro dia em que a família pode fazer o saque. Os recursos ficam disponíveis para saque durante 90 dias.

No geral, o Pará é o sétimo Estado com o maior número de beneficiários, atrás da Bahia (1,77 milhão), São Paulo (1,36 milhão), Pernambuco (1,11 milhão), Minas Gerais (1,11 milhão), Ceará (1,06 milhão) e Maranhão (969,66 mil). Em todo o País, serão pagos R$ 2,3 bilhões em junho para complementar a renda de 13,72 milhões de famílias.

Proporcionalmente, o valor médio pago a cada família beneficiária no País é de R$ 167,78. No Pará esse valor chega a ser bem mais alto: R$ 187,17 - sexta maior média dentre os Estados, sendo superado apenas pelos valores alcançados no Acre (R$ 240,09), Amazonas (R$ 206,15), Amapá (R$ 200,68), Maranhão (R$ 193,59) e Piauí (R$ 190,03).

Ao sacar o Bolsa Família, o beneficiário deve ficar atento ao extrato de pagamento. Por meio dele, o governo federal envia mensagens importantes com recomendações para as famílias, como a necessidade de atualizar o cadastro ou o eventual descumprimento de condicionalidades do programa, que exige frequência às aulas e a manutenção das cadernetas de vacinação em dia, por exemplo.

Para entrar no programa, a família precisa ser registrada no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, feito pelas prefeituras. Podem ser selecionadas para o benefício as famílias com renda mensal por pessoa de até R$ 77, mesmo que não tenham gestantes, crianças ou adolescentes na família; e famílias com renda familiar mensal por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154 e que tenham gestantes, crianças ou adolescentes em sua composição. A prioridade considera renda mensal por pessoa e quantidade de pessoas entre 0 e 17 anos.

 

Esta semana, o Hospital Regional do Sudeste do Pará “Dr. Geraldo Veloso”, em Marabá, deu início à campanha “Qual o Seu Nome?”, dentro do protocolo de identificação do paciente, que integra uma série de ações que buscam melhorar a segurança do paciente.

De acordo com a enfermeira Flávia Maura, do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP), essa identificação será feita por meio de uma pulseira branca contendo o nome do paciente, a data de nascimento e o número do prontuário.

Segundo a enfermeira, o objetivo desse protocolo é diminuir erros em relação à identificação do paciente, de modo que essa ação permanecerá durante todo o tempo em que o paciente estiver aos cuidados do hospital.

A identificação correta do paciente é o processo pelo qual se assegura ao paciente que a ele é destinado determinado tipo de procedimento ou tratamento, prevenindo a ocorrência de erros e enganos que o possam lesar.

O protocolo – por meio da campanha “Qual é o Seu Nome?” – foi apresentado aos gestores de todos os setores do hospital.

A Prefeitura de Marabá deve concluir em 40 dias mais 8 quilômetros de vias asfaltadas no Bairro Nossa Senhora Aparecida – antiga Invasão da Coca-Cola. Nesta quarta-feira (17), as ruas 06, D, 15, 19, 23, 24, 25, Principal e avenidas Braga 1 e Braga 2, começaram a passar por compactação em fase de colocação de sub-base, fase que antecede a pavimentação asfáltica e que tem 25 centímetros de cascalho, para realização da base.

Já na fase de base estão o Entroncamento, a Avenida Filadélfia e o Túnel de Acesso à Rodovia BR-222, devem ser as primeiras a ser pavimentadas.

O administrador e encarregado da obra, Gebionito Parente Silva, informa que, assim que os trabalhos sejam concluídos nesses 8 quilômetros, será reiniciada a pavimentação de vias do Bairro Araguaia, antes conhecido como Invasão da Fanta. No Araguaia, as ruas 15, 16, 17, 19 e Gênesis serão as primeiras a receberem sub-base, base e camada asfáltica.

Simultaneamente à realização de base e sub-base no bairro Nossa Senhora Aparecida, a prefeitura já deu inicio à drenagem da Rua D, Quadra Sul, no Bairro Quilômetro Sete, que também será pavimentada.

Essas obras fazem parte de um pacote de pavimentação executado com a parceria da Vale, totalizando 32 quilômetros de asfalto, com drenagem, meio-fio e sarjeta, que beneficia os Bairros Araguaia, Nossa Senhora Aparecida e Quilômetro Sete, os quais, ao final terão, cada um, 17 ruas pavimentadas.

Quanto ao canteiro central da Avenida das Torres, a prefeitura negociou com a Eletronorte a urbanização daquele espaço, com pista de caminhada, academia de ginástica ao ar livre, pista para ciclismo e outros benefícios. (Fonte: Ascom/PMM)

Uma série de denúncias a respeito da falta de estrutura nas escolas municipais Nelson Mandela e Cora Coralina, no Bairro Ipiranga, município de Parauapebas, fizeram com que o Ministério Público promovesse a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta com o município, visando a adequação destas unidades escolares.

O TAC foi promovido pela 5ª Promotoria de Justiça Cível, representada pelo Promotor de Justiça Eduardo Falesi, após a finalização do Procedimento Administrativo Preliminar (PAP), instaurado devido a denúncias feitas pela própria comunidade e pais de alunos, que informavam a precariedade das condições estruturais dos prédios.

As irregularidades foram constadas depois de uma vistoria de fiscalização nas duas unidades escolares. A inspeção foi determinada no próprio procedimento.

No TAC celebrado entre a 5ª promotoria Cível e a Secretaria Municipal de Educação (Semed), através de sua titular, Juliana de Souza Santos, o município se compromete a encerrar o semestre letivo das duas escolas no dia 24 de junho, promovendo, logo após, a imediata interdição dos imóveis destinados a abrigar as unidades escolares, inclusive com a paralisação das atividades administrativas.

O município também deverá providenciar o remanejamento dos alunos para outras escolas localizadas no mesmo bairro, ou em bairros próximos de onde moram.

De acordo com o promotor Eduardo Falesi, a medida foi tomada para que os estudantes não sejam prejudicados no ano letivo, caso o problema da construção de um novo imóvel não seja solucionada a tempo.

A Semed também deverá providenciar transporte escolar para alunos que venham a necessitar, em decorrência do remanejamento, além de apresentar, no prazo máximo de 30 dias, um projeto de reforma dos imóveis dentro dos parâmetros estabelecidos na legislação em vigor.

Irregularidades – As duas unidades escolares Nelson Mandela e Cora Coralina funcionavam em uma só (ensino fundamental nos turnos da manhã e intermediário e ensino médio na parte da tarde e noite), e apresentavam vários problemas que foram confirmados após a vistoria realizada no dia 17 de junho, pelo Promotor Eduardo Falesi.

Entre elas estão salas conjugadas que dificultavam o ensino e o aprendizado, alguns ambientes sem portas e janelas, com salas abafadas, ar-condicionados e ventiladores com defeito e totalmente empoeirados, o que provocava o aumento do calor, incomodando tanto os alunos quanto os professores. Uma criança foi encontrada passando mal, devido ao calor excessivo.

As escolas também estavam sem alvará de funcionamento, apesar de já estarem em atividade há um ano e meio. Além disso, o prédio estava sem identificação na fachada.

Outro grave problema detectado na vistoria foi a fiação elétrica exposta, com risco de acidentes tanto para os alunos como para professores e outros funcionários.  Os banheiros estavam sem porta, com higiene precária, exalando um mau cheiro quase insuportável, com água escorrendo tanto na parte interna quanto externa. Também haviam torneiras quebradas.

Durante a vistoria, começou a chover, momento em que foi detectada a invasão de água nas salas de aula, devido a diversas goteiras existentes no local. Uma equipe do programa Fantástico, da Rede Globo, acompanhou o procedimento da Promotoria. Na visita ao local também foi constatada a ausência de refeitório na unidade, sendo que as crianças se alimentavam da merenda escolar sentadas no chão.

No TAC ficou estabelecido uma multa diária de R$ 1 mil a ser imposta à Secretária de Educação, Juliana de Souza Santos, em caso de descumprimento de quaisquer das cláusulas constantes no documento, sem prejuízo da adoção de outras medidas processuais por parte do Ministério Público. (Fonte: MPPA)

 

 

Mais da metade dos lubrificantes e óleos hidráulicos utilizados em equipamentos diversos do Complexo Minerador de Carajás, no Pará, está sendo reprocessado e reutilizado pela Vale. O processo de regeneração, que consiste em recuperar todas as características físicas e químicas perdidas ou modificadas durante o uso é feito em uma unidade de regeneração dentro das instalações industriais. Em 12 meses, mais de 1 milhão de litros de óleos usados serão regenerados - 55% do total anual consumido na mina de Carajás, o que representará uma economia de mais de R$ 2 milhões e a redução significativa no indicador de geração de resíduos oleosos do empreendimento. O restante do produto usado permanece sendo destinado para reciclagem fora da unidade.

De acordo com o gerente de Engenharia e Subconjuntos da área de Manutenção de Equipamentos, Ediney Drummond, o projeto de regeneração de óleos dentro daquela operação não só reduziu significativamente o descarte do produto usado, como também diminuiu a extração de recursos para produção de óleo novo. O projeto trouxe ainda redução de 40% nos custos de aquisição em comparação à compra de um mesmo volume de óleo lubrificante novo com as mesmas características.

Após o período pré-determinado pelos fabricantes, os óleos lubrificantes sofrem alterações em suas estruturas, tornando-se inadequados à sua finalidade original e precisam ser trocados, devido à perda de componentes essenciais que garantem a eficiência de lubrificação.

Agora com a unidade de regeneração na própria Mina de Carajás, são removidos contaminantes e inseridos aditivos, que permitem que o óleo volte a ter as mesmas propriedades químicas e físicas e seja reutilizado como matéria-prima no mesmo processo. Na unidade, o óleo usado passa por diferentes etapas, que vão desde a segregação adequada, centrifugação e filtragem, clarificação, aditivação, correção de viscosidade, nova filtragem até o envasamento.  Durante o processo, o óleo passa ainda por três análises e o laudo técnico final.

As atividades de manuseio, transporte e transbordo do óleo usado coletado são efetuadas em condições adequadas de segurança e por pessoal devidamente treinado, atendendo à legislação pertinente.

 

Nesta quarta-feira (17), representantes de diversos organismos institucionais participam de uma visita ao espaço “Casa Azul”, em Marabá. Localizada onde hoje funciona o DNIT, a “Casa Azul” foi um dos locais associados a graves violações de Direitos Humanos (prisões, torturas e execuções) durante a Ditadura Militar no Brasil, conforme consta no Relatório da Comissão Nacional da Verdade. Nesse local, estima-se, morreram mais de 30 pessoas durante a repressão à resistência armada denominada de Guerrilha do Araguaia.

Integram a comitiva, representantes da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Diva Santana; Comissão da Verdade do Pará (com Paulo Fonteles e Jean Brito); Associação dos Torturados na Guerrilha do Araguaia (Sezostrys Alves da Costa e Pedro Marivetti); Associação de ex-combatentes, ex-guerrilheiro Pedro Albuquerque, que vai reconhecer o local; e Reitoria e Grupo de Trabalho Casa Azul da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Maurílio de Abreu Monteiro e Idelma Santiago da Silva.

A visita à “Casa Azul” pretende, entre outros objetivos, somar esforços na solicitação de tombamento do imóvel. Em 31 de março último, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA) criou o Grupo de Trabalho “Casa Azul”, para a realização de estudo e apresentação de relatório sobre o valor histórico e cultural do referido espaço, visando fundamentar petição de solicitação de seu tombamento junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

O tombamento da “Casa Azul” visa preservar um patrimônio material da/para a memória coletiva dessa região da Amazônia e do Brasil; manter viva e atualizada a memória das violações (prisões, torturas, execuções cruéis, intervenção como área de segurança nacional) de um período antidemocrático de nossa história política recente, o da Ditadura Militar, para que não esqueçamos e possamos, no presente e no futuro, evitar que se repita; tornar o local, portanto, num espaço da memória das violações e do reconhecimento à luta e resistência daqueles que enfrentaram o regime ditatorial, por sofrerem as mais graves violações; portanto, torná-lo lugar memorial das lutas de resistência do povo da região e, com isso, espaço importante para a formação das novas gerações.

Debates da Unifesspa

Ainda na terça-feira (16), a Comissão da Verdade do Pará participou, nesta terça-feira, no auditório do Campus 1 da Unifesspa, em Marabá, do debate "O Relatório e as recomendações da Comissão Nacional da Verdade: Reparação psíquica e antropologia forense".

Na mesa, além da Comissão da Verdade do Pará, contamos com a presença de Diva Santana, da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e de Dario de Negreiros, Coordenador da Clínica do Testemunho do Ministério da Justiça.

A programação foi organizada e dirigida por Idelma Santiago da Silva, Pró-Reitora de Extensão da Unifesspa e Evandro Medeiros, cineasta e professor universitário.

 

 

Enquete feita no site da Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), ligada à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), detectou que os serviços de telefonia móvel e fixa foram os que mais receberam pedido de informação neste ano. No período de janeiro a junho de 2015 houve uma demanda de 7506 atendimentos no Procon, dentre eles, 1503 sobre os serviços de telefonia, cerca de 20% do total.

O consumidor, ao procurar o Procon, registra sua queixa, depois é gerada uma notificação à empresa, e a mesma tem o prazo de 10 dias para mandar sua justificativa. Caso isso não aconteça é marcada uma audiência de conciliação entre as partes.

A coordenadora de Atendimento do órgão, Shirley Oliveira, orienta que o consumidor, antes de buscar o Procon para formalizar sua reclamação, deve procurar a empresa responsável pela prestação do serviço. “Caso o problema não seja resolvido, o órgão oferece apoio ao consumidor, por meio de uma análise sobre a relação de consumo efetuado ou fazendo contato direto com a empresa, podendo até abrir um processo administrativo ou aplicar multas”, explica Shirley.

A fisioterapeuta Nívea Araújo, 41 anos, consumidora do serviço de telefonia móvel, fala sobre os transtornos causados pela cobrança de pagamento que já foi efetuado. “Eu tenho um plano de uma operadora e há duas semanas minha linha foi bloqueada, sendo que o pagamento da conta do mês de maio já foi efetuado. Com isso, tive que me deslocar da minha residência, em Almeirim, no interior, para resolver o problema”, diz a fisioterapeuta.

Nívea conta, ainda, que ao chegar à loja da operadora, ela apresentou o comprovante de pagamento, mas dois dias depois a empresa ligou novamente dizendo que não havia sido anexado o comprovante de pagamento. “Eles pediram que eu retornasse até a loja. Eu achei um desrespeito da empresa, afinal, o erro foi deles, depois procurei o Procon para formalizar a reclamação e tentar resolver o problema”, declarou.

Caso o assinante desconfie de cobranças indevidas ou erros em sua conta deve pedir à operadora a conta discriminada, com o número discado e a duração de cada ligação. O usuário tem 120 dias para reclamar de ligações não realizadas que constem em sua conta e a cobrança só pode ocorrer se a operadora provar que elas foram feitas da linha do reclamante.

A assinatura de planos básicos deve garantir direitos mínimos, como o recebimento de contas mensais e a descrição dos valores cobrados, além de garantir qualidade do sinal. Além disso, para os serviços de telefone fixo, a operadora tem um prazo de até duas semanas para a instalação da linha e as cobranças por minuto devem respeitar os preços cobrados de acordo com o tipo da ligação (local, interurbana, internacional, para telefone fixo ou móvel).

De acordo com o diretor do Procon, Moysés Bendahan, muitos consumidores só procuram a diretoria depois que o problema já está completamente instalado. “O Procon procura resolver os atendimentos no primeiro contato, dando informações e tirando dúvidas e, de acordo com cada caso, é feito um tipo de procedimento”. (Fonte: Agência Pará)

Depois de três anos sem voos comerciais, a cidade de Conceição do Araguaia – que tem o maior aeroporto do sul do Pará – volta a ofertar operações domésticas comerciais, por meio da empresa Sete Linhas Aéreas, interligando Conceição do Araguaia a grandes centros.

Os voos comerciais foram retomados, inicialmente às segundas, quartas e sextas-feiras, com decolagem às 12h20 e pouso às 17h20.

Com o retorno dos voos comerciais Conceição do Araguaia terá conexão para Altamira, Araguaína - TO, Belém, Brasília, Carolina - MA, Imperatriz - MA, Marabá, Palmas - TO, Redenção, São Luís - MA e Teresina – PI.

As passagens terão valores razoáveis, como Conceição do Araguaia/Belém, por exemplo, que custa a partir de R$ 460. O avião utilizado será o modelo Caravan, com capacidade para nove passageiros.

Durante esta quinta e sexta-feira (dias 11 e 12) acontece a 1ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, realizada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Marabá (CMDPD), com apoio da Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Seasp). O evento reúne entidades de defesa de pessoas com deficiência, instituições de pesquisa e ensino superior, conselhos municipais, associações de bairros e sociedade civil em geral.

A Conferência está acontecendo na Câmara Municipal de Marabá, reúne 250 pessoas, e, de acordo com Maria José Costa Faria, membro do Conselho, o objetivo é promover um espaço institucionalizado de debates com participação social e política. “Estamos reunindo aqui representantes da sociedade civil e do poder público para implementação de políticas sociais direcionadas às pessoas com deficiência”, disse ela.

Luís Cláudio Cordeiro Chaves, 39 anos, o Cacá, cadeirante há 14, vice-presidente da Associação de Pessoas com Deficiência (Uniforças), afirma que nos últimos anos, muito se conquistou, mas ainda falta muito mais ainda. “Eu tenho uma briga eterna com as autoridades sobre a acessibilidade de deficientes, grávidas e idosos, nas repartições e vias públicas, com falta de rampas e com um número muito grande de calçadas fora de nível”, salienta ele.

A Conferência foi dividida em três grupos denominados eixos: Eixo I – Gênero, raça e etnia, diversidades sexual e geracional; Eixo II – Órgãos Gestores instâncias de Participação Social e Eixo III – A interação entre os Poderes e os Federados.

No encerramento nesta sexta-feira acontece a Plenária Ampliada para aprovação das propostas e moções; Eleição dos delegados, que irão representar o município na Conferencia Estadual, na capital do Estado que formará novos delegados para a Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em Brasília e Avaliação.

Na parte da tarde das 14 às 16 horas, acontece a eleição da nova diretoria do Conselho que atuará no biênio 2015/2017.

Com um total de carga horária de 12 horas, os participantes receberão ao final da Conferência, que tem como condutor o professor-doutor Jorge Luís Ribeiro, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, certificados entregues pela Comissão Organizadora. (Fonte: Ascom/PMM)

 

Durante a semana que vem (no período de 25 a 28 deste mês), acontece em Marabá a etapa local da Conferência de Política Indigenista. O evento ocorrerá na chácara Sagrado Coração, conhecida como “Chácara dos Bispos”, na Agrópolis do Incra, Núcleo Cidade Nova.

O protagonismo da conferência será dos indígenas, que decidirão a relevância dos temas a serem debatidos, contudo, para nortear as discussões o tema principal da conferência será "A relação do Estado Brasileiro com os Povos Indígenas no Brasil sob o paradigma da Constituição de 1988".

Segundo informou Eric Belém, da Funai de Marabá, a etapa local da conferência reunirá representantes das aldeias dos povos: Aikewara (Surui), Amanayé, Anambé, Assurini, Atikum, Gavião, Guajajara, Guarani Mbyá, Parakanã e Xikrin do Kateté.

 

 

Em atendimento à Portaria nº 529 e à Redução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 36, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Hospital Regional Público do Sudeste Dr. Geraldo Veloso, em Marabá, iniciou a implantação dos protocolos de segurança do paciente.

De acordo com Patrícia de Nazaré da Silva, gerente do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Hospital Regional, os protocolos visam exatamente garantir um atendimento mais seguro aos pacientes atendidos pelas unidades de saúde.

Ela explica que os protocolos começam pela identificação do paciente, passando pela lavagem correta das mãos, prevenção de quedas, prevenção de úlceras por pressão, cirurgia segura e comunicação efetiva entre os profissionais de saúde.

O primeiro protocolo já começou a ser trabalhado por meio do projeto 'Como é Seu Nome?', considerado como ponto de partida na implantação do protocolo de identificação do paciente.

 

Visando proporcionar infraestrutura adequada para quem frequenta as praias de Marabá durante a temporada oficial de verão no município, ocorreu esta semana mais uma reunião com a coordenação do Veraneio 2015.   

O encontro foi coordenado pelo secretário de Urbanismo, Cláudio Feitosa. Entre os assuntos discutidos esteve a limpeza da praia, onde um trator, tipo jerico, vai ajudar no transporte de lixo que será recolhido no local; a aquisição de banheiros químicos; iluminação; e área de embarque e desembarque.

Também ficou definido que o palco será no mesmo local do ano passado, assim como a área onde vão ocorrer os Jogos de Verão.

Os barraqueiros, por sua vez, terão uma tabela de preços que deve ser seguida à risca. Já a qualidade dos produtos oferecidos para consumo será fiscalizada pelo Procon.

Nos quatro finais de semana de julho a programação será na Praia do Tucunaré; e nos dois primeiros de agosto será na Praia do Geladinho, no Bairro São Félix. 

Do dia 22 a 26 de julho, também ocorrerá à etapa regional dos IX Jogos Abertos do Pará, ocasião em que serão disputadas as modalidades de futebol de areia, masculino e feminino, na praia do Tucunaré, onde haverá também o Cine Tucunaré, no dia 11; e o Rock Rio, no dia 18.  

Participaram da reunião representantes das secretarias de Cultura (Secult), Urbanismo (Semsur), Meio Ambiente (Semma), Esporte e Lazer (Semel), Departamento Municipal de Trânsito e Transporte Urbano (DMTU), Guarda Municipal e Agentes Patrimoniais.

Na próxima segunda-feira (15), à tarde, representantes dos órgãos de segurança do município se reunirão no Cine Marrocos, na Marabá Pioneira, com os do Estado (Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Militar) para traçar metas de segurança para o veraneio. (Fonte: Ascom/PMM)