Para mostrar que a solidariedade não pode ser limitada por fronteiras geográficas, a ONG IKMR e o Movimento Amor Sem Fronteiras promoveu um “Ato pela paz” pelos moradores da Síria, na manhã desta quarta-feira (15), aos pés do Cristo Redentor, na Zona Sul do Rio. O ato reuniu artistas, como Bruna Marquezine, Elba Ramalho e Cássio Reis e crianças refugiadas para chamar a atenção da sociedade para os seis anos de guerra que devastam o país.

Cantores, como Elba Ramalho, se juntaram ao Coro Infantil Coração Jolie, representado por 35 crianças refugiadas de 12 países, como Síria, Iêmen, Irã, República Democrática do Congo e Sudão do Sul. Juntos, eles cantaram pedindo a paz mundial.

Também estavam presentes o reitor do Cristo Redentor, Padre Omar, a representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil, Isabel Marquez, e o Secretário Nacional de Justiça e Presidente do Comitê Nacional para Refugiados, Gustavo Marrone.

 

(Fonte: G1-Rio)

(Fonte: Ana Paula Santos/TV Globo)

O novo decreto sobre imigração dividiu nesta segunda-feira (6) a atenção dos americanos com uma história de espionagem. É que, no fim de semana, Trump acusou Barack Obama de grampear ligações dele, mas, sem provas.

Donald Trump não foi grampeado meses atrás por ordem do ex-presidente Barack Obama. O desmentido foi feito por quem conhece o processo: James Comey, diretor do FBI, a polícia federal americana, que executa as operações de escuta autorizadas nos Estados Unidos.

Comey pediu ao Departamento de Justiça que divulgue uma nota dizendo isso, porque acha que a acusação do presidente Trump compromete a integridade do FBI.

A teoria do grampo ganhou força na quinta-feira (2), quando um radialista conservador responsabilizou o governo Obama pela escuta.

No dia seguinte, o site ultranacionalista Breitbart, que já foi dirigido pelo atual estrategista de Trump, Steve Bannon, repetiu a notícia sem apresentar provas.

No fim de semana, Trump criou uma controvérsia, usando as informações da rádio e do site para acusar o presidente Obama pelo grampo durante a campanha eleitoral. Isso está sendo interpretado como uma tentativa dele de desviar a atenção de algo que incomoda a Casa Branca:  a investigação que o FBI está fazendo sobre a ligação da equipe de Trump com a Rússia, mesmo que até agora não tenha aparecido nenhuma prova dessa relação.

Depois de acusar Obama, Trump está sendo criticado até por integrantes do partido dele, o Republicano. A Casa Branca pediu uma investigação no Congresso. Mas é uma tática arriscada.

Se uma investigação provar que a acusação de Trump é falsa, ele perde credibilidade. E, se houve grampo, o problema pode ser até maior porque os tribunais especiais só autorizam grampos quando há suspeita contra alguém. Nesse caso, a suspeita pode envolver a Rússia e, por tabela, envolver Donald Trump.

 

(Fonte: G1)

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu pelo segundo ano seguido em 2016 e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior.

Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) dispõem de dados sobre o PIB desde 1901. Pela primeira vez desde 1996, todos os setores da economia registraram taxas negativas.

“Se a gente olhar o biênio, a retração foi de 7,2%. A gente nunca teve um biênio com uma queda acumulada destas”, disse Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. A série histórica do IBGE vai até 1948.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.

 

(Fonte: G1)